O Brasil abriga uma das maiores biodiversidades do planeta, e esse patrimônio natural tem sido cada vez mais valorizado pela medicina como aliado no cuidado coadjuvante de doenças metabólicas, como diabetes, obesidade, hipertensão e dislipidemias. O crescimento do uso de produtos naturais e fitoterápicos reflete não apenas a busca por uma vida mais saudável, mas também o fortalecimento de políticas públicas que integram essas práticas ao Sistema Único de Saúde, o SUS.
Para a dra. Karina Sposito Negrini, médica brasileira com sólida formação científica e ampla atuação clínica, a fitoterapia representa uma ponte entre o conhecimento tradicional e a medicina baseada em evidências. “O Brasil possui plantas com grande potencial terapêutico, e quando estudadas com rigor científico, elas podem contribuir de forma segura e eficaz no cuidado metabólico”, afirma.
Graduada em Medicina pela UNIPAR, com intensa dedicação à pesquisa científica, a dra. Karina acumula mais de 2.000 horas de estudos experimentais, especialmente nas áreas de farmacologia e doenças hepáticas e metabólicas. Sua produção científica inclui coautoria de artigos publicados em revistas internacionais de alto impacto, além de apresentações premiadas em congressos nacionais e internacionais. “A pesquisa me ensinou que não existe atalho em saúde, tudo precisa de método, evidência e responsabilidade clínica”, destaca.
Atualmente, além de atuar como médica plantonista em hospitais de referência em oncologia e cardiologia, Karina também exerce a função de médica reguladora no SAMU, experiência que reforça sua visão integrada do cuidado em saúde. “A prática clínica, aliada à pesquisa, amplia nossa capacidade de tomar decisões assertivas mesmo em ambientes de alta complexidade”, explica.
No contexto do SUS, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares incentiva o uso racional de plantas medicinais, como alcachofra, babosa, espinheira santa e guaco. Dados de mercado mostram que cerca de 46 por cento dos brasileiros já priorizam alimentos e produtos voltados à saúde, movimento que reforça o interesse por alternativas naturais. “A fitoterapia, quando bem indicada, dialoga com a cultura da população e fortalece a adesão ao tratamento”, pontua a médica.
Entre as plantas mais utilizadas no apoio ao controle metabólico estão a pata de vaca, conhecida como insulina vegetal, a carqueja, o jamelão, o alho e a alcachofra, além do chá verde e de frutos do Cerrado, como a guavira. “Esses recursos naturais apresentam compostos bioativos importantes, mas precisam ser usados com orientação profissional”, ressalta Karina.
A médica faz questão de reforçar que os fitoterápicos não substituem tratamentos convencionais. “Eles são coadjuvantes, funcionam melhor quando associados a uma alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico regular”, conclui.
Com uma trajetória marcada pela excelência acadêmica, compromisso ético e visão humanizada da medicina, a dra. Karina Sposito Negrini representa uma nova geração de profissionais que unem ciência, prática clínica e valorização da biodiversidade brasileira em prol da saúde da população.