Manter uma empresa ativa no Brasil é um desafio que vai muito além de uma boa ideia ou de força de vontade. Dados do mercado indicam que cerca de 80% das empresas brasileiras encerram suas atividades após quatro ou cinco anos de operação. Para especialistas, o principal motivo está no chamado “Custo Brasil”, um conjunto de entraves estruturais, tributários e burocráticos que impactam diretamente a sobrevivência e o crescimento dos negócios. Nesse cenário, a gestão estratégica e o planejamento financeiro se tornam decisivos, como destaca o especialista em administração Pedro Amaral Junior.
Com formação acadêmica em Administração de Empresas e ampla experiência operacional no setor empresarial, Pedro construiu sua trajetória com foco no empreendedorismo e no controle rigoroso do capital investido. Reconhecido por parceiros como um profissional diferenciado, ele conquistou credibilidade junto a grandes Home Centers do Estado de Pernambuco, resultado de um trabalho pautado em organização, visão de médio e longo prazo e saúde financeira dos projetos que lidera.
“O empreendedor brasileiro enfrenta um ambiente hostil, e sem planejamento o risco de fechar as portas é enorme. A gestão financeira precisa ser tratada como prioridade desde o primeiro dia”, afirma Pedro Amaral Junior.
Um dos maiores obstáculos apontados por ele é a complexidade do sistema tributário brasileiro. Desde a Constituição de 1988, mais de 517 mil normas tributárias foram editadas, gerando insegurança jurídica e custos elevados para as empresas. Além disso, o Brasil possui uma das maiores cargas tributárias da América Latina, próxima de 33% do PIB, o que pressiona margens e dificulta investimentos.
“O empresário não sofre apenas com impostos altos, mas com a dificuldade de entender e acompanhar regras que mudam constantemente”, explica. Segundo Pedro, a transição para a Reforma Tributária também traz incertezas, especialmente para quem precisa planejar investimentos de longo prazo.
A burocracia excessiva é outro fator que pesa contra o empreendedor. Processos para abertura, manutenção e encerramento de empresas consomem tempo, recursos e energia. Licenças, alvarás e exigências de fiscalização elevam os custos operacionais e afastam muitos empreendedores do foco principal, que deveria ser o crescimento do negócio.
“O tempo gasto com burocracia no Brasil é tempo que deixa de ser investido em inovação, estratégia e desenvolvimento da empresa”, destaca Pedro Amaral Junior.
Além dos fatores externos, ele chama atenção para falhas internas comuns nas empresas brasileiras. Cerca de 40% dos empresários, segundo estudos de mercado, não possuem preparo técnico ou experiência em gestão. A falta de controle de caixa, o mau gerenciamento de estoques e lideranças despreparadas figuram entre as principais causas de fechamento precoce.
“Não basta vender bem. É preciso controlar custos, planejar o fluxo de caixa e tomar decisões baseadas em dados”, pontua. Para Pedro, a ausência de inovação e a baixa digitalização também reduzem a competitividade, especialmente em um mercado cada vez mais dinâmico.
Atrelando conhecimento administrativo a projetos bem estruturados, Pedro Amaral Júnior acredita que o sucesso empresarial é uma construção possível, mesmo em um ambiente desafiador. “Com disciplina, estratégia e visão de longo prazo, é possível transformar desafios em oportunidades reais de crescimento”, conclui.