Exposição
Exposição no Farol Santander revela a trajetória e a estética do circo no Brasil
Com curadoria de Diana Malzoni, a mostra convida o público a explorar, de forma lúdica e interativa, a trajetória do circo no Brasil
Os visitantes serão conduzidos por um percurso sensorial com imagens, objetos e obras que destacam a força simbólica do circo, incluindo trabalhos originais das coleções do Santander Brasil. Fabio Francisco e Diana Malzoni.
Entre os destaques, está a exibicão inédita do filme Sua Majestade Piolin (1971), de Suzana Amaral, que resgata a memória do artista, admirado até pelos modernistas de 1922. Além disso, a mostra também celebra a importância das escolas de circo e destaca Zé Wilson, fundador do Circo Spinelli e do Circo Escola Picadeiro. O Farol Santander São Paulo, centro de cultura, lazer, turismo e gastronomia, inaugura, no dia 23 de maio, sexta-feira, a exposição O Circo no Brasil, com curadoria de Diana Malzoni, que propõe um mergulho na trajetória da arte circense no Brasil, revelando sua arquitetura nômade, seus personagens emblemáticos e sua importância como patrimônio cultural e afetivo do país. O público poderá visitar a exposição, que ocupa os 23° e 22° andares, até 24 de agosto. A mostra é apresentada pelo Ministério da Cultura, Zurich Santander, Santander Asset Management e Santander Brasil.
“O circo é uma das expressões artísticas mais encantadoras que temos. Ele chegou ao Brasil no século XIX e, desde então, espalha alegria pelos quatro cantos do país. Com o tempo, ganhou sotaque, alma brasileira e personagens inesquecíveis. A exposição O Circo no Brasil é um convite para reviver essa magia que emociona, diverte e deixa o coração mais leve”, comenta Maitê Leite, vice-presidente Executiva Institucional do Santander Brasil.
De forma lúdica e interativa, o público é conduzido por um percurso sensorial que combina fotografias, vídeos, objetos históricos, maquetes e instalação holográfica, destacando a força simbólica e estética do circo ao longo dos séculos.
“A exposição convida o público a mergulhar nesse universo mágico. Nela, são redescobertas as raízes ancestrais do circo e o espírito familiar e itinerante que o move, além da celebração da riqueza dessa arte no país”, afirma a curadora Diana Malzoni.
A exposição
No 23º andar, o espaço “Pano de Roda” convida os visitantes a entrar em cena e refletir sobre o
papel do palhaço como espelho da humanidade. A exposição presta homenagem a quatro grandes nomes da palhaçaria nacional: Piolin, Picolino, Arrelia e Torresmo, cujas trajetórias se confundem com a própria história do circo no Brasil. Esses artistas levaram o riso e a crítica social ao picadeiro e, mais tarde, à televisão, eternizando bordões, músicas e personagens que fazem parte da cultura popular.
A arquitetura circense também é abordada em detalhes, desde as estruturas mais rudimentares como o “tapa-beco” e o “pau fincado”, até o moderno circo americano, destacando a criatividade dos artistas em criar palcos móveis, resistentes e acolhedores. Um dos pontos altos é a abordagem da vida nômade das trupes, que cruzavam o país com
caminhões, lanchas, jangadas e até aviões para levar seus espetáculos aos mais distantes públicos do Brasil.
No mesmo andar, os visitantes ainda podem conferir uma seleção de vídeos documentais e
registros raros, que trazem à tona depoimentos, trechos de apresentações históricas,
bastidores e reconstruções da estética circense em movimento. Os vídeos revelam o cotidiano
sob a lona, os bastidores da criação artística e a intimidade de famílias que viveram, e ainda
vivem do picadeiro, além de resgatar momentos emblemáticos da trajetória de artistas como
Piolin e Arrelia.
Um dos destaques inéditos dos vídeos apresentados é a exibição digital do filme histórico “Sua
Majestade Piolin”, dirigido por Suzana Amaral em 1971, uma raridade cinematográfica que
resgata a memória e a importância do artista que inspirou até os modernistas da Semana de
Arte de 1922 (Confira o vídeo completo). Além do vídeo, também será exibido o curta-metragem Le Grand Cirque Calder 1927, no qual
um circo inteiro ganha vida em um pequeno palco improvisado pelas mãos do artista Alexander Calder. Bonecos de arame e tecido encenam espetáculos acrobáticos, números de domadores e mágicas encantadoras, tudo em miniatura, mas cheio de expressão. Filmado por Jean Painlevé, revelando com humor e delicadeza, o universo lúdico criado por Calder, onde a
arte se move, respira e diverte. (Confira o vídeo completo)
A exposição também conta com um espaço interativo, onde os visitantes podem experimentar,
como artistas por um momento, as sensações de estar sob o picadeiro: há estações com
mágicas, números de fakir, malabarismo e equilíbrio, que simulam o desafio e a beleza desses números clássicos. Um diorama cenográfico completa a ambientação, tornando a experiência acessível e imersiva para todas as idades. O público também é convidado a conhecer os bastidores dessa arte por meio de um camarim cenográfico, que apresenta figurinos, espelhos
e adereços utilizados pelos artistas, revelando os detalhes e a preparação por trás do espetáculo.
Ao finalizar este andar, o público é surpreendido por uma instalação holográfica com performances de artistas circenses contemporâneos, levando o picadeiro para dentro da exposição com a magia de números poéticos e ousados. Um convite sensorial que mostra que o circo segue vivo e se reinventando.
No 22º andar, um vídeo animado protagonizado pelas palhaças Emily e Manela narra, com
leveza e humor, a trajetória do circo desde suas raízes até sua reinvenção contemporânea. Maquetes explicam com riqueza de detalhes a arquitetura nômade circense, revelando as
soluções criativas para a montagem dos espetáculos em movimento.
O acervo visual e textual evidencia o cotidiano das famílias circenses, as festas, os treinos, os
desafios logísticos e a vida por trás do picadeiro. Também ganha espaço o circo-teatro brasileiro, uma expressão genuinamente nacional, marcada por artistas como Benjamin de Oliveira, primeiro palhaço negro do Brasil e referência em inovação cultural, e Antenor Pimenta, pioneiro da cenografia e dos efeitos especiais, criador do Gran Circus Rosário.
A mostra ainda celebra a relevância das escolas de circo, que desde os anos 1970 vêm garantindo a formação de novas gerações. Ganha destaque a trajetória de Zé Wilson, fundador do Circo Spinelli e do Circo Escola Picadeiro. Figurinos e um camarim cenográfico completam a
homenagem ao universo dos bastidores e à continuidade dessa arte como herança viva.
Obras apresentadas na exposição
Além da experiência interativa, a mostra apresenta um conjunto de 20 obras, que exploram o imaginário circense por meio da pintura, fotografia e escultura. São trabalhos de diferentes épocas e linguagens que ampliam a leitura sobre o circo e sua estética simbólica, emocional e popular.
A exposição também reúne obras originais selecionadas da Coleção Santander Brasil, oferecendo ao público um recorte especial de seu acervo, além de trabalhos pertencentes à coleção da curadora Diana Malzoni e Fabio Francisco.
Sobre Diana Malzoni
Diana Malzoni se formou pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São
Paulo em 1973. Desde 1981, ela comanda seu próprio escritório, o “Diana Malzoni
Arquitetura”. Com uma carreira de sucesso que já ultrapassa 40 anos, Diana acredita que a parceria entre o cliente e o escritório de arquitetura é fundamental para alcançar resultados excelentes. Possui um portfólio diversificado, incluindo projetos de grande porte e de diferentes naturezas.
Também é reconhecida por seu envolvimento com projetos sociais, como a sede do Instituto
Nyingma do Brasil, o projeto de revitalização do Abrigo Vovó Iza e a coordenação dos projetos
da Casa da Criança no Recanto Primavera. Ela também realizou projetos de revitalização de
condomínios, como o Condomínio Tocantins em Guarujá, o Edifício Siena e o Edifício Guarantã
em São Paulo.
O Santander Brasil acredita, investe e promove o acesso às mais distintas manifestações
culturais e a democratização da cultura para a sociedade. Em 2023, o Banco entrou oficialmente no universo da música, patrocinando grandes shows internacionais.
Além de patrocinar e promover parcerias com instituições e iniciativas culturais, como Museu
do Amanhã (RJ), Festival de Música em Trancoso (BA) e a restauração do Mural Batalha dos
Guararapes (PE) e do Museu do Ipiranga (SP), o Santander mantém seus próprios
empreendimentos, como os Faróis Santander Porto Alegre e São Paulo, além do Teatro
Santander e 033 Rooftop, na capital ptico e sustentável”, a companhia conta com mais de 8 milhões de clientes e
distribui seus produtos de seguros e previdência através da rede de distribuição do Banco
Santander.
Sobre o Farol Santander São Paulo
Desde sua inauguração em janeiro de 2018, o Farol Santander São Paulo – centro de cultura,
turismo, lazer e gastronomia – já recebeu mais de 1,8 milhão de visitantes e chega a sua 62ª
exposição, sempre nos eixos temáticos e imersivos, especialmente pensados para o público.
Construído para preservar o passado, iluminar o presente e transformar o futuro, o Farol
Santander tem atrações que ocupam 18 dos 35 andares do edifício de 161 metros de altura
que, por décadas, foi a maior estrutura de concreto armado da América do Sul.
As visitas começam pelo Hall do térreo, que surpreende com o famoso lustre de 13 metros de
altura, pesando mais de 1,5 tonelada, passando pela Loja da Cidade e seguindo até o 26° andar.
No Mirante do 26, o visitante poderá apreciar deliciosos cafés por Mag Café, enquanto admira
uma das vistas mais famosas de São Paulo.
Do 24° ao 19° andar estão as galerias de arte que recebem exposições temporárias,
apresentando trabalhos de diversos artistas nacionais e internacionais.
Do 6º ao 2º andar, nos Espaços Memória, os visitantes podem conhecer a história do prédio e
da própria cidade de São Paulo. Esses andares preservam mobiliário original, executado pelo
Liceu de Artes e Ofícios, expostos nas salas de reuniões, diretoria e presidência, ambientadas
sonoramente para simular o funcionamento de uma instituição bancária na primeira metade
do século XX. Na galeria do 4º andar fica a obra Vista 360°, feita pelo artista brasileiro Vik
Muniz exclusivamente para o Farol Santander São Paulo.
A galeria Memória do 6 (sexto andar) foi projetada em diferentes núcleos. São pinturas,
fotografias, mapas, desenhos, gravuras, mobiliários bancários, moedas e instalações artísticas.
Além disso, foram construídas três salas de reunião para eventos e atividades diversas,
ampliando ainda mais a oferta do Farol Santander como um ponto de encontro para arte,
negócios e cultura. A sala Sabiá-Laranjeira comporta até 22 pessoas sentadas, já a sala
Beija-flor comporta 10 pessoas. Por fim, a sala Bem-te-vi pode receber até 12 pessoas
sentadas. No subsolo do edifício, onde funcionava o cofre do Banco, está instalado o Bar do Cofre por
SubAstor. O bar é ambientado com as características da época e pitadas contemporâneas em
design e mobiliários, com carta de drinks especiais e aperitivos.
Outro espaço conectado à gastronomia é a Cozinha do 31 por Accademia Gastronomica, um
ambiente exclusivo para eventos gastronômicos. E no 28º andar, o Boteco do 28 por Bar da
Cidade, com um menu em referência à culinária da antiga paulistânia, nascida da união entre
ingredientes e costumes indígenas e portugueses.
Mais um diferencial da instituição é a inusitada Pista do 21 por Rajas Skatepark, com
instrutores homologados pela Federação Paulista da modalidade indoor. A pista de skate fica
localizada no 21º andar do edifício e pode ser reservada para livre circuito de até sete skatistas
por bateria, além de oferecer agendamento de aulas.
Além dos andares culturais e gastronômicos, o prédio possui dois espaços exclusivos para
eventos. No 25° andar, um incrível ambiente de 400m² decorado com elegante design, o Loft
do 25, é um local sofisticado e contemporâneo que se adapta a diversos formatos de eventos,
de casamentos a comemorações, passando por locação de filmes e novelas. E, no 8° andar, a
Arena do 8 é o espaço ideal para palestras, encontros e debates, oferecendo equipamentos de
áudio e vídeo, além da linda vista para o Vale do Anhangabaú e Avenida São João.
Serviço:
Exposição O Circo no Brasil
Endereço: Rua João Brícola, 24 – Centro (estação São Bento – linha 1, azul do metrô)
Quando: de 23 de maio a 24 de agosto de 2025
Funcionamento: terça-feira a domingo
Horários: 09h às 20h
Ingressos: R$ 45,00 (R$ 22,50, meia-entrada)
Compra online: Site do Farol Santander São Paulo – clique aqui – vendas também na bilheteria
local
Cliente Santander: 10% de desconto comprando com o cartão Santander (em até 8 ingressos).
Cliente Santander Select: 10% de desconto comprando com o cartão Santander Select (em até
8 ingressos), e prioridade na fila de entrada para o Farol.
Site Farol Santander: farolsantander.com.br
Classificação: livre
Exposição
Solano Aquino apresenta “Memórias Sobre Pedras” na Praia do Arpoador
Solano Aquino apresenta “Memórias Sobre Pedras” na Praia do Arpoador
No dia 19 de novembro de 2025, às 15h, o artista Solano Aquino realiza a ação Memórias Sobre Pedras na Praia do Arpoador, próximo ao Largo do Millôr, no Rio de Janeiro. A proposta parte do chão como território criativo, compreendo-o como um diário artístico, onde cada mancha de tinta registra o diálogo entre a dureza da natureza e a fluidez da imaginação. A paisagem do Arpoador assume o lugar de coautora do trabalho, participando ativamente da criação do artista.
Outro eixo da ação é a relação entre corpo, roupa e espaço: “Se a pedra pode ser vista como a pele da terra, a roupa funciona como a pele do artista”, afirma Solano. Em performances anteriores, o artista utilizou suas próprias calças como extensão da tela, criando uma ponte simbólica entre corpo, natureza e cidade.
Em Memórias Sobre Pedras, o público é convidado a participar dessa experiência doando calças jeans usadas, que serão incorporadas à instalação. O gesto coletivo se conecta ao conceito de florestamento do pensamento, proposto pelo artista, e reflete sobre o reuso de materiais que guardam memórias e afetos. Durante a ação, Solano também estará aberto a ouvir as histórias que acompanham cada peça doada, transformando lembranças pessoais em parte viva da obra.
A instalação estabelece uma relação direta com a natureza, formando uma espécie de floresta simbólica construída a partir de materiais recicláveis do próprio ateliê do artista. A ação acontece durante a semana da COP30, reforçando a importância da arte como meio de reflexão sobre sustentabilidade, regeneração e coexistência entre o humano e o natural.
Além da ação participativa, serão apresentadas 49 telas (canvas), resultado de experimentações realizadas a partir do contato direto com o ambiente. Entre pedra e tecido, corpo e cidade, Memórias Sobre Pedras amplia a noção de arte urbana, mostrando como até a matéria mais rígida pode ser atravessada pela criação, abrindo fissuras poéticas no concreto da vida cotidiana.
A ação acontece em único dia, como uma experiência efêmera que convida o público à troca, à escuta e ao gesto de partilha que a arte pode provocar.
Sobre o artista
Solano Aquino é biólogo artista natural de Apucarana (Paraná – PR), onde vive e desenvolve seu trabalho. Sua prática artística começa a se desenvolver através da convivência com a natureza e do cuidado com os ecossistemas, experiências que moldaram seu olhar e seu gesto criativo. A relação com o plantio de árvores e a observação de processos naturais inspira cada obra, que busca refletir a conexão entre o ser humano e o mundo que nos cerca.
Rompendo com os limites tradicionais da pintura, Solano explora materiais inusitados como vassouras, estopas, pedras, terra, raízes e seivas, criando trabalhos que vão transitar entre diferentes suportes artísticos: pinturas, esculturas, intervenções e performances. Cada obra é resultado de processos vivos, onde o gesto, a matéria e o tempo se entrelaçam.
Entre suas exposições recentes estão Sobre Pedras (Curitiba e Santo André, 2025) e Viva (São José do Barreiro, 2025) (Atibaia e Londrina, 2025). Solano também desenvolve oficinas e palestras, acreditando que a arte pode ser uma experiência sensível e provocadora, capaz de nos fazer repensar nossa relação com a natureza. Ou melhor dizendo, reflorestar nosso pensamento.
SERVIÇO
Exposição Memórias Sobre Pedras – Solano Aquino
Data: 19 de novembro de 2025
Horário: 15h
Local: Praia do Arpoador – próximo ao Largo do Millôr (Avenida Francisco Bhering, 181 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22080-050)
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Mais informações: https://www.instagram.com/solanomartinsaquino/ |
www.solanoart.com
Cultura
Reta final de “Anos-Luz”: instalação e encontros que celebram 120 anos da Light terminam em novembro no MAM Rio
Público tem últimas oportunidades de vivenciar a obra e participar dos encontros no espaço expositivo com entrada franca
Anos-Luz, criada e dirigida pela multiartista Bia Lessa em celebração aos 120 anos da Light, entra em seus últimos dias de exibição no MAM Rio. A instalação, que já recebeu mais de 30 mil visitantes desde a abertura, permanece em cartaz apenas por mais duas semanas e oferece uma experiência imersiva que combina arte, luz, som e narrativas sobre tempo, memória e energia.
O encerramento da exposição também marca as duas últimas edições do ciclo de debates “Conversas Anos-Luz”, que, ao longo de oito encontros, reuniu artistas e pensadores de diferentes áreas — entre eles Nuno Ramos, Silviano Santiago, Luisa Duarte, Moreno Veloso e Luiz Camillo Osório. As conversas, que exploram as relações entre luz e sombra, espaço e tempo sob múltiplas perspectivas, já atraíram cerca de 600 participantes presencialmente, além de ser integralmente disponibilizada no canal do Rio Memórias, no YouTube.
As duas últimas edições do ciclo acontecem dentro do próprio espaço expositivo e terão como convidados o cineasta Júlio Bressane, o guitarrista Pedro Sá e o grupo musical QP-P, sob mediação de Maria Borba. A proposta é manter o caráter de diálogo fluido e intimista que marcou os encontros anteriores. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas.

Confira a programação:
SÁB, 08 NOV — 16h
Conversas Anos-Luz: “O olho merece mais o nome de luz do que a assim chamada luz”
Com Júlio Bressane e Pedro Sá. Mediação: Maria Borba.
- Júlio Bressane é cineasta brasileiro, autor de filmes aclamados pela crítica, como Cleópatra (apresentado no Festival de Veneza e premiado no 40º Festival de Brasília, em 2007), além de títulos marcantes da década de 2010, como Educação Sentimental, Garoto, Beduíno e Sedução da Carne.
- Pedro Sá é guitarrista, baixista, vocalista e produtor musical. Participou de inúmeros projetos e gravações, trabalhando com artistas como Tom Jobim, Adriana Calcanhotto, Jorge Ben Jor, Lenine e Caetano Veloso (na Banda Cê). Integra também a Orquestra Imperial e o grupo Rubinho e Força Bruta, de Rubinho Jacobina, além do projeto +2, com Moreno Veloso, Domenico Lancellotti e Alexandre Kassin.
DOM, 16 NOV — 17h
Apresentação musical de encerramento da exposição.
Com QP-P.
- QP-P, formado no Rio de Janeiro no coletivo “Free at Last”, dedica-se à improvisação livre e à música indeterminada. Com formações e instrumentações variadas, o grupo interpreta obras de compositores como Karlheinz Stockhausen, Hans-Joachim Koellreutter e Pauline Oliveros, além de criações próprias dos integrantes., Koellreutter e Pauline Oliveros, além de composições próprias dos integrantes.
Sobre a instalação Anos-Luz
A instalação foi pensada especialmente para o espaço arquitetônico do MAM Rio, onde os diversos espaços imersivos de luz e elementos da expografia estão conectados por linhas elásticas que simulam fios da rede elétrica e vibram, representando as conexões ou ligações. São 1.845 m² de área ocupada pela instalação, que utiliza 65 mil metros de elástico branco, 42 projetores e uma obra inédita do artista plástico, escritor e professor carioca Milton Machado, medindo 18 metros de comprimento e 7 metros de largura. Parte da instalação também ocupa a área externa do museu, no pilotis.
O termo ano-luz, que serve como título da mostra, é uma unidade de comprimento usada para expressar distâncias astronômicas, e é equivalente a cerca de 9,46 trilhões de quilômetros (9,46×1012 km). Um ano-luz é a distância que a luz viaja no vácuo em um ano juliano (365,25 dias). Uma medida que impõe um limite rígido, do que não pode ser observado.
A exposição Anos-Luz tem realização do Rio Memórias e é patrocinada pela Light, Governo do Estado do Rio de Janeiro, pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
SERVIÇO:
Temporada da exposição: até 16 de novembro.
Horários de visitação:
Quartas, quintas, sextas, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Aos domingos, das 10h às 11h, visitação exclusiva para pessoas com deficiência intelectualLocal: MAM RIO
Endereço: av. Infante Dom Henrique, 85- Aterro do Flamengo – Rio de Janeiro
O MAM Rio não tem cobrança de ingressos; a entrada é gratuita para todos os públicos.
Mais informações para a imprensa
Carlos Pinho – Fato Coletivo
Contatos: (21) 98633-3032 | fatocoletivo@gmail.com
Sobre a Light
Presente em 31 municípios do estado do Rio de Janeiro, incluindo toda a Região Metropolitana, a Light é uma das maiores distribuidoras de energia do Brasil. Todos os dias, cerca de 11,6 milhões de pessoas – cerca de 70% da população do RJ – realizam sonhos, constroem projetos, desfrutam de momentos importantes e saem para trabalhar com a energia levada pela companhia, que completou 120 anos e tem sua história interligada ao desenvolvimento do estado.
Com um time de 11 mil profissionais diretos e indiretos e investimento constante em equipamentos e tecnologia de ponta para a manutenção de sua rede, a Light monitora em tempo real toda a sua área de cobertura para prestar um serviço eficiente e de qualidade.
Sobre o MAM Rio
Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro é referência nacional e internacional em arte moderna e contemporânea. Localizado no icônico edifício projetado por Affonso Eduardo Reidy, com jardins de Roberto Burle Marx, o museu promove exposições, cursos, mostras de cinema e diversas atividades culturais, além de abrigar um extenso acervo artístico.
Sobre o Rio Memórias
Fundado em 2019, o Rio Memórias é uma organização social dedicada a promover a história e a cultura da cidade do Rio de Janeiro. O Rio Memórias é patrocinado pela Norsul, Kasznar Leonardos, Impulso e Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura, pela Light e pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Banco BTG Pactual e Elogroup através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
Exposição
Galeria de Arte IBEU reabre o tradicional edital “Novíssimos” e inicia a seleção de artistas para 2026/2027
A Galeria de Arte IBEU, um dos espaços mais tradicionais dedicados à arte contemporânea no Rio de Janeiro, retorna com o Edital Novíssimos, selecionando artistas de todo o país para compor a programação do biênio 2026-2027. O Novíssimos consolidou-se como uma referência no incentivo a novos talentos e na difusão da arte brasileira. As inscrições gratuitas estão abertas até 16 de novembro de 2025, pelo site do IBEU.
Fundada em 1960, em Copacabana, a galeria foi palco de exposições de grandes nomes da arte nacional, como Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, entre muitos outros. Em 2017, o espaço ganhou nova sede no bairro do Jardim Botânico, onde mantém a proposta de fomentar a arte e ampliar o diálogo entre artistas, público e curadoria.
“O retorno do Edital Novíssimos representa uma retomada simbólica e importante para o circuito cultural carioca, marcando a reabertura das convocatórias públicas da galeria após o período de interrupção durante a pandemia. A iniciativa reforça o papel do IBEU como plataforma de estímulo à produção artística contemporânea e espaço de diálogo entre arte, ciência, tecnologia e cultura”, destaca a equipe da Comissão Cultural do IBEU.
Aberto a artistas brasileiros e estrangeiros residentes no país há pelo menos dois anos, o edital busca projetos que dialoguem com eixos curatoriais definidos pela Comissão Cultural do IBEU como Memória, História e Territorialidade; Conexões Transculturais entre Brasil e EUA; Arte e Tecnologia; Arte e Sustentabilidade; Experimentações e Novos Suportes; e Arte Interativa.
Reconhecido por revelar nomes e abrir caminhos no cenário das artes visuais, o Edital Novíssimos reafirma a missão da Galeria de Arte IBEU de democratizar o acesso à arte e incentivar a diversidade de linguagens e expressões.
Mais informações e o edital completo estão disponíveis em: https://portal.ibeu.org.br/ibeu-cultural/edital/
Serviço:
Inscrições: até 16 de novembro de 2025
Local das exposições: Galeria de Arte IBEU – Rua Maria Angélica, 168, Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Edital completo e inscrições: https://portal.ibeu.org.br/ibeu-cultural/edital/
Contato: l-cultural@ibeu.org.br



