Siga-nos nas Redes Sociais

São Paulo

Curso em São Paulo busca atender a demanda crescente por especialistas em ar-condicionado

Publicado

em

Curso em São Paulo busca atender a demanda crescente por especialistas em ar-condicionado
Divulgação / Refuturiza

Últimas vagas para formação em instalação, manutenção e higienização de aparelhos, uma oportunidade de ingresso em mercado com alta demanda e potencial de ganhos

A Refuturiza, ecossistema que une empregabilidade e educação, lança um novo curso presencial de instalação de ar-condicionado split na capital paulista. Com foco em capacitar profissionais para atender à crescente demanda no setor de refrigeração e climatização, o curso oferece formação prática e completa em instalação, manutenção e higienização de aparelhos. As aulas serão realizadas nos dias 5 e 6 de outubro (sábado e domingo), das 9h às 18h, na sede da Refuturiza, localizada na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 378, Bela Vista, São Paulo (SP).

Vagas disponíveis

Com 15 vagas disponíveis, o curso é uma oportunidade única para quem deseja entrar no mercado de trabalho com alto potencial de ganhos. Segundo dados do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a empregabilidade entre técnicos em refrigeração e climatização chega a 96,5% até um ano após a formação. Atualmente, grandes empresas que oferecem o serviço de forma terceirizada enfrentam dificuldades para contratar profissionais. 

Um diferencial de profissionais que se formarem pela Refuturiza é que terão acesso a vagas de emprego exclusivas, além de um suporte contínuo por meio de um grupo no WhatsApp em que será possível tirar dúvidas durante um ano.

Porque investir nessa formação:

  1. Curso 3 em 1: abrange instalação, manutenção e higienização de ar-condicionado Split.
  2. Potencial de ganhos: serviços de instalação geram de R$ 350,00 a R$ 800,00 por atendimento, enquanto a higienização rende de R$ 150,00 a R$ 250,00 por aparelho.
  3. Alta demanda no mercado: a necessidade por profissionais capacitados na área é crescente, proporcionando estabilidade e oportunidades imediatas de emprego.

Diferenciais do curso:

  1. Taxa de matrícula grátis
  2. Material didático impresso + certificado reconhecido
  3. Bônus extra com certificado: Curso NR35 EAD (trabalho em altura) + Curso Elétrica EAD
  4. Grupo no WhatsApp por um ano com suporte pós-curso
  5. Dicas exclusivas de fornecedores
  6. Mais de 1.400 técnicos já formados pelo método

Investimento:

  1. R$ 799,00 para o público geral
  2. R$ 699,00 para empresas parceiras
  3. R$ 599,00 para filiados ao CDT

As inscrições podem ser realizadas diretamente pelo WhatsApp, pelo número (11) 91360-9067.

Sobre a Refuturiza

Apoiada nos pilares de conexão, capacitação e gestão, a Refuturiza é um ecossistema de educação e empregabilidade que oferece mais 1.300 cursos com certificado, divulgando vagas de emprego e apoiando empresas e candidatos a realizarem processos seletivos de modo ágil e otimizado. Com mais de 1.000 empresas cadastradas e mais de 200 mil talentos em sua base, a Refuturiza oferece serviços personalizados para os segmentos B2B e B2C, cujos planos de acesso saem a partir de R$ 12,99 por mês. A Refuturiza integra o Grupo TODOS Internacional, enquanto braço de empregabilidade da marca, e é regida pelo modelo de gestão da Administração Solidária, onde o foco está na contribuição para o desenvolvimento social do país.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

São Paulo

“Boom Imobiliário em Praia Grande: Como Evitar Prejuízos e Garantir Segurança Jurídica na Compra do Seu Imóvel”

Publicado

em

Praia Grande, no litoral paulista, tem se consolidado como um dos municípios que mais crescem no Brasil. O boom imobiliário tem impulsionado a economia local e atraído investidores de diversas regiões do país. Recentemente, o ator Caio Castro se referiu à cidade como a “Miami brasileira” em um podcast, ressaltando a modernização e o desenvolvimento da região. No entanto, junto com as oportunidades, surgem também desafios no setor da construção civil.

O advogado Dr. Fábio Motta, presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB Praia Grande, alerta para os riscos que envolvem a compra de imóveis na cidade.

“Infelizmente, tem se tornado um mau hábito por parte de algumas construtoras em Praia Grande não entregar os empreendimentos na data estipulada em contrato. Recentemente, tivemos um caso de uma grande construtora que faliu, deixando mais de 15 empreendimentos abandonados e cerca de 2.000 unidades de apartamentos não entregues. Famílias que depositaram o suor de uma vida inteira no sonho do apartamento na praia, outras que entregaram sua própria casa para a construção de um novo empreendimento, hoje têm apenas um terreno baldio no local.”

Diante desse cenário, é fundamental que compradores estejam atentos antes de investir em um imóvel na planta. Adquirir um apartamento em construção envolve riscos, e são poucas as garantias de que o empreendimento será, de fato, entregue. Para minimizar os perigos de um mau negócio, o Dr. Fábio Motta recomenda algumas precauções essenciais:

Checar o histórico da construtora – Verifique se a empresa tem cumprido os prazos de entrega em outros empreendimentos.

Consultar possíveis processos judiciais – Veja se a construtora tem ações na Justiça por atraso na entrega.

Verificar a matrícula do imóvel – Certifique-se de que a incorporação está devidamente averbada no cartório de registro de imóveis e se o regime é de afetação ou não.

Identificar o financiamento da obra – Caso a construção seja financiada por um banco, há uma maior garantia de que a obra será concluída.

Analisar os valores de venda – Se o preço do imóvel estiver muito abaixo do valor de mercado, o risco pode ser maior.

Além disso, quem já recebeu o imóvel adquirido na planta deve exigir a escritura em seu nome o quanto antes.

“Na dúvida, antes de fechar qualquer negócio, consulte sempre um advogado especializado para levantar essas informações e verificar a procedência do empreendimento. A segurança jurídica é essencial para evitar prejuízos e garantir que o sonho do imóvel próprio não se transforme em pesadelo”, conclui o Dr. Fábio Motta.

Diante do crescimento acelerado de Praia Grande, a assessoria jurídica especializada torna-se indispensável para investidores e compradores. Um mercado imobiliário aquecido traz oportunidades, mas também exige cautela para que os consumidores não sejam prejudicados por práticas abusivas de construtoras e incorporadoras.

Continue Lendo

São Paulo

Médico sexologista João Borzino dá sete dicas de como fazer sexo anal sem dor

Publicado

em

O terapeuta sexual também fala sobre os tabus e os riscos da prática

O sexo anal sempre foi envolto em tabus culturais, religiosos e morais. Em muitas sociedades, já foi visto como pecado, crime ou até mesmo um comportamento desviante. No entanto, ao longo da história e com o avanço da ciência e da sexologia, a compreensão sobre o sexo anal mudou, tornando-se um tema mais debatido e aceito, ainda que envolto em precon

Segundo o médico sexologista e terapeuta sexual João Borzino, sexo anal tem registros em culturas antigas, desde o Egito Antigo até a Grécia e Roma, onde era praticado tanto por casais heterossexuais quanto por relações homoafetivas.

“Na Grécia, por exemplo, o sexo entre homens mais velhos e jovens aprendizes fazia parte de um modelo de educação aristocrática.Com o crescimento do cristianismo, práticas sexuais que não tinham fins reprodutivos passaram a ser condenadas, e o sexo anal foi criminalizado em muitos países. Durante a Idade Média, a Igreja Católica o considerava um pecado grave, punido em alguns casos com a pena de morte”, conta.

“Nos tempos modernos, a visão sobre o sexo anal tem variado de acordo com fatores culturais e políticos. Em alguns países ocidentais, ele passou a ser desmistificado, enquanto em outros continua sendo um tema proibido, com leis que criminalizam sua prática”, completa.

No Brasil, de acordo com João Borzino, o sexo anal foi por muito tempo um grande tabu, principalmente devido à forte influência da Igreja Católica e à moral conservadora que dominava o país até meados do século XX. “Nos anos 1970 e 1980, com a revolução sexual e a liberação da pornografia, o sexo anal começou a ser mais discutido e explorado, mas ainda sob um viés pejorativo e muitas vezes fetichizado.Hoje, com o acesso à informação e a crescente abertura para diálogos sobre prazer e sexualidade, muitas pessoas heterossexuais passaram a ver o sexo anal como uma prática natural dentro da vida sexual, e estudos indicam que sua aceitação tem crescido”, relata,

Anatomia e Fisiologia do Sexo Anal vs. Sexo Vaginal

O médico diz que ânus e a vagina são estruturas anatômicas completamente diferentes, e entender suas distinções é essencial para uma prática segura e prazerosa.

“Vagina
• A vagina é um órgão flexível e elástico, projetado para expandir e se contrair durante a penetração e o parto.
• Possui lubrificação natural, facilitando o ato sexual.
• Tem um pH ácido, que protege contra infecções”

“Ânus
• O ânus é uma estrutura de tecido muscular com dois esfíncteres (interno e externo) que controlam a saída de fezes.
• Não possui lubrificação natural, o que exige o uso de lubrificantes para evitar dor e lesões.
• Suas paredes são mais sensíveis e suscetíveis a microfissuras”

Estudos recentes apontam que o sexo anal é mais comum do que se imagina: Um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) revelou que cerca de 36% das mulheres e 44% dos homens heterossexuais já praticaram sexo anal pelo menos uma vez na vida.

No Brasil, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa de Mercado (2019) mostrou que cerca de 30% dos casais heterossexuais já experimentaram sexo anal, sendo que 15% o praticam regularmente.Outra pesquisa, publicada no Journal of Sexual Medicine (2022), aponta que o prazer no sexo anal depende diretamente do preparo adequado e da comunicação entre os parceiros.

Apesar de ser uma prática comum, o sexo anal apresenta alguns riscos se não for realizado corretamente: O médico listou eles:

1. Risco de fissuras e lesões – A ausência de lubrificação natural pode causar microfissuras no ânus, levando a dor e sangramentos.
2. Maior risco de infecções – O ânus tem uma mucosa mais sensível e propensa a infecções, incluindo DSTs como HPV, sífilis e HIV.
3. Incontinência anal – Práticas frequentes sem o devido preparo podem enfraquecer o esfíncter anal, levando a problemas de controle fecal em longo prazo.
É necessário usar preservativo e lubrificante?
Sim, o uso de preservativo e lubrificante é fundamental para a segurança e o conforto:
• Preservativo: Evita DSTs e reduz o contato com bactérias presentes no ânus.
• Lubrificante: Deve ser à base de água ou silicone, pois evita dor e lesões. Lubrificantes à base de óleo devem ser evitados, pois podem danificar o preservativo.

1. Comunicação e Consentimento

O sexo anal deve ser uma escolha mútua, sem pressões. Converse com seu parceiro(a) sobre expectativas e limites.

2. Relaxamento e Preparo
O ânus deve estar relaxado para evitar dor. Técnicas como massagens ou a estimulação manual podem ajudar.

3. Lubrificação Adequada
o Use lubrificantes à base de água ou silicone para reduzir atrito e desconforto.

4. Introdução Gradual
o Comece com estímulos leves, como os dedos ou um plug anal, antes da penetração.

5. Posições Confortáveis
o Algumas posições, como de lado ou de quatro apoios, ajudam a manter o ânus relaxado e permitem mais controle sobre a profundidade e velocidade.

6. Evite Troca Entre Sexo Anal e Vaginal Sem Higienização
A troca direta pode causar infecções vaginais. Caso haja mudança, lave bem o pênis ou troque o preservativo.

7. Cuidados Pós-Sexo
o Após o sexo anal, é recomendável urinar e lavar a região com água morna e sabão neutro para evitar infecções.

João Borzino esclarece que sexo anal é uma prática comum e, quando feita de forma consciente e respeitosa, pode ser uma experiência prazerosa. “No entanto, ele exige cuidados específicos para garantir a segurança e o conforto dos parceiros. O tabu sobre o tema ainda persiste, mas com mais informações e educação sexual, é possível promover uma vivência mais saudável e sem preconceitos sobre a sexualidade.
Se houver dúvidas ou desconforto, buscar um especialista em saúde sexual pode ser uma excelente alternativa para orientações personalizadas”, finaiiza

 

Continue Lendo

São Paulo

92% das agressões contra mulheres ocorreram na presença de terceiros; adv explica se a testemunha pode responder criminalmente

Publicado

em

A criminalista Suéllen Paulino, que também atua a favor dos direito das mulheres, pontua por que um número tão baixo de vítimas denuncia o agressor

Um levantamento do Datafolha, encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelou que 91,8% das agressões contra mulheres nos últimos 12 meses ocorreram na presença de terceiros. O dado reforça que a violência de gênero não acontece apenas em momentos isolados ou escondidos, mas sim diante de familiares, amigos e até desconhecidos.Quem omite o crime pode até responder judicialmente, segundo a advogada Suèllen Paulino, que atua com Direito Criminal e Direito de Família

“Mesmo com testemunhas, a omissão ainda é um problema. Quem presencia um crime e não aciona a polícia pode responder por omissão de socorro, conforme prevê o artigo 135 do Código Penal. Se a vítima estiver em perigo grave e a testemunha puder agir sem risco, mas não o fizer, a pena pode chegar a 1 ano de detenção. Em casos mais graves, o silêncio pode ser interpretado como conivência, aumentando a responsabilidade legal do omisso”, explica.

Outro dado preocupante da pesquisa mostra que, mesmo diante da violência, apenas 25,7% das mulheres recorreram a órgãos oficiais para pedir ajuda no último ano. De acordo com a advogada, esse número tão baixo pode ser explicado por diversos fatores, entre eles:

• Medo de represálias: Muitas vítimas vivem sob ameaças constantes e temem que denunciar possa piorar sua situação.
• Dependência financeira e emocional: A falta de autonomia econômica pode fazer com que a mulher se sinta presa ao agressor.
• Desconfiança no sistema de justiça: Algumas mulheres não denunciam porque acreditam que nada será feito ou que não serão protegidas.
• Falta de apoio da família e sociedade: Em muitos casos, a vítima não recebe apoio necessário para romper o ciclo da violência.
• Vergonha e culpa: Muitas mulheres ainda carregam o peso da culpa, resultado de uma cultura que normaliza e minimiza a violência doméstica.

Suéllen Paulino afirma que a punição para agressores depende da gravidade do crime cometido.

A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) estabelece uma série de medidas protetivas para as vítimas e prevê penas que variam conforme a conduta do agressor.
• Lesão corporal (art. 129, § 9º do Código Penal) – Pena de 1 a 4 anos de prisão.
• Ameaça (art. 147 do Código Penal) – Pena de 6 meses a 2 anos de prisão.
• Descumprimento de medida protetiva – Pena de 3 meses a 2 anos de prisão.
• Feminicídio (art. 121, § 2º, VI, do Código Penal) – Pena de 12 a 30 anos de reclusão.

É preciso mudar esse cenário. Apesar dos avanços na legislação, os números mostram que ainda há muito a ser feito para garantir a proteção das mulheres vítimas de violência, de acordo com a advogada criminalista. “Além de reforçar a fiscalização das leis já existentes, é essencial que haja maior conscientização da sociedade, campanhas educativas e um sistema de acolhimento mais eficiente”, completa.

Suéllen diz que o papel das testemunhas também é fundamental. “Denunciar pode salvar vidas. Em caso de violência contra a mulher, qualquer pessoa pode ligar para o Ligue 180, canal gratuito e confidencial de atendimento, ou para o 190, da Polícia Militar, em casos de emergência”

Ela pondera que a luta contra a violência de gênero não é apenas uma responsabilidade do Estado, mas de toda a sociedade. “O silêncio também mata – e cada denúncia pode ser a chance de uma mulher recomeçar sua vida longe do ciclo da violência”, finaliza.

Continue Lendo