Economia
Chateau Julie Lounge Boat volta a operar em Camocim com novo cardápio
O primeiro restaurante flutuante do Ceará voltou a navegar nas águas do Rio Coreaú com novo cardápio assinado por Chef Italiano.
Após consolidar sua presença com sucesso em Jericoacoara, o renomado Chateau Julie Lounge Boat volta a ancorar no píer de Camocim, promovendo um novo capítulo emocionante nas águas do Rio Coreaú.
Com o objetivo de enriquecer as experiências dos visitantes e atrair um público diversificado, o Chateau Julie Lounge Boat retornou com passeios desde o dia 18 de julho. As saídas acontecem de quarta a domingo a partir do Píer de Camocim. Além da navegacao pelo Rio Coreaú, passando pelo estuário de Camocim e observando a fauna e a flora local, a experiência ainda oferece um cardápio assinado pelo Chef Carlo Jr, o mesmo que também assina desde maio o menu do Ankura Bistrô & Bar. O profissional com vasta experiência em cruzeiros e restaurantes de renome, criou um menu compacto, com opções de saladas, massas e petiscos que combinam perfeitamente com a experiência à bordo.
Outros destaques dessa nova temporada do Lounge Boat são os formatos dos passeios que custam a partir de R$ 50 e o atendimento personalizado oferecido por uma equipe dedicada, pronta para proporcionar momentos memoráveis aos turistas e população de Camocim.
O passeio do pôr do sol continua sendo o ponto alto do Lounge Boat, podendo ser aproveitado com drinks refrescantes.
Com uma proposta que agrada a casais, famílias, grupos de amigos, empresas e celebrantes em geral, o Chateau Julie Lounge Boat se destaca como uma opção de entretenimento e lazer para todos os públicos.
Vale lembrar que os passeios devem ser agendados com antecedência, mas que o barco permanecerá ancorado com cardápio disponível durante a semana, das quartas-feiras aos domingos, odas 17h à meia-noite, proporcionando um ambiente acolhedor para desfrutar de uma refeição deliciosa ou de um animado happy hour.
Na agenda do lounge boat ainda estão previstas festas às sextas e sábados, quando o lounge do barco será transformado em uma balada, de acordo com a demanda, proporcionando momentos de diversão e entretenimento aos participantes.
Sobre o Chateau Julie Lounge Boat
O Chateau Julie Lounge Boat é uma experiência única de turismo fluvial que combina bem estar, gastronomia refinada e hospitalidade excepcional. Após ser um sucesso em Jericoacoara e agora ancorar no píer de Camocim, o barco oferece momentos memoráveis para seus passageiros, em meio a paisagens deslumbrantes e serviços de alta qualidade.
Com o compromisso que vai além de proporcionar uma simples viagem, busca-se oferecer uma jornada excepcional à beira-mar, unindo o encanto sereno de Camocim com enfoque no turismo sustentável. O barco permite aos visitantes desfrutarem das paisagens deslumbrantes que o Rio Coreaú oferece, a bordo de uma embarcação especialmente projetada para proporcionar conforto e sofisticação. Com práticas ecológicas em todos os aspectos de design e operações, o lounge boat é todo operado com energia solar e visa a minimização da pegada de carbono e a proteção dos ecossistemas locais.
Serviço
Funcionamento Píer de CAMOCIM
Aberto de quarta a domingo (quarta a sábado de 10h às 00h e domingos até 14h)
Passeios: 9h às 11h e 12h às 14h (quarta a domingo);
Passeio pôr do sol: 16h às 18h (quarta a sábado);
Balada: 21h às 00h (sextas e sábados – de acordo com as demandas e eventos);
Para mais informações e reservas: (85) 98144.4291
Instagram: @chateaujulie
Economia
Banco Central lança portabilidade de crédito no open finance
A partir do início do próximo ano, os clientes poderão transferir empréstimos de uma instituição financeira para outra de forma mais rápida e digital, em busca de juros mais baixos ou prestações menores. O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (28) a inclusão do serviço de portabilidade de operações de crédito no open finance, sistema financeiro aberto.

A novidade estará disponível ao público em geral a partir de fevereiro de 2026, começando pela modalidade de crédito pessoal. Nos meses seguintes, a portabilidade pelo open finance será estendida às demais modalidades de crédito.
Atualmente, consumidores podem pedir a portabilidade de empréstimos, mas o processo é considerado burocrático e pouco eficaz. Segundo o BC, o novo modelo não substitui as regras em vigor, mas acrescenta uma alternativa mais ágil, apoiada no compartilhamento padronizado de dados entre bancos e fintechs.
Em nota, o BC afirmou que a mudança deve “eliminar assimetrias de informação e barreiras operacionais”, além de tornar o processo mais eficiente. Com o open finance, o prazo máximo para conclusão das operações passará de cinco para três dias úteis — redução válida apenas para solicitações feitas dentro do ambiente digital do sistema.
Processo digital e maior concorrência
A operação será totalmente digital, realizada pelos aplicativos das instituições financeiras. O BC avalia que a automatização deve reduzir erros, custos e ampliar o acesso dos consumidores a ofertas de crédito mais vantajosas.
De acordo com o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, a proposta aproveita a infraestrutura do open finance para ampliar a concorrência no crédito.
“O que estamos fazendo é levar os benefícios do sistema para a portabilidade, com facilitação da troca de informações e melhor experiência para o cliente”, disse.
Implementação gradual
A Resolução Conjunta nº 15/2025, que formaliza a mudança, foi aprovada na quinta-feira (27) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas só foi explicada nesta sexta-feira pelo BC. A resolução permitirá a realização de testes restritos com a portabilidade do open finance, antes de fevereiro de 2026.
Após a liberação da portabilidade para crédito pessoal, o cronograma prevê testes para crédito consignado do setor público federal em agosto de 2026, com lançamento ao público em novembro. Outras modalidades de empréstimo serão incorporadas posteriormente.
O BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) afirmam que a nova portabilidade digital deve ampliar o alcance do open finance e aprofundar a integração entre instituições financeiras, com foco na melhoria da experiência do usuário.
O que é o open finance
Também chamado de sistema financeiro aberto, o open finance permite que clientes autorizem o compartilhamento de seus dados financeiros entre diferentes instituições. Na prática, o consumidor pode levar seu histórico bancário para outros bancos, movimentar contas em plataformas distintas e acessar serviços personalizados, com mais segurança, padronização e conveniência. O objetivo é aumentar a competição no mercado e facilitar o acesso a produtos financeiros mais vantajosos.
Economia
Brasil faz acordo de exportações com Filipinas, Guatemala e Nicarágua
O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias e fitossanitárias com Filipinas, Guatemala e Nicarágua para aumentar exportações de produtos agropecuários para esses países.

Nas Filipinas, as autoridades sanitárias aprovaram a exportação de gordura bovina, insumo utilizado na indústria de alimentos e na produção de energia de baixo carbono, especialmente o diesel verde e o sustainable aviation fuel (SAF).
Entre janeiro e outubro de 2025, o país do sudeste asiático importou quase US$ 1,5 bilhão em produtos agropecuários do Brasil.
Na Nicarágua, as autoridades fitossanitárias autorizaram o Brasil a exportar sementes de milheto, crotalária e nabo, insumos para a agricultura tropical, que contribuem para o aumento da produtividade e a redução da dependência de fertilizantes minerais. Entre janeiro e outubro de 2025, a Nicarágua importou cerca de US$ 55 milhões em produtos agropecuários do Brasil.
Já na Guatemala, o governo brasileiro obteve autorização fitossanitária para exportar arroz beneficiado. Em 2025, até outubro, o país importou mais de US$ 192 milhões em produtos agropecuários do Brasil.
“Os resultados reforçam a estratégia de diversificação de destinos e de produtos, incluindo itens de maior valor agregado”, disse em nota o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Economia
Projeto contra devedor contumaz separa joio do trigo, diz secretário
No dia seguinte à operação “Poço de Lobato”, que mirou sonegação fiscal de R$ 26 bilhões do Grupo Refit, do setor de combustíveis, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse que o projeto que tramita no Congresso contra devedores contumazes pode combater esse tipo de crime.

“Para a gente melhorar o tratamento para os bons contribuintes, é preciso separar o joio do trigo”, disse o secretário.
No caso do grupo que foi alvo da investigação da Receita, o crime envolvia um esquema para sonegação de tributos, evasão de divisas e ocultação de patrimônio.
Ele concedeu, nesta sexta (28), entrevista à Voz do Brasil, produzida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
O secretário da Receita salientou que são devedoras contumazes as pessoas que se utilizam da atividade empresarial ou da estrutura para não pagar tributo e com isso ter uma vantagem competitiva.
“No meio desse esquema todo, está um dos maiores devedores contumazes do Brasil, um grupo econômico cujo negócio principal é não pagar tributo”, explicou Robinson Barreirinhas.
“Pequena minoria”
Estariam no rol dos devedores contumazes aproximadamente mil contribuintes, dentre mais de 20 milhões de empresas brasileiras.
“É uma pequena minoria, mas que causa um estrago enorme em determinados setores”, afirma.
Barreirinhas esclarece que um empresário pode ficar eventualmente inadimplente ao ter dificuldade e não conseguir pagar tributos.
“Pode acontecer com qualquer um. Ele não é um devedor contumaz. Nós estamos falando daquele empresário que abre a empresa com a intenção de não pagar tributo”.
Por isso, o governo defende uma legislação mais dura contra esse tipo de crime.
“A dívida tem que ser superior a R$ 15 milhões e esse valor tem que ser superior ao patrimônio da empresa”, ponderou. Outra intenção do projeto, segundo o secretário, seria que a concorrência entre as empresas ficasse mais saudável. “Estamos falando dos devedores contumazes que devem mais de R$ 200 bilhões”.
O governo não tem expectativa de receber o dinheiro sonegado para os cofres públicos em função de que são empresas abertas sem patrimônio nenhum. “O que nós queremos é tirar elas do mercado e abrir espaço para que o bom empresário possa atuar”, ressaltou.


