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Epilê lança reparador labial com óleo de rosa mosqueta
A Epilê, marca brasileira de cosméticos, acaba de lançar seu primeiro reparador labial: o S.O.S. Lábios. O produto chega para atender a um segmento em expansão dentro da rotina de cuidados pessoais: a saúde e o bem-estar dos lábios. Para o diretor do Laboratório Aclimação, Mateus Enrique Argentieri, o movimento acompanha uma tendência clara de mercado. “O mercado de cuidados labiais acompanha a valorização crescente da estética e do bem-estar no dia a dia. Vimos aí uma oportunidade estratégica de ampliar nosso portfólio com um produto que traduz a essência da Epilê: confiança, inovação e acessibilidade”, afirma.
Há mais de 30 anos, a Epilê foi pioneira ao lançar no Brasil o óleo de rosa mosqueta 100% puro, ativo reconhecido por sua eficácia na regeneração da pele. O reparador labial resgata essa tradição e a transforma em uma solução contemporânea, adaptada às necessidades climáticas e culturais do consumidor brasileiro. A fórmula reúne óleo de rosa mosqueta, óleo de girassol, vitamina E e poliisobuteno. Em conjunto, esses componentes promovem hidratação imediata, regeneração celular, proteção antioxidante e maior retenção de umidade. “O grande desafio foi unir eficácia reparadora com textura agradável para o consumidor brasileiro. Desenvolvemos uma fórmula leve, não pegajosa, com acabamento translúcido e efeito semelhante a um gloss delicado, mas com função reparadora intensiva”, explica a farmacêutica Camila de Oliveira.
Os benefícios percebidos incluem hidratação instantânea, suavização da sensação de ressecamento e maior conforto. Em médio prazo, o uso contínuo favorece a regeneração da pele labial, melhora a elasticidade, previne rachaduras e contribui para lábios mais macios e nutridos. Pensado especialmente para mulheres de 25 a 40 anos, que conciliam rotinas intensas com momentos de autocuidado, o reparador tem aroma frutado de melancia e embalagem em formato gloss de acrílico, que garante praticidade, higiene e experiência de uso diferenciada. Seu apelo, no entanto, é universal, alcançando diferentes perfis de consumidores que valorizam a praticidade e saúde da pele.
Vegano e livre de testes em animais, o lançamento reforça o compromisso da marca com práticas sustentáveis. Posicionado como uma alternativa de qualidade premium com valor competitivo, democratiza o acesso a um cuidado essencial. “O setor de cosméticos é altamente competitivo, mas nossa proposta é clara: entregar soluções inovadoras e acessíveis, sem abrir mão da excelência técnica. Esse lançamento reforça nosso compromisso em crescer de forma sustentável e ampliar a relevância da Epilê no cotidiano dos consumidores”, complementa Mateus. O reparador labial já está disponível em farmácias, perfumarias, no e-commerce da marca e em marketplaces parceiros.
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O protocolo queridinho do verão que redefine contornos e devolve firmeza à pele
Combinando Liftera e Coolfase, o tratamento atua na estrutura e na parte superficial da pele para melhora da flacidez e redefinir contornos corporais
O verão ainda nem começou, mas os consultórios já respiram a pressa de quem quer chegar à estação com a pele mais firme, o contorno mais definido e com menos flacidez. No radar de quem foge de bisturis e agulhas, um novo protocolo vem ganhando status de protagonista da temporada: o CooLift, que une o ultrassom microfocado Liftera e a radiofrequência monopolar Coolfase, uma dupla que atua nas camadas mais profundas da pele até a superfície, entregando melhora de textura, sustentação e um efeito lifting que não precisa de filtro. Fabricados na Coreia do Sul, os aparelhos são representados no Brasil pela Entera, empresa focada em produtos estéticos de alta tecnologia com exclusividade médica.
“O CoolLift é um protocolo que trata de dentro para fora. Começamos com o Liftera, que atua nas camadas musculares e de gordura, e finalizamos com o Coolfase, que aumenta a espessura e firmeza da pele, oferecendo um resultado global: menos flacidez, mais definição e uma pele visivelmente mais densa, lisa e rejuvenescida. É como passar o ferro na roupa: a cereja do bolo”, explica a médica Marcelle Caramez.
Se originalmente o CoolLift ficou conhecido pelos resultados faciais, sua versão corporal ganhou protagonismo entre os protocolos de verão. A dermatologista Fernanda Nunes destaca que o tratamento é especialmente eficaz no combate à flacidez solar, aquela causada pela exposição ao sol e perda de colágeno, e na melhora da textura da pele em áreas críticas. “O foco corporal do CoolLift é tratar a gordura localizada enquanto melhora a flacidez e a rugosidade da pele. O Liftera trabalha nas camadas mais profundas, promovendo uma compactação progressiva, enquanto o Coolfase atua de forma mais superficial, entregando resultados imediatos de firmeza e uniformidade”, explica. E o melhor de tudo: sem dor e sem downtime, é possível sair da sessão e ir para os compromissos.
Quanto tempo até os resultados
Os efeitos do protocolo podem ser observados logo após a primeira sessão, com melhora contínua nas semanas seguintes. “O Coolfase já entrega uma melhora importante da flacidez e da regularidade da pele, especialmente em áreas como abdômen, braços, coxas e joelhos. O Liftera, por sua vez, estimula o colágeno e o processo de compactação dos tecidos, com o resultado máximo evidenciado após cerca de três meses”, complementa a Dra. Fernanda.
Segundo as médicas, a combinação das duas tecnologias permite resultados progressivos e naturais, dispensando o tempo de recuperação que geralmente acompanha procedimentos invasivos. O protocolo pode ser realizado ao longo do ano, mas ganha destaque no pré-verão por sua capacidade de promover uma pele mais firme e uniforme, pronta para ser exibida com confiança.
Nova geração de protocolos “indetectáveis”
Esqueça o efeito “pele esticada demais”, a nova geração de tratamentos estéticos aposta em resultados sutis, quase imperceptíveis, que respeitam o tempo e a estrutura do corpo. O CoolLift se insere nesse movimento de transição, o da beleza que não quer mais apagar sinais, mas aprimorar o que já existe.
A tendência reflete uma mudança de mentalidade: cada vez mais, pacientes buscam tecnologias que entregam resultado sem a aparência de “procedimento feito”. A combinação entre o ultrassom microfocado e a radiofrequência monopolar responde a esse novo olhar, em que ciência e sensibilidade caminham juntas. No lugar de transformações drásticas, a promessa é de um efeito progressivo, com melhora da firmeza e da textura da pele, mas mantendo a naturalidade intacta.
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O Novo Rosto: Entre a Liberdade e a Máscara
Nos últimos anos, a expressão “novo rosto” deixou de ser metáfora e tornou-se um dos grandes símbolos da transformação cultural contemporânea. Mais do que moda, é um paradigma em mutação: já não falamos apenas de estética, mas de como entendemos identidade, imagem e autenticidade.
A medicina estética alcançou um grau de sofisticação sem precedentes. Preenchimentos, bioestimuladores e tecnologias a laser já não são apenas correções discretas: são ferramentas capazes de reescrever narrativas pessoais, alinhando o espelho com a forma como cada indivíduo deseja ser percebido.
O rosto, epicentro da identidade humana, sempre foi mais do que pele e traços. Ele carrega histórias, origens, emoções e valores. Alterá-lo, ainda que levemente, é intervir na própria biografia. E é aí que surge a questão crucial: estaríamos diante de uma vaidade fútil ou de um exercício legítimo de liberdade?
“As redes sociais complicaram ainda mais esse dilema. Filtros e avatares criam belezas virtuais que inspiram e oprimem, oferecendo modelos tão sedutores quanto inatingíveis. O risco é óbvio: perder a singularidade na busca por um rosto que se confunde com pixels e tendências passageiras”, ressalta o cirurgiao plástico Eduardo Sucupira, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
É nesse ponto que a ética médica deve ser inegociável. Sucupira reforça que o cirurgião plástico não pode ser cúmplice da padronização, mas guardião da diversidade facial e da saúde emocional dos pacientes. “Como ensinava o professor Ivo Pitanguy, “a cirurgia plástica deve servir para harmonizar o corpo com a alma, e não para fabricar máscaras”. Essa visão filosófica ressoa ainda mais forte hoje, quando a tentação do artifício digital ameaça apagar a verdade interior”, lembra Sucupira.
A estética, portanto, não é mero artifício de embelezamento. Ela é instrumento de reinvenção pessoal e, ao mesmo tempo, campo de responsabilidade ética. “O “novo rosto” digno de celebração não é o homogêneo, moldado pela ansiedade de pertencimento, mas aquele que nasce da convergência entre tecnologia, autenticidade e verdade interior. Porque, no fim, a verdadeira transformação estética não está no espelho, mas na coerência entre quem somos e como decidimos ser vistos”, conclui o cirurgiao plástico Eduardo Sucupira..
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O “arquiteto da autoestima”: Como um médico carioca revoluciona a medicina estética com abordagem única no Brasil



