Rio de Janeiro
Governo do Estado investe R$ 12 milhões no Programa Hub RJ para startups no Rio

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Faperj está lançando um novo edital, o HUB RJ Startup 2025, com aporte recorde de R$ 12 milhões para startups inovadoras. O anúncio foi feito, nesta terça-feira (25/03), durante um encontro para empreendedores, investidores e especialistas que querem impulsionar a inovação no estado, realizado na Casa Firjan, em Botafogo. As propostas online podem ser enviadas de 31 de março a 29 de abril.
O programa oferecerá até R$ 80 mil por projeto, além de mentorias e suporte especializado. O objetivo é incentivar, estimular, apoiar e promover iniciativas relacionadas à inovação e tecnologia digital.
Ao todo, 250 serão escolhidas para um rigoroso processo de aceleração, e 150 avançarão para a fase final de investimento. Além disso, equipes de coordenadores, agentes de inovação e professores estarão à disposição dos empreendedores para oferecer suporte especializado.
Para o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Anderson Moraes, este edital representa um avanço para o ecossistema de startups do estado.
- Nosso objetivo é transformar o Rio de Janeiro em um grande hub de inovação digital, criando novas oportunidades e fortalecendo o setor com um investimento inédito- afirmou.
Até o final do programa, as startups poderão desenvolver e implementar estratégias promovendo sua inserção bem-sucedida no mercado. O foco será na autonomia econômica e financeira das startups. Como resultado desse estímulo, o desenvolvimento das ideias propostas nos projetos contemplados pode levar à criação de empresas de base tecnológica.
- A edição de 2025 representa um marco na história do nosso ecossistema de inovação. Com esse investimento recorde, estamos criando um ambiente propício para startups crescerem e contribuírem para o desenvolvimento econômico e tecnológico do estado- destacou a presidente da Faperj, Caroline Alves.
Investimento para alavancar negócios
O Rio de Janeiro está se consolidando como um dos principais polos de inovação do Brasil. Os editais da Faperj desempenham um papel fundamental no fomento à inovação e no fortalecimento do empreendedorismo no estado. Ao oferecer financiamento para pesquisas aplicadas, desenvolvimento tecnológico e startups, esses editais possibilitam a transformação de ideias inovadoras em negócios viáveis, impulsionando a competitividade e a geração de empregos.
A sócia da startup MF Papaya, Fernanda Arêdes, como o fomento recebido pela Faperj ajudou sua empresa a crescer. Doutora em Genética e Melhoramento de Plantas, ela foi bolsista do edital Doutor Empreendedor e desenvolveu uma tecnologia inovadora para o agronegócio.
- Desenvolvemos tecnologia para entregar as mudas certas, que são apenas as hermafroditas, aos produtores de mamão. Isso evita o corte de mudas e permite um incremento de 30% na produção e a antecipação da colheita e da receita em até 30 dias. Graças ao edital da Faperj, foi possível desenvolver essa tecnologia capaz de revolucionar o plantio de mamoeiros e o agronegócio no estado do Rio de Janeiro”, declarou.
Para José Mauro Granjeiro, pesquisador do Inmetro e membro da Rede NanoSaúde, apoiada pela Faperj, o edital representa uma grande oportunidade para transformar pesquisas em negócios reais.
- O edital traz a oportunidade para os nossos jovens empreendedores transformarem as ideias em soluções, que possam chegar ao mercado. Essa é uma peça de conexão entre a academia e a prateleira, e esse hub tem o potencial de fazer isso – afirmou.
Mais de 200 startups apoiadas
O HUB RJ Startup já apoiou 260 startups, consolidando o Rio de Janeiro como um polo de inovação no Brasil. O programa visa transformar o estado do Rio de Janeiro em ambiente propício e atrativo para o desenvolvimento de todo o ecossistema relacionado ao empreendedorismo digital e o desenvolvimento e fortalecimento de vantagens competitivas associadas ao progresso técnico.
O coordenador do Hub de Inovação, Rogério Pires, também ressaltou a importância do suporte estratégico.
- Queremos garantir que os empreendedores tenham acesso a mentorias especializadas e recursos que possibilitem o desenvolvimento de soluções inovadoras, fortalecendo startups em todas as regiões do Rio de Janeiro- pontuou.
Iniciativa oferecerá até R$ 80 mil por projeto, um recorde do projeto da Faperj
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Faperj está lançando um novo edital, o HUB RJ Startup 2025, com aporte recorde de R$ 12 milhões para startups inovadoras. O anúncio foi feito, nesta terça-feira (25/03), durante um encontro para empreendedores, investidores e especialistas que querem impulsionar a inovação no estado, realizado na Casa Firjan, em Botafogo. As propostas online podem ser enviadas de 31 de março a 29 de abril.
O programa oferecerá até R$ 80 mil por projeto, além de mentorias e suporte especializado. O objetivo é incentivar, estimular, apoiar e promover iniciativas relacionadas à inovação e tecnologia digital.
Ao todo, 250 serão escolhidas para um rigoroso processo de aceleração, e 150 avançarão para a fase final de investimento. Além disso, equipes de coordenadores, agentes de inovação e professores estarão à disposição dos empreendedores para oferecer suporte especializado.

Para o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Anderson Moraes, este edital representa um avanço para o ecossistema de startups do estado.
– Nosso objetivo é transformar o Rio de Janeiro em um grande hub de inovação digital, criando novas oportunidades e fortalecendo o setor com um investimento inédito- afirmou.
Até o final do programa, as startups poderão desenvolver e implementar estratégias promovendo sua inserção bem-sucedida no mercado. O foco será na autonomia econômica e financeira das startups. Como resultado desse estímulo, o desenvolvimento das ideias propostas nos projetos contemplados pode levar à criação de empresas de base tecnológica.
– A edição de 2025 representa um marco na história do nosso ecossistema de inovação. Com esse investimento recorde, estamos criando um ambiente propício para startups crescerem e contribuírem para o desenvolvimento econômico e tecnológico do estado- destacou a presidente da Faperj, Caroline Alves.
Investimento para alavancar negócios
O Rio de Janeiro está se consolidando como um dos principais polos de inovação do Brasil. Os editais da Faperj desempenham um papel fundamental no fomento à inovação e no fortalecimento do empreendedorismo no estado. Ao oferecer financiamento para pesquisas aplicadas, desenvolvimento tecnológico e startups, esses editais possibilitam a transformação de ideias inovadoras em negócios viáveis, impulsionando a competitividade e a geração de empregos.
A sócia da startup MF Papaya, Fernanda Arêdes, como o fomento recebido pela Faperj ajudou sua empresa a crescer. Doutora em Genética e Melhoramento de Plantas, ela foi bolsista do edital Doutor Empreendedor e desenvolveu uma tecnologia inovadora para o agronegócio.
– Desenvolvemos tecnologia para entregar as mudas certas, que são apenas as hermafroditas, aos produtores de mamão. Isso evita o corte de mudas e permite um incremento de 30% na produção e a antecipação da colheita e da receita em até 30 dias. Graças ao edital da Faperj, foi possível desenvolver essa tecnologia capaz de revolucionar o plantio de mamoeiros e o agronegócio no estado do Rio de Janeiro”, declarou.
Para José Mauro Granjeiro, pesquisador do Inmetro e membro da Rede NanoSaúde, apoiada pela Faperj, o edital representa uma grande oportunidade para transformar pesquisas em negócios reais.
– O edital traz a oportunidade para os nossos jovens empreendedores transformarem as ideias em soluções, que possam chegar ao mercado. Essa é uma peça de conexão entre a academia e a prateleira, e esse hub tem o potencial de fazer isso – afirmou.
Mais de 200 startups apoiadas
O HUB RJ Startup já apoiou 260 startups, consolidando o Rio de Janeiro como um polo de inovação no Brasil. O programa visa transformar o estado do Rio de Janeiro em ambiente propício e atrativo para o desenvolvimento de todo o ecossistema relacionado ao empreendedorismo digital e o desenvolvimento e fortalecimento de vantagens competitivas associadas ao progresso técnico.
O coordenador do Hub de Inovação, Rogério Pires, também ressaltou a importância do suporte estratégico.
– Queremos garantir que os empreendedores tenham acesso a mentorias especializadas e recursos que possibilitem o desenvolvimento de soluções inovadoras, fortalecendo startups em todas as regiões do Rio de Janeiro- pontuou.
Rio de Janeiro
Advogada Suéllen Paulino diz que vitória de Luana Piovani na Justiça reforça o direito das vítimas de violência à liberdade de expressão

O ator Dado Dolabella fez uma queixa-crime contra a atriz que expôs um caso de agressão
A recente decisão da 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve o indeferimento da queixa-crime ajuizada por Dado Dolabella contra sua ex-namorada Luana Piovani, traz à tona uma discussão jurídica de extrema relevância: o direito da vítima de violência de expor publicamente seus agressores, sem que isso configure crime contra a honra.
O caso ganhou repercussão após Piovani publicar um vídeo em suas redes sociais, no início de 2024, criticando a participação de Wanessa Camargo no programa BBB 24 e referindo-se a Dado Dolabella — então companheiro da cantora — como “criminoso”. A declaração gerou desconforto, e Dolabella ingressou com queixa-crime, alegando que havia sido vítima de calúnia, injúria e difamação (arts. 138 a 140 do Código Penal).
A defesa de Dolabella sustentou que a fala da atriz ultrapassava os limites da liberdade de expressão, atribuindo-lhe dolo específico de ofender sua imagem pública, difamar sua reputação e imputar falsamente a prática de crime. No entanto, a 3ª Vara Criminal de São Paulo rejeitou a pretensão inicial.
O juiz Carlos Eduardo Lora Franco fundamentou que os fatos narrados por Piovani eram verídicos, públicos e notórios, inclusive amparados por decisões judiciais anteriores que reconheceram episódios de violência doméstica envolvendo o ator.
De acordo com a advogada criminalista Suéllen Paulino, que também atua em defesa das mulheres, ao analisar o recurso, o Tribunal de Justiça confirmou a sentença e destacou que, ao contrário do alegado por Dolabella, não houve qualquer excesso ou abuso por parte de Luana Piovani. “A manifestação da atriz se enquadrou no direito à liberdade de expressão da vítima, especialmente quando relacionada a episódios de violência de gênero já reconhecidos judicialmente”, esclarece Suéllen.
Ela explica que o ponto central da discussão jurídica envolve o necessário equilíbrio entre dois direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal:
• o direito à honra, imagem e reputação (art. 5º, X), e
• o direito à liberdade de expressão e manifestação de pensamento (art. 5º, IV e IX).
Suéllen afirma que a sentença e o acórdão do TJSP caminham no sentido de que, quando a fala da vítima se baseia em fatos verídicos — ou seja, quando há um histórico de condenações ou decisões judiciais reconhecendo os atos denunciados — não se pode falar em crime contra a honra. Isso se alinha ao entendimento já consolidado pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 130, que reconhece a liberdade de expressão como pilar essencial do Estado Democrático de Direito, sendo vedada qualquer forma de censura prévia.
“Mais do que isso, a jurisprudência atual tem caminhado para reconhecer que a tentativa de silenciar a vítima por meio do uso indevido do sistema de Justiça, como no caso das queixas-crime com alegações infundadas, pode representar uma forma de revitimização institucional — o que é expressamente vedado pela Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006)”, pontua.
Suéllen Paulino destaca que essa decisão representa um importante precedente para outras vítimas de violência, sobretudo mulheres em situação de vulnerabilidade que temem falar sobre suas experiências por receio de represálias judiciais.
“O Judiciário, ao reconhecer o direito à palavra da vítima, fortalece a confiança das mulheres na Justiça e sinaliza que o sistema não será cúmplice do silenciamento.Ainda que o direito à honra deva ser protegido, é necessário que ele não seja utilizado como instrumento de opressão, especialmente em contextos de violência doméstica. A exposição pública de um agressor, quando feita de forma legítima, contextualizada e baseada em fatos concretos, não pode ser criminalizada sob pena de inverter os papéis entre vítima e ofensor”.
Segundo a advogada, sob o prisma técnico, a improcedência da queixa-crime é coerente com os critérios legais dos crimes contra a honra. “Para que esses delitos se configurem, é necessário dolo específico de ofensa — o que não se vislumbra quando a manifestação está amparada por fatos verídicos e decorre do exercício legítimo da liberdade de expressão”, comenta.
Ela afirma que a decisão não cria um salvo-conduto para que se faça acusações infundadas ou ofensas gratuitas nas redes sociais. Ao contrário: reafirma que a liberdade de expressão deve ser exercida com responsabilidade, mas não deve ser limitada quando sua finalidade é o relato de uma experiência pessoal marcada por dor e violência.
Suéllen destaca que neste sentido, a Justiça paulista atuou em consonância com os princípios constitucionais e com a evolução jurisprudencial no enfrentamento à violência de gênero, garantindo à vítima o direito de narrar sua história sem medo, sem censura e, sobretudo, sem ser colocada novamente no lugar de ré.
“Casos como este nos convidam a refletir sobre a função pedagógica do Direito Penal: ele não deve servir de escudo para proteger a reputação de quem já foi legalmente responsabilizado por práticas violentas, tampouco pode ser instrumento para reprimir o grito de quem sobreviveu. A fala da vítima é parte do processo de reparação e ressignificação — e deve ser acolhida, não punida”, frisa.
“Às vítimas, a orientação é clara: o relato da verdade, desde que responsável é baseado em fatos concretos, é protegido pelo ordenamento jurídico. Aos advogados e operadores do Direito, cabe zelar para que o sistema de Justiça não seja deturpado por iniciativas que visam calar quem já sofreu demais”, completa a advogada.
Rio de Janeiro
Câmara Municipal cria frentes parlamentares para defender transporte, inclusão e combate à fome

Desde que assumiu seu primeiro mandato na Câmara Municipal, o vereador Fábio Silva (Podemos) tem demonstrado comprometimento com pautas essenciais para a cidade e sua população. Em pouco tempo, já está à frente de importantes Frentes Parlamentares, que visam melhorias concretas na mobilidade urbana, no apoio às famílias atípicas e no combate à fome e à pobreza.
Mais mobilidade: Defesa da Linha 4 do Metrô
Uma das primeiras iniciativas de Fábio Silva foi integrar a Frente Parlamentar em Defesa da Continuidade das Obras da Linha 4 do Metrô. A ampliação dessa linha é fundamental para desafogar o trânsito, melhorar a qualidade de vida dos cariocas e garantir um transporte público mais eficiente.
Inclusão e suporte às famílias atípicas
A Frente Parlamentar em Defesa e Valorização das Famílias Atípicas surge para dar visibilidade a essas demandas e garantir inclusão, acessibilidade e suporte adequado.
“É hora de dar voz a quem precisa ser ouvido! Com diálogo e ações concretas, vamos construir uma cidade mais justa, onde cada família receba o suporte necessário para viver com dignidade e respeito”, destaca o vereador.
Combate à fome e à pobreza: prioridade no mandato
Outro grande desafio do Rio de Janeiro é o combate à fome e à pobreza. Diante dessa realidade. À Frente Parlamentar de Combate à Fome e à Pobreza, vem com o compromisso de fortalecer políticas públicas que garantam mais dignidade e oportunidades para os mais vulneráveis.

Entre as principais ações estão:
✅ Expansão de programas de segurança alimentar – Apoio a iniciativas que garantam comida na mesa das famílias mais necessitadas.
✅ Geração de emprego e renda – Estímulo a políticas que capacitam e inserem pessoas no mercado de trabalho.
✅ Parcerias estratégicas – Trabalho conjunto com entidades sociais, igrejas e empresas para ampliar ações contra a fome.
✅ Defesa de políticas sociais – Apoio a projetos que garantam benefícios e assistência para quem mais precisa.
“A luta contra a fome exige compromisso e união. Nosso mandato está nessa batalha, cobrando medidas efetivas e criando iniciativas para que ninguém seja deixado para trás”, reforça Fábio Silva.
Rio de Janeiro
Nona Fase do Projeto Águas da Guanabara Inicia com 1,2 Mil Toneladas de Resíduos Removidos

Nesta quarta-feira (12), tem início a nona fase do Projeto Águas da Guanabara, que mobiliza pescadores das colônias Z8 e Z9 – representantes, respectivamente, de Niterói e Magé. A iniciativa tem como objetivo promover a sustentabilidade da pesca e a recuperação ambiental da Baía de Guanabara, por meio do monitoramento ambiental, capacitação técnica e implementação de práticas sustentáveis.
O Projeto Águas da Guanabara reúne, nesta fase, cerca de 50 barcos, 100 pescadores, um grupo de apoio e 9 técnicos de campo, dados referentes à colônia Z9, em Magé. A ação visa fortalecer a integração entre as comunidades pesqueiras e os órgãos técnicos, contribuindo para a conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento econômico regional.
A presidente da colônia Z9, Elaine Cristina, destacou a importância dessa nova etapa:
“Estamos entusiasmadas com essa fase, que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade e a preservação da Baía de Guanabara, garantindo condições melhores para a nossa comunidade.”
Da mesma forma, o presidente da colônia Z8, Gilberto, ressaltou os avanços obtidos:
“Esta etapa representa um marco na integração dos pescadores de Niterói com as práticas sustentáveis, unindo forças para inovar e preservar nosso meio ambiente.”
Luiz Cláudio, presidente da Federação dos Pescadores do Estado do Rio de Janeiro (FEPERJ), enfatizou o caráter transformador do projeto:
“O Projeto Águas da Guanabara é fundamental para consolidar uma pesca sustentável e preservar nossos recursos naturais, assegurando a qualidade de vida das comunidades pesqueiras.”
Com o início desta fase, espera-se que os esforços conjuntos das colônias Z8 e Z9 impulsionem melhorias significativas para a Baía de Guanabara e para o fortalecimento das práticas sustentáveis na atividade pesqueira regional.