Logística Ultraexpressa é estratégica para o setor de eventos

Logística Ultraexpressa é estratégica para o setor de eventos

Redação ImprensaBR
3 min de leitura 77
Divulgação/Prestex

Entretenimento no Brasil movimenta mais de R$ 140 bi ao
ano. Segundo o especialista em logística Marcelo Zeferino, CCO da Prestex, modal aéreo ajuda a garantir prazos e evitar prejuízos no setor

O setor de eventos e entretenimento no Brasil encerrou
2025 com recorde histórico: movimentou mais de R$ 140 bilhões em consumo,
segundo o Radar Econômico da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE)
. O segmento gerou 20.213 empregos formais, enquanto o
chamado “hub setorial”, que abrange 52 atividades impactadas pelos eventos,
somou 165.756 postos de trabalho. O núcleo do setor de entretenimento
envolve organização, promoção e realização de eventos, espetáculos, recreação e
lazer, além de atividades artísticas, culturais e esportivas.

Para 2026, a ABRAPE projeta expansão de 7,8%. Os eventos e atividades
correlatas já representam cerca de 4% do PIB brasileiro. Relatório da PwC/Live
Entertainment aponta ainda que o Brasil ocupa a segunda posição mundial no
mercado de shows ao vivo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Logística e gargalos – O crescimento do setor
reforça a importância da logística ultraexpressa, responsável pelo transporte
de cargas críticas em prazos reduzidos. “O cancelamento de um show ou o atraso
de uma convenção corporativa pode gerar prejuízos milionários e arruinar a
reputação de uma marca ou de um artista”, afirma Marcelo Zeferino, especialista
em logística e CCO da Prestex. Segundo ele, a eficiência operacional deixou de
ser diferencial e passou a ser um requisito estratégico.

Casos recentes noticiados pela mídia no Brasil e no
mundo ilustram o impacto da logística no setor, com cancelamento de shows e
problemas tanto para os artistas, quanto para as empresas produtoras e para os
fãs. “Por mais que se tenha o reembolso de ingressos, o público fica frustrado,
há uma quebra de confiança. Para as bandas e empresas organizadoras, há multas
contratuais, perdas de patrocínio, desperdício de estruturas já montadas,
custos extras com desmontagem e transporte, enfim, uma série de transtornos”.

Segundo Zeferino, a urgência do ambiente corporativo
migrou para o entretenimento. “Setores que antes pareciam distantes da
velocidade máxima hoje dependem dela para viabilizar cronogramas apertados de
montagem e desmontagem. No entretenimento não há margem para erro”, afirma. São
equipamentos de som, luz, cenografia, câmeras, notebooks, kits de filmagem,
materiais promocionais e até mesmo contratos de artistas e documentos de
aprovação de campanhas que já são transportados pela logística ultraexpressa,
exemplifica o CCO da Prestex.

Recomendações – Empresas setor como a Prestex
alertam que, por se tratar de um transporte crítico, geralmente com itens de
alto valor agregado e entregas com extrema urgência, é essencial contratar
operadoras homologadas para urgências, com atendimento 24h, modais dedicados e
aéreos, cobertura de seguro. Também são recomendados sistemas de rastreio e
monitoramento em tempo real. Zeferino acrescenta que planos de contingência e
mapeamento de riscos devem ser exigidos pelos contratantes, além da checagem de
indicadores de desempenho, como OTD (On Time Delivery) e OTIF (On Time In Ful)
que mensuram o prazo e a integridade da carga.

Projeções –
De acordo com a Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2025 – 2029
da PwC
, o setor de entretenimento e mídia deve crescer, em média, 4,4%
ao ano até 2029
, alcançando US$ 64 bilhões, ritmo superior ao
crescimento da economia brasileira como um todo. Para Marcelo Zeferino, CCO da
Prestex, quanto maior o crescimento do setor, mais complexa se torna a
movimentação de equipamentos, cenários, tecnologia e pessoas, o que faz com que
a logística ultraexpressa B2B seja cada vez mais demandada para a competitividade
do setor.

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