Divulgação/Prestex

O mercado de logística é um dos principais geradores de empregos no país. Dados do Banco Nacional de Emprego (BNE) mostram que no primeiro quadrimestre deste ano o segmento abriu 173 mil postos de trabalho. Alinhada a esse aquecimento, a projeção do Mapa do Trabalho Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é que o setor demande 8 milhões de profissionais até 2027, apontando a logística como a área com maior necessidade de treinamento e desenvolvimento no Brasil.

Para o especialista em Logística e CCO da Prestex, Marcelo Zeferino, esse cenário exige uma rápida evolução do perfil profissional. Ele explica que, com o avanço da digitalização das cadeias de suprimentos, automação e uso crescente de tecnologias de análise de dados, a tendência é de contratações cada vez mais seletivas, “principalmente no segmento ultraexpresso, que vem deixando de ser apenas operacional e se tornando mais tecnológico, analítico e com a gestão de operações orientada por dados”, destaca o executivo.

O dinamismo do setor ganha ainda mais evidência com as celebrações de junho, mês em que se comemora o Profissional de Logística, coincidindo sazonalmente com grandes movimentações de mercado, como as festas juninas e a Copa do Mundo. Zeferino lembra que tudo passa pela engrenagem logística, desde o abastecimento de itens promocionais e alimentos sazonais até o transporte crítico de insumos industriais para evitar paradas em linhas de produção. “Tudo o que é produzido ou consumido tem um profissional do setor atuando”, conclui.


O fator humano no DNA do ultraexpresso da Prestex

Na logística ultraexpressa, segmento em que a Prestex é especialista no atendimento B2B de altíssima urgência, a eficiência operacional e o cumprimento de prazos rígidos dependem diretamente da capacidade de resposta e sinergia das equipes.

A supervisora operacional Amanda Abreu Rios, de 39 anos, vivencia esse ritmo frenético do transporte há 14 anos na companhia. “É prazeroso ver as coisas acontecerem por conta do nosso trabalho”, afirma.
Coordenando operações complexas que envolvem desde aeronaves regulares até o fretamento de cargueiros de grande porte como o Boeing 777, Amanda relembra a versatilidade dos atendimentos personalizados da Prestex: “Já transportamos desde maquetes de fliperama de papelão e amostras de tecidos para feiras até 10 toneladas de peças emergenciais para garantir a continuidade de uma indústria automobilística”.

Além do desafio operacional, Amanda lidera em um setor historicamente masculino e destaca o papel institucional da empresa na desconstrução de barreiras. Mãe da pequena Milena, de 3 anos, ela celebra a cultura de equidade que encontrou na organização. “O principal desafio da mulher neste segmento costuma ser o reconhecimento, mas na minha carreira, o olhar para o desenvolvimento e a entrega está muito além de qualquer estereótipo. Meu lugar é onde eu quero estar e estou hoje. Quero que minha filha cresça vendo essa força”, orgulha-se.


Governança, compliance e liderança feminina

Para sustentar um fluxo de atendimento nacional que exige a entrega de materiais em janelas críticas de 3 a 12 horas, a Prestex transformou o gerenciamento de sua rede em um ativo estratégico de mercado, fortemente ancorado em governança corporativa.

À frente de 220 pontos de parcerias por todo o Brasil, a supervisora Janaína Mello, de 38 anos e há 16 no segmento, explica que o sucesso das entregas da operadora também depende de relações baseadas em valores compartilhados. “Todo parceiro passa por uma diligência criteriosa conduzida pelo time de Compliance. Além da capacidade operacional, são avaliados critérios como segurança, qualidade e alinhamento aos valores da empresa, garantindo que a parceria seja construída com o mesmo padrão de atuação exigido pela Prestex”, aponta.

Esse fortalecimento institucional caminha lado a lado com a transformação demográfica em suas posições de comando. Na logística ultraexpressa da Prestex, as mulheres já ocupam 53,8% dos cargos de liderança (7 das 13 funções de chefia), além de serem maioria (51%) no quadro geral de colaboradores, reflexo prático de políticas corporativas baseadas em flexibilidade e acolhimento à maternidade.

Outro exemplo dessa liderança feminina com olhar estratégico é Claudia Sá, de 42 anos, gerente de Marketing em Logística Ultraexpressa. Mãe de duas meninas, Claudia construiu sua carreira em diferentes segmentos e viveu no exterior por mais de uma década antes de escolher o setor de Logística ao retornar ao Brasil.

Há quatro anos na área, ela atua na construção de estratégias de marketing B2B, inteligência de mercado e experiência do cliente. “A logística é um elo fundamental para a continuidade operacional das indústrias, garantindo que insumos, peças e produtos cheguem ao lugar certo, no momento certo, para que as empresas mantenham suas operações com eficiência, segurança e competitividade”, afirma a gerente.

Diversidade e o avanço da Geração Z

A modernização defendida pela Prestex reflete-se também na quebra de paradigmas geracionais. Dados do censo interno da companhia revelam um forte rejuvenescimento em seu ecossistema de trabalho: em apenas dois anos, a representatividade da Geração Z (14 a 29 anos) deu um salto de 38%, passando de 29% do total da empresa em 2024 para 40% em 2026.

Esse avanço preenche o espaço deixado pelos veteranos Millennials (30 a 45 anos), cuja participação recuou de 63% para 51%. Já a Geração X (46 a 61 anos) manteve-se estável, oscilando de 8% para 10% no período.

Para atrair, desenvolver e reter essa nova força de trabalho em um ambiente tão dinâmico, a empresa investe continuamente no conceito de lifelong learning (aprendizado contínuo).

Patrick Enjy, de 27 anos, graduado em Relações Internacionais e analista junior de parcerias estratégicas, ilustra bem essa mentalidade dentro da Prestex.

“A habilidade mais importante que vejo para o profissional de logística é a aprendizagem contínua. Saber dimensionar o tempo e separar o que é prioridade, emergencial e crítico é crucial, especialmente no mercado ultraexpresso. É preciso estudar sempre”, aponta.

O analista, que está no segmento há dois anos, conclui destacando o impacto de o ecossistema corporativo dar voz ativa aos mais jovens: “Quando o profissional encontra um ambiente que respeita a diversidade, pratica a equidade e oferece caminhos claros para a evolução, o setor todo ganha em inovação”, avalia Enjy.

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