Bossa Nova Sessions ocupa o Leblon com 18 shows e um mosaico de gerações da música brasileira
Divulgação

Teatro Café Pequeno recebe o festival que coloca a bossa nova em diálogo com o choro, o
samba-jazz e a música instrumental, em uma programação que reúne tributos,
espetáculos concebidos especialmente para a temporada e diferentes gerações de
intérpretes e músicos

A Bossa Nova volta a ocupar um lugar de encontro no Rio. De 2 de outubro a 8 de
novembro, o Teatro Café Pequeno, no Leblon, recebe o Festival Bossa Nova
Sessions, com um line-up com diferentes sotaques musicais e maneiras de olhar
para um gênero que nasceu carioca, ganhou o mundo e continua se reinventando. A
programação aproxima tradição e novas sonoridades, reunindo artistas em
encontros especialmente concebidos para a temporada, além de tributos e
releituras de nomes fundamentais da música brasileira.

A programação percorre diferentes momentos dessa história. Maurício Einhorn e
Gabriel Grossi
colocam em diálogo duas gerações da harmônica brasileira; Téo
Lima e Paula Maya Niemeyer
retomam no palco a parceria iniciada no álbum
Rio de Janeiro; Leila Maria e Rodrigo Braga aproximam voz e piano em um
repertório marcado pela sofisticação e pelo diálogo com o jazz; e Daniela
Spielmann e Sheila Zagury
celebram 30 anos de amizade e colaboração
artística, com participação especial de Silvério Pontes.

Os tributos aparecem em diferentes formatos. Victor Biglione revisita Tom
Jobim em Uma Guitarra no Tom, levando suas melodias para uma leitura que
atravessa a bossa, o jazz, o blues e a música instrumental; Em Tom Maior – A
Fotografia da Bossa
mergulha na obra do maestro; Andrea Veiga
revisita Nara Leão em um espetáculo que entremeia canções e histórias da
cantora; Tico de Moraes homenageia Emílio Santiago, que completaria 80
anos em 2026.

Há ainda uma série de trabalhos concebidos especialmente a partir da linguagem da
bossa nova. Júlia Borges, em Nós e o Mar, Elisa Queirós, em
Caminhos da Bossa, e Luana Mallet, em Nossas Bossas, partem da bossa em
sua essência — de suas harmonias, melodias e do seu jeito particular de
interpretar a canção — acompanhadas por instrumentistas que fazem parte da
própria história da música brasileira. Músicos que tocaram e gravaram com nomes
fundamentais da bossa nova levam para esses espetáculos não apenas experiência,
mas uma ligação direta com a linguagem que está sendo revisitada. É a tradição
encontrando novas vozes sem perder a sua raiz.

Ithamara Koorax apresenta Bossa Project, repertório que atravessa a
bossa nova e suas conexões com o jazz e que faz parte de sua própria história
musical. Carol Saboya celebra 25 anos de carreira em Bossas e Outros
Sons, percorrendo canções de seus 14 álbuns e diferentes momentos de sua
trajetória. Aleska Chediak leva o violoncelo para uma leitura
contemporânea dessa tradição, enquanto o Quarteto do Rio comemora dez
anos reafirmando a herança vocal de Os Cariocas.

A nova geração também se aproxima diretamente dos grandes mestres. Em Homenagem a
João Gilberto, Gabi Lara e Cello Cascino se unem pela primeira vez para
revisitar o repertório do grande ícone em duas vozes e um violão. Cantor e
ator, Gabi representa uma nova geração de intérpretes que encontra na obra de
João uma referência ainda viva. No mesmo movimento de renovação, o Quartetinho
mergulha na obra de Vinicius de Moraes a partir de uma formação jovem e
instrumental.

São 18 espetáculos de aproximadamente 1h15, em um formato próximo e imersivo, no
ambiente acolhedor do Teatro Café Pequeno. Uma temporada que olha para a bossa
nova por diferentes ângulos: seus mestres, seus intérpretes, seus
instrumentistas, suas histórias e, sobretudo, sua capacidade de continuar sendo
música do presente.

Bossa Nova Sessions. Uma música. Muitas maneiras de
ouvi-la. A bossa nova como memória, como tradição e, principalmente, como
música viva.

Serviço:

Bossa Nova Sessions

Local:
Teatro Café Pequeno — Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon

Datas:
02 de outubro a 08 de novembro de 2026

Horários:
Sextas e sábados às 20h; domingos às 19h

Duração:
75 minutos

Classificação:
14 anos

Ingressos:
R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada mediante disponibilidade)

Capacidade:
96 lugares

Vendas:
no site Sympla
e na bilheteria do teatro

Informações:
O bar estará aberto uma hora antes do início de cada apresentação. Não há
lugares marcados; a ocupação da plateia ocorre por ordem de chegada.

Programação:

02/10 (sexta) – Daniela Spielmann & Sheila Zagury
– 30 Anos. Participação especial: Silvério Pontes

Há
30 anos, Daniela Spielmann e Sheila Zagury constroem juntas uma trajetória
marcada pela pesquisa, pela criação e pela paixão pela música brasileira.
Doutoras em Música e professoras, as duas transitam com liberdade entre o
choro, o jazz, a música de câmara e a improvisação, revisitando trabalhos como Mulheres
em Pixinguinha
, Brasileirinhas e Entre Mil… Você!, além de
apresentar composições do novo projeto Sororidades. O concerto ganha
ainda a participação especial do trompetista Silvério Pontes, parceiro de
Daniela em diferentes projetos, em um encontro que reúne piano, saxofone,
flauta e trompete em torno de três décadas de cumplicidade e música.

03/10 (sábado) – Ithamara Koorax “Bossa Project”

Uma
das vozes brasileiras de maior projeção internacional, Ithamara Koorax traz
ao Bossa Nova Sessions um repertório que faz parte de sua própria história na
música brasileira. Em Bossa Project, a cantora revisita canções que
gravou e interpretou ao lado de mestres como Tom Jobim, Luiz Bonfá, João
Donato, Marcos Valle, Eumir Deodato e Dom Um Romão
, atravessando a bossa
nova e suas conexões com o jazz. Com uma carreira construída entre o Brasil,
Estados Unidos, Europa e Japão, mais de duas décadas de discografia e parcerias
com nomes como Ron Carter, John McLaughlin, Larry Coryell e Gonzalo
Rubalcaba
, Ithamara reúne experiência, personalidade e uma voz reconhecida
internacionalmente para revisitar um repertório que conhece por dentro.

04/10 (domingo) – Moyseis Canta Chico

A
relação de Moyseis Marques com a obra de Chico Buarque atravessa sua trajetória
como cantor e compositor e aparece de forma especialmente potente em Canta
Chico
. Entre referências, afinidades e encontros, Moysés revisita canções
como Paratodos, Biscate, Mil Perdões e outras surpresas,
imprimindo ao repertório de Chico sua própria maneira de interpretar e de estar
no palco. Um espetáculo que há anos percorre diferentes palcos e segue
conquistando o público justamente pela força das canções e pela leitura pessoal
de Moysés — um encontro entre dois universos profundamente ligados à música
brasileira.

09/10 (sexta) – Júlia Borges “Nós e o Mar”

Em
Nós e o Mar, Júlia Borges (voz) percorre as muitas formas do amor na
bossa nova, reunindo canções de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Carlos Lyra,
Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Baden Powell e Marcos Valle. Com direção
musical, arranjos e piano de Isaías Alves (piano) e direção vocal de Jardel
Maia, o espetáculo reúne ainda Zé Luíz Maia (contrabaixo), Kleberson Caetano
(bateria), Tino Júnior (saxofone e flauta) e Murilo Alambert (guitarra), em uma
sonoridade que preserva a intimidade e o balanço da bossa. O repertório costura
clássicos como Nós e o Mar, Wave, Meditação, Pra Que
Chorar
, Berimbau e Samba de Uma Nota Só, tendo o mar do Rio
como fio condutor de uma narrativa feita de encontros, desejos, lembranças e
despedidas.

10/10 (sábado) – Elisa Queirós “Caminhos da Bossa”

Elisa
Queirós (voz) percorre a diversidade de compositores e influências que ajudaram
a formar a bossa nova, reunindo no repertório obras de Tom Jobim, Vinicius
de Moraes, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Marcos Valle, Baden Powell, Johnny
Alf, João Donato, Oscar Castro-Neves, Luiz Bonfá
e outros nomes
fundamentais. Ao lado de Zé Luiz Maia (contrabaixo e direção musical), Marcos
Nimrichter (teclado) e Cassius Theperson (bateria), Elisa apresenta clássicos
como Tim Tim por Tim Tim, Eu Vim da Bahia, É Preciso Perdoar
e Eu e a Brisa, em um show que celebra a riqueza de estilos, gerações e
caminhos que fizeram da bossa nova uma das expressões mais reconhecidas da
música brasileira.

11/10 (domingo) – Tico de Moraes “Bossa Jazz –
homenagem a Emilio Santiago”

Em
show solo, Tico de Moraes (voz e guitarra) apresenta um repertório dedicado à
bossa nova e ao encontro do gênero com o jazz americano, revisitando ainda
canções consagradas por Emílio Santiago, em homenagem ao cantor que
completaria 80 anos em 2026. Um show que aproxima a sofisticação harmônica da
bossa da liberdade do jazz e celebra a obra de um dos grandes intérpretes
brasileiros.

16/10 (sexta) – Leila Maria & Rodrigo Braga

17/10 (sábado) – Téo Lima & Bossa Rio recebem
Paula Maya Niemeyer

Em
uma parceria que começou em 2024, Téo Lima (bateria) e Paula Maya Niemeyer
(piano e voz) se reencontram no palco para apresentar músicas do álbum Rio
de Janeiro
e antecipar o repertório do próximo trabalho, dedicado a Tom
Jobim. Téo, um dos grandes bateristas da música brasileira, acompanha Ivan Lins
há mais de 20 anos e recebeu com ele o Latin Grammy de Melhor Diretor Musical,
além de ter trabalhado com nomes como Djavan e Elis Regina. Carioca radicada
nos Estados Unidos, Paula é pianista, cantora e compositora, membro votante do
Grammy® e premiada no Global Music Awards nas categorias de instrumentista,
jazz e bossa nova. Um encontro que une duas gerações em torno do Rio, da bossa
e de seus grandes compositores.

18/10 (domingo) – Victor Biglione “Uma Guitarra no
Tom”

Em
Uma Guitarra no Tom, Victor Biglione (guitarra) revisita a obra de Tom
Jobim a partir de uma relação que começou em 1977, quando o próprio maestro lhe
deu uma carta de recomendação para estudar na Berklee, em Boston. Desde então,
Biglione vem criando novas leituras para a obra de Jobim, reunindo clássicos
como Lígia, Fotografia, Água de Beber, Chovendo na Roseira, Vivo Sonhando e
Samba de Uma Nota Só
em uma abordagem que passeia pela bossa, pelo jazz,
pelo blues e por diferentes ritmos. O espetáculo, que conta com Augusto Mattoso
(baixo) e Vitor vieira (bateria), traz para o palco a experiência de um dos
grandes guitarristas da música brasileira em um tributo instrumental que
preserva a riqueza harmônica de Jobim ao mesmo tempo em que revela novas
possibilidades para suas melodias.

23/10 (sexta) – “Quarteto do Rio 10 anos”

Celebrando
uma década de trajetória, o Quarteto do Rio reafirma a tradição da harmonia
vocal brasileira e a herança de Os Cariocas, grupo fundamental na
história da bossa nova. A nova formação reúne Eloi Vicente (voz e violão),
Leandro Freixo (piano e voz), Rômulo Gomes (baixo e voz) e Kalebe (bateria e
voz), em um espetáculo que revisita arranjos de Eloi Vicente, Neil Teixeira
e Severino Filho
, além de clássicos da bossa nova e da MPB e sucessos do
álbum Mr. Bossa Nova, dedicado a Roberto Menescal. Uma celebração
de dez anos de música, tradição e renovação da linguagem vocal brasileira.

24/10 (sábado) – Gab Lara e Cello Cascino “Homenagem
a João Gilberto”

O
eco da voz de João Gilberto ressoa até os dias de hoje, inspirando novos
artistas com sua poesia e musicalidade. Nesse show intimista, Gab Lara e Cello
Cascino trazem um recorte do repertório de João; dos mais clássicos sambas às
canções menos lembradas. Um carioca e um paulistano, dois aficcionados pela
beleza bossanovista, suas harmonias sofisticadas e delicadeza melódica, agora
unidos em duas vozes e um violão. Cello e Gab, artistas conhecidos e admirados
em seus nichos, possuem seus próprios trabalhos autorais e agora se juntam pela
primeira vez para fazer essa homenagem.

25/10 (domingo) – Luana Mallet, José Arimatéia e João
Carlos Coutinho “Nossas Bossas”

Luana
Mallet (voz), José Arimatéa (trompete e flugelhorn) e João Carlos Coutinho
(piano) se encontram para revisitar clássicos da bossa nova e do samba-jazz,
reunindo experiência, sofisticação e diferentes gerações da música brasileira.
Luana, que recentemente homenageou Leny Andrade em uma formação com Coutinho e
Arimatéa, traz sua interpretação para um repertório que dialoga com a tradição
vocal do gênero, enquanto Coutinho, pianista, maestro e arranjador que
trabalhou com nomes como Tom Jobim e Leny Andrade, e Arimatéa, reconhecido por
sua atuação no jazz e na música instrumental brasileira, constroem juntos a
sonoridade do espetáculo. A apresentação conta ainda com a participação
especial de Bernadette Mallet (voz), ampliando o encontro entre vozes, sopros e
piano em uma celebração da bossa em suas diferentes nuances.

30/10 (sexta) – Andrea Veiga “Diz que Fui por Aí –
Tributo a Nara Leão”

Voz
e piano se entrelaçam para transformar música em memória e emoção. Andrea Veiga
(voz) revisita a trajetória da cantora que ficou conhecida como a “Musa da
Bossa Nova” e que esteve no centro dos encontros que deram origem ao movimento.
O repertório percorre diferentes momentos de sua carreira, da bossa nova à
música de protesto e ao samba, reunindo clássicos como O Barquinho, Diz que
Fui por Aí, Carcará e A Banda
. Atriz, cantora e jornalista, com ampla
experiência na MPB e nos musicais, Andrea divide o palco com Camilla Dias
(piano), sob direção de Luciana Braga, em um espetáculo que combina música e
histórias da vida de Nara para reencontrar uma artista de voz singular e legado
definitivo na música brasileira.

31/10 (sábado) – Carol Saboya “Bossas e outros sons”

Em
Bossas e Outros Sons, Carol Saboya (voz) celebra seus 25 anos de
carreira revisitando momentos de uma trajetória construída entre a bossa nova,
o jazz e a música brasileira. Filha do pianista, compositor e arranjador
Antonio Adolfo, Carol traz ao palco um repertório que atravessa seus 14 álbuns
e reúne clássicos como Pra Que Chorar, Fotografia e Sá Marina,
de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, entre outras canções que fazem parte de sua
história musical. Ao lado de Zezo Olimpio (piano), Pedro Moraez (contrabaixo) e
Gustavo Schnaider (bateria), a cantora apresenta um espetáculo que combina a
tradição da bossa com outras sonoridades da música brasileira.

01/11 (domingo) – Em Tom Maior “A Fotografia da
Bossa”

O
quinteto mergulha na riqueza harmônica da bossa nova, com especial atenção à
obra de Tom Jobim e aos grandes compositores que ajudaram a construir o gênero.
No palco, Marcelo Lorio (voz e violão) divide a cena com Fernando Carvalho
(violino), Sérgio Álvares (flauta e saxofone), Edu Lissovsky (bateria) e
Eristom Gonçalves (contrabaixo acústico), em um encontro que combina a
delicadeza da canção, a sofisticação dos arranjos e a força da música
instrumental brasileira.

06/11 (sexta) – Aleska Chediak Cello & Trio
homenageia

07/11 (sábado) – Maurício Einhorn & Gabriel Grossi
“Harmônicas de Duas Gerações”
O encontro coloca
frente a frente dois momentos fundamentais da história da harmônica na música
brasileira. Aos 94 anos, Maurício Einhorn reúne mais de oito décadas de
carreira e uma trajetória que passa pela bossa nova, pelo samba-jazz e pela
música instrumental, tendo acompanhado e gravado com nomes como Tom Jobim, Elis
Regina, Chico Buarque, Nara Leão, Baden Powell, Maria Bethânia, Gilberto Gil,
Sarah Vaughan e Nina Simone. Suas composições, entre elas Estamos Aí, Batida
Diferente
e Tristeza de Nós Dois, foram gravadas por artistas como
Tom Jobim, Leny Andrade, Cannonball Adderley e Herbie Mann. Ao seu lado,
Gabriel Grossi (harmônica) representa uma geração posterior e soma 15 álbuns e
parcerias com artistas como Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Milton Nascimento,
Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Jacob Collier, Snarky Puppy e Wynton
Marsalis. O encontro conta ainda com Vanessa Rodrigues (teclado) e Adrian
Barbet (baixo), em uma formação que aproxima mestres, gerações e linguagens e
revela a continuidade e a força da harmônica na música brasileira.

08/11 (domingo) – Quartetinho toca Vinicius de Moraes

Formado
em 2017 por músicos da UNIRIO, o Quartetinho apresenta um mergulho instrumental
na obra de Vinicius de Moraes, aproximando bossa nova, jazz e improvisação para
revisitar clássicos da música brasileira sob novos arranjos. A formação reúne
Calvin Sucena (guitarra), Danilo Aguiar (clarinete e saxofone), Fábio Diamante
(baixo) e Pedro Salek (bateria). Com quase duas mil apresentações em sua
trajetória, o grupo vem construindo uma presença marcante na cena musical
carioca e chega ao Café Pequeno com uma formação jovem e uma leitura
contemporânea para a obra de um dos grandes letristas e compositores
brasileiros.

Ficha técnica:

Idealização e produção: Amanda Bravo | Beco das Garrafas
Produções

Produção executiva: Luciana Moisakis e Monica Silva

Colaboração: João Luiz Azevedo e Marcia Milito

Direção técnica: Guilherme Miranda e Alexandre de Oliveira

Coordenação de som: Lupa

Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

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