Expositora apresentou soluções para oficinas e garagens e levou ao evento projetos especiais que aproximaram tecnologia e paixão por carros
Quem passou pelo Festival Interlagos encontrou um ambiente em que o automóvel foi apresentado muito além de sua função como meio de transporte. Entre esportivos, clássicos, lançamentos e experiências na pista, o evento reuniu consumidores que acompanham de perto o universo automotivo, investem na conservação dos veículos e, muitas vezes, têm mais de um carro na garagem.
Foi nesse cenário que a Emaster aproveitou sua participação como expositora para mostrar uma atuação que vai além dos elevadores automotivos pelos quais se tornou conhecida. No estande, equipamentos para oficinas, duplicadores de vagas e dois projetos automotivos especiais ajudaram a apresentar diferentes necessidades de quem vive essa paixão: onde guardar, como cuidar e quais recursos estão por trás da manutenção de um veículo.
“Participar do Festival Interlagos nos coloca diante de um público que realmente vive o automóvel. São pessoas interessadas no carro, mas também em tudo o que existe ao redor dele. Queremos mostrar esse universo mais amplo, desde a estrutura necessária para uma boa oficina até soluções para quem precisa aproveitar melhor a própria garagem”, afirma Flavio Fornasier, CEO da Emaster.
Festival foi além da exposição de veículos
Realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o Festival Interlagos reuniu lançamentos de montadoras, clássicos e esportivos, além de experiências na pista, apresentações de drift, área off-road, shows e outras atrações.
A diversidade transformou o evento em ponto de encontro de diferentes perfis: consumidores, colecionadores, profissionais do setor e apaixonados por automobilismo.
Para quem possui dois ou mais veículos, uma das questões está justamente fora das pistas: encontrar espaço para guardá-los. Os duplicadores de vagas, que permitem estacionar dois automóveis na área originalmente destinada a uma vaga, vêm sendo utilizados em residências, condomínios, estacionamentos, oficinas e concessionárias.
A Emaster atua nesse segmento há mais de uma década e desenvolve soluções nacionais adaptadas às características das construções e dos veículos encontrados no Brasil.
“Muitas vezes há dois, três ou mais carros e o espaço disponível não acompanha essa paixão. O duplicador deixou de ser visto apenas como uma solução para condomínios e passou a despertar o interesse também de colecionadores e de pessoas que querem planejar melhor a garagem de casa”, explica Fornasier.
A tecnologia também começa a ser considerada desde a fase de projeto de novos empreendimentos, permitindo prever fatores como pé-direito, infraestrutura elétrica e condições estruturais necessárias à instalação.
Da
garagem para a oficina
Se guardar o automóvel é uma preocupação, mantê-lo em boas condições é outra. E foi nesse ponto que a Emaster também apresentou ao público equipamentos que normalmente permanecem nos bastidores das oficinas.
Além dos elevadores automotivos, a empresa ampliou o portfólio para bancadas móveis de trabalho, carrinhos reforçados e equipamentos para serviços específicos, como troca do fluido do câmbio automático e manutenção de sistemas de ar-condicionado.
As bancadas, por exemplo, nasceram de uma necessidade observada na própria operação e foram aprimoradas com sugestões de mecânicos. Hoje, há modelos com réguas elétricas, espaços para ferramentas e estrutura para receber componentes pesados, como motores e câmbios.
Para o consumidor, conhecer esses equipamentos também ajuda a enxergar a oficina sob outro aspecto: além da qualificação do profissional, a estrutura disponível faz parte dos recursos utilizados no diagnóstico e na manutenção do veículo.
Calibra e Saveiro GTI Concept chamaram atenção no estande
Dois projetos especiais completaram a participação da Emaster e ajudaram a aproximar o lado técnico da paixão que movimentou o Festival.
Um deles foi o Calibra, modelo da Opel preparado para funcionar tanto como show car quanto como veículo de pista. O carro recebeu adaptações de segurança e preparação mecânica e deverá participar de trackdays, além de ter entre os planos a participação nas tradicionais Mil Milhas de Interlagos.
O outro foi uma Saveiro GTI Concept, criada a partir de uma ideia que desperta a curiosidade dos fãs da linha Volkswagen dos anos 1980 e 1990: imaginar como seria a picape se a versão esportiva, lançada originalmente para o Gol, também tivesse chegado à Saveiro.
“São dois projetos que conversam diretamente com quem gosta de carro. O Opel une a estética de um show car à possibilidade real de ir para a pista. Já a Saveiro parte daquela brincadeira que todo apaixonado por automóveis já fez alguma vez: imaginar o carro que a fábrica poderia ter produzido, mas não produziu. O cuidado foi justamente criar algo especial sem perder a identidade que esses modelos carregam”, explica Fernando Ribeiro, gestor de marcas e parceiro da Emaster há mais de cinco anos.
A preparação do Calibra reúne diferentes especialistas, com a parte mecânica sob responsabilidade da Atos e trabalhos de restauração, carroceria e pintura realizados pelo By Deni Studio, também responsável pelo projeto da Saveiro.
Paixão que continua fora das pistas
Para Flavio Fornasier, uma das características do Festival Interlagos foi justamente reunir diferentes gerações e formas de viver o automobilismo.
“Você encontra a pessoa apaixonada pelo carro antigo, o público dos esportivos, profissionais de oficina e, ao mesmo tempo, gente interessada nas novas tecnologias e nos veículos que estão chegando ao mercado. Essa mistura mostra que o automóvel continua despertando paixão, mesmo enquanto a indústria passa por uma grande transformação”, afirma.
Desde sua criação, em 2019, o Festival Interlagos já recebeu mais de 800 mil apaixonados por velocidade, segundo a organização. Na edição deste ano, além das exposições, o público teve acesso a atividades na pista, drift, área off-road, espaços de tecnologia, atrações de entretenimento e programação musical.
Nesse ambiente, equipamentos de oficina, soluções para garagens e projetos especiais mostraram que, para quem realmente gosta de automóveis, a experiência não termina quando o motor é desligado. Ela continua na forma de guardar, cuidar, manter e, muitas vezes, transformar o carro em parte de uma paixão que vai muito além das pistas.