Naturalidade em destaque: o novo olhar sobre o preenchimento labial

Naturalidade em destaque: o novo olhar sobre o preenchimento labial

Hêmilly Lira
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Divulgação

Nos últimos anos, o preenchimento labial ganhou espaço entre os procedimentos estéticos mais desejados. Porém, junto com a popularidade, surgiram também os receios: será que o resultado vai ficar artificial?

De acordo com a especialista em harmonização facial Amanda Zenith, essa fronteira entre o natural e o artificial está diretamente ligada à personalização da técnica.

“Quando um profissional segue moldes prontos, o risco de descaracterizar o rosto é muito maior. A verdadeira excelência está em olhar para cada boca como uma escultura única, que deve conversar com o sorriso, com as expressões e até com a personalidade do paciente”, explica.

“Não se trata de aumentar por aumentar. A verdadeira arte do preenchimento é valorizar aquilo que já existe, respeitando a individualidade de cada paciente”, afirma.

Segundo ela, um resultado artificial costuma ser marcado por exageros visíveis — como o famoso efeito “boca de pato”, o excesso de volume desproporcional ao rosto ou a perda da expressão natural.

Mas como diferenciar um resultado bem executado de um artificial?

Para Amanda, o olhar clínico e artístico é decisivo: lábios artificiais costumam apresentar volumes padronizados, simetria forçada e pouca mobilidade, como se estivessem desconectados do restante do rosto. Já os lábios naturais mantêm fluidez, acompanham os movimentos espontâneos e se integram de forma quase imperceptível à harmonia facial.

A especialista defende que o futuro da estética está na busca pela autenticidade:

“O preenchimento labial bem feito não cria um novo rosto, apenas devolve vitalidade, frescor e harmonia. O paciente não deixa de ser quem é — apenas revela a sua melhor versão.”

Esse novo olhar já reflete uma tendência: cada vez mais, os procedimentos minimalistas e personalizados conquistam espaço sobre os exageros, transformando o conceito de beleza em algo mais real, delicado e atemporal.

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