Em uma jornada entre Brasil, Argentina e Paraguai, William Zenon transforma a realização de um sonho em uma experiência de conexão com a natureza, a cultura e a preservação ambiental
Existem viagens que nos levam a novos lugares. Outras, porém, parecem nos conduzir para dentro de nós mesmos. Foi assim que William Zenon, Mister Minas Gerais Tur Master 2026, viveu sua passagem pela Tríplice Fronteira, em uma experiência marcada pela emoção, pelo aprendizado e, principalmente, pela realização de um sonho: conhecer as Cataratas do Iguaçu.
Diante de uma das paisagens naturais mais impressionantes do planeta, o advogado, professor e Mister, carinhosamente conhecido como “Advogato”, não encontrou apenas um destino turístico. Encontrou um cenário capaz de despertar sentimentos difíceis de traduzir em palavras.
O som intenso das águas, a névoa envolvendo os visitantes e a grandiosidade das quedas fizeram daquele momento algo ainda maior do que William havia imaginado. Era a concretização de um desejo antigo, vivido com a intensidade de quem compreende que certos sonhos precisam ser sentidos por inteiro.
Na ocasião da visita, as Cataratas apresentavam um fenômeno extraordinário. A vazão, que normalmente gira em torno de 1,5 milhão de litros de água por segundo, havia alcançado aproximadamente 10 milhões de litros por segundo. A força das águas transformou a paisagem em um espetáculo ainda mais raro, imponente e emocionante.
“Conhecer as Cataratas já representava a realização de um grande sonho. Encontrá-las com tamanha força foi como receber um presente da natureza. Naquele instante, eu não queria apenas registrar uma fotografia, mas guardar tudo o que estava sentindo”, relata William.
A emoção diante das Cataratas também trouxe uma transformação pessoal. A viagem aproximou William das questões ambientais e despertou nele uma conexão ainda mais profunda com a preservação da natureza. Durante o passeio, chamou sua atenção o cuidado existente na região com as reservas naturais, a proteção do meio ambiente e a conscientização dos visitantes.
Mais do que admirar uma paisagem, a experiência o fez refletir sobre a responsabilidade coletiva de preservar aquilo que a natureza levou milhares de anos para construir. A partir desse encontro, a defesa do meio ambiente deixou de ser apenas uma percepção despertada durante a viagem e passou a fazer parte do legado que William deseja construir como Mister Minas Gerais Tur Master 2026.
Para ele, representar o turismo também significa reconhecer a responsabilidade de valorizar e proteger os patrimônios naturais, incentivar práticas conscientes e utilizar sua visibilidade para mostrar que não existe turismo verdadeiramente transformador sem respeito ao meio ambiente.
“As Cataratas nos fazem perceber o quanto somos pequenos diante da natureza, mas também nos lembram da enorme responsabilidade que temos de protegê-la. Não basta contemplar tanta beleza. É preciso compreender que sua preservação depende das nossas escolhas e do nosso cuidado”, destaca.
A viagem mostrou que o turismo pode ir muito além do entretenimento. Ele pode educar, sensibilizar e transformar a maneira como cada pessoa se relaciona com o mundo. Para William, essa consciência ambiental agora integra sua caminhada e se torna parte da mensagem que pretende levar adiante: conhecer é também aprender, respeitar e preservar.
A experiência ultrapassou as fronteiras brasileiras. Em sua rota, William conheceu Foz do Iguaçu, no Brasil; Ciudad del Este, no Paraguai; e Puerto Iguazú, na Argentina. Três cidades, três países e diferentes formas de expressar cultura, identidade e pertencimento.
Na Argentina, um dos lugares que mais o impressionou foi “La Aripuca”, espaço dedicado à valorização da cultura regional e à conscientização ambiental. Construído com grandes troncos provenientes de árvores que morreram naturalmente, sem derrubada provocada para a realização das obras, o local revela como a madeira pode preservar histórias mesmo depois do fim de seu ciclo na floresta.
Algumas das peças encontradas no espaço foram produzidas com madeiras de árvores centenárias e até milenares. Mais do que estruturas imponentes, elas representam memória, resistência e respeito à natureza.
Foi também em “La Aripuca” que William experimentou uma das curiosidades mais singulares da viagem: o chamado “DOCE DE MADEIRA”, produzido a partir da árvore Yacaratiá. A experiência despertou surpresa e encantamento, mostrando que viajar também significa permitir-se conhecer sabores, saberes e tradições que dificilmente fariam parte da vida cotidiana.
Cada detalhe reforçou a ideia de que a verdadeira riqueza de um lugar não está apenas naquilo que pode ser fotografado, mas nas histórias que ele preserva, nos ensinamentos que transmite e nas sensações que deixa em quem passa por ali.
Outro momento marcante aconteceu no Marco das Três Fronteiras, no lado brasileiro. No local em que Brasil, Argentina e Paraguai se encontram, William acompanhou uma apresentação de aproximadamente duas horas, reunindo danças típicas dos três países.
As músicas, os figurinos, os movimentos e as tradições apresentadas revelaram a riqueza cultural de povos que, embora separados por limites geográficos, compartilham histórias, influências e afetos.
Mais do que assistir a um espetáculo, William viveu uma celebração da diversidade. O encontro das três culturas mostrou que uma fronteira não precisa representar apenas separação. Ela também pode ser um lugar de aproximação, troca e respeito.
“Foi emocionante perceber como três países conseguem contar suas histórias por meio da música e da dança. Ali, as fronteiras deixaram de ser linhas que separam e se transformaram em pontos de encontro”, afirma.
A passagem de William Zenon pela Tríplice Fronteira revela também a essência do título que representa. Ser Mister Turismo, para ele, não significa apenas usar uma faixa ou visitar lugares conhecidos. Significa valorizar destinos, respeitar culturas, incentivar a preservação ambiental e compartilhar experiências capazes de inspirar outras pessoas.
Advogado, professor universitário, palestrante e Mister Minas Gerais Tur Master 2026, William carrega uma trajetória marcada pela reinvenção e pela coragem de viver novos sonhos. Depois dos 40 anos, encontrou nas passarelas e no turismo novas maneiras de falar sobre autoestima, propósito, amadurecimento, responsabilidade e qualidade de vida.
Sua visita às Cataratas do Iguaçu não foi apenas mais uma etapa dessa caminhada. Foi a lembrança de que nunca é tarde para realizar um sonho, conhecer novos caminhos e permitir-se viver algo pela primeira vez. Foi também o nascimento de um compromisso: fazer da conscientização e da preservação ambiental parte de seu propósito e do legado que deseja deixar.
Ao retornar, William trouxe fotografias, histórias e lembranças. Mas trouxe, sobretudo, uma conexão ainda mais profunda com a natureza, com as culturas que encontrou e consigo mesmo.
Porque alguns lugares impressionam pela beleza. Outros permanecem em nós pela emoção. E existem aqueles, como as Cataratas do Iguaçu, que nos lembram que a vida, assim como a água, está sempre em movimento, abrindo caminhos, atravessando fronteiras e nos convidando a seguir em frente.
Para William Zenon, a viagem terminou, mas aquilo que ela despertou continuará ecoando por muito tempo, com a mesma força das águas que transformaram um sonho em uma memória inesquecível e uma experiência em legado.