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Saúde

Pipoca faz mal para tosse?

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Pipoca faz mal para tosse?
Pixabay

A pipoca, um lanche amado por muitos, é frequentemente questionada por seu impacto na saúde, especialmente em relação à tosse. Muitas pessoas se perguntam se consumir pipoca pode realmente exacerbar ou aliviar a tosse. Neste artigo, vamos explorar os possíveis efeitos da pipoca em relação à tosse e desmistificar algumas crenças populares. Além disso, consideraremos os ingredientes que muitas vezes acompanham a pipoca e como eles podem interferir nesse quadro. Vale salientar que a clareza sobre este assunto é essencial, já que a pipoca é um dos lanches mais consumidos, especialmente durante sessões de cinema. Por fim, abordaremos se as diferentes formas de preparar a pipoca podem ter implicações na sua saúde e, consequentemente, na tosse.

Todo amante de pipoca deve ficar atento a como esse alimento pode se comportar em diferentes situações de saúde. Discutiremos os prós e contras do consumo de pipoca, não só do ponto de vista da tosse, mas também da saúde geral. Isso ajudará você a tomar decisões informadas sobre sua alimentação e hábitos.

Antes de entrar nesse universo de sabores, é bom lembrar que tudo em excesso pode fazer mal, e isso inclui a pipoca. Assim, é fundamental entender como moderar seu consumo e quais opções utilizar. Ao final deste artigo, você será capaz de reconhecer se deve ou não incorporar esse lanche em sua dieta, especialmente em épocas de tosse e resfriados.

Efeitos da Pipoca na Tosse

A relação entre pipoca e tosse pode suscitar diversas dúvidas. Frequentemente, a pipoca é vista como um lanche leve e saudável. No entanto, há questionamentos sobre se o consumo desse alimento pode impactar a saúde, especialmente em pessoas que sofrem de tosse. Primeiramente, é importante entender como a pipoca é feita e seus componentes. A pipoca é um grão de milho que, ao ser aquecido, se expande e se transforma em uma iguaria crocante.

Quando se fala sobre a tosse, é fundamental destacar que ela pode ser causada por várias doenças respiratórias. Por exemplo, um resfriado comum, alergias, ou até mesmo doenças mais graves como a asma. Além disso, irritantes alimentares também podem agravar esse sintoma. Portanto, o consumo de alimentos que podem causar irritação na garganta ou nos pulmões deve ser considerado com cautela.

Embora a pipoca por si só não seja um irritante conhecido, a forma como é preparada e os ingredientes adicionados podem fazer diferença. Por exemplo, a adição de manteiga, sal excessivo ou temperos picantes pode irritar a garganta e potencializar a tosse. Assim, preparar a pipoca de maneira mais saudável, usando temperos naturais e evitando aditivos, pode ser uma solução interessante.

O que você deve considerar ao consumir pipoca

Ao pensar sobre a questão se a pipoca faz mal para tosse, é necessário refletir sobre alguns fatores. Em primeiro lugar, a textura da pipoca pode ser um ponto a se considerar. O fato de a pipoca ser uma comida seca e, frequentemente, crocante, pode levar a uma sensação temporária de desconforto ao engolir. Especialmente em casos de tosse persistente, esse desconforto pode acentuar o sintoma.

Além disso, cada pessoa responde de maneira diferente aos alimentos. Enquanto alguns podem consumir pipoca sem problemas, outros que estão lidando com problemas respiratórios podem achar que a pipoca piora sua condição. Portanto, a análise individual é fundamental. Manter um diário alimentar pode auxiliar na identificação de como diferentes alimentos, incluindo a pipoca, afetam a tosse.

As alternativas à pipoca

É possível que quem ama pipoca busque alternativas para evitar sintomas incômodos. Snacks como torradas integrais ou frutas desidratadas possam ser boas opções. Esses alimentos não apenas são benéficos para a saúde, mas também oferecem um alívio em comparação com a pipoca. Além disso, a diversificação na alimentação contribui para um consumo mais equilibrado de nutrientes.

Por outro lado, as pipocas podem ser modificadas para serem menos problemáticas. Pipocas feitas em casa, com pouco ou nenhum óleo, e sem adição excessiva de sal podem oferecer uma solução mais saudável. Também é possível experimentar diferentes temperos, como ervas secas ou pimenta-do-reino, que podem melhorar o sabor sem irritar a garganta.

Outro aspecto importante a se considerar é o consumo de líquidos. Beber água, por exemplo, ajuda a manter a garganta hidratada. Portanto, incluir água enquanto come pipoca pode amenizar qualquer desconforto gerado. Além disso, chás quentes, como o de gengibre ou camomila, podem ajudar a acalmar a tosse.

A opinião de especialistas

Por fim, a perspectiva de profissionais de saúde é vital. Especialistas em nutrição recomendam atenção com o que se consome durante episódios de tosse. Muitos sugerem que a pipoca pode ser uma opção segura se consumida moderadamente e preparada de maneira correta. Contudo, é sempre bom consultar um médico para obter uma análise mais precisa da situação. Caso persistam os sintomas, um diagnóstico adequado deve ser buscado.

Em conclusão, a resposta para a pergunta se a pipoca faz mal para tosse não é absoluta. A individualidade de cada pessoa e a forma como a pipoca é preparada desempenham papéis cruciais. Assim, com moderação e prudência, a pipoca pode fazer parte de uma dieta equilibrada, mesmo em momentos de tosse.

Ingredientes Que Acompanhão a Pipoca

A pipoca, embora seja um lanche bastante saboroso, frequentemente é acompanhada por diversos ingredientes que podem impactar sua saúde. Portanto, ao analisar a questão “Pipoca faz mal para tosse?”, é essencial considerar não apenas a pipoca em si, mas também os ingredientes que costumam ser adicionados a ela. Isso porque vários aditivos podem irritar as vias respiratórias, especialmente em quem já apresenta tosse ou alergias.

Um dos ingredientes mais comuns adicionados à pipoca é o sal. Em excesso, o sal pode causar retenção de líquidos e inchaço, o que pode potencialmente agravar a tosse e outros problemas respiratórios. Além disso, o consumo excessivo de sódio pode levar a problemas cardiovasculares, e a combinação de problemas respiratórios com condições cardíacas não é benéfica.

Outro elemento frequentemente encontrado na pipoca é a manteiga. Embora a manteiga acrescente sabor e cremosidade ao lanche, também pode ser bastante pesada para o sistema digestivo. Quando pessoas que sofrem de tosse consomem alimentos gordurosos, como a pipoca amanteigada, podem perceber um aumento na irritação da garganta. Além disso, a gordura saturada pode levar a inflamações que afetam o trato respiratório.

Além da manteiga, a cheddar cheese e outros temperos como o alho e a pimenta são frequentemente utilizados para dar um toque especial à pipoca. Embora esses ingredientes sejam saborosos, também podem causar irritação na garganta. Especificamente, a pimenta pode piorar a tosse em alguns indivíduos, devido ao seu efeito irritante nas mucosas. Por isso, é importante avaliar a sensibilidade pessoal a diferentes temperos.

Ao considerar a adoção de alternativas, muitos optam por sabores mais saudáveis para a pipoca. Por exemplo, o azeite de oliva pode ser uma escolha mais benéfica em comparação à manteiga. O azeite contém ácidos graxos saudáveis que podem ajudar na redução da inflamação. Entretanto, mesmo com alternativas mais saudáveis, o consumo deve ser moderado, uma vez que grandes quantidades de qualquer gordura, mesmo as saudáveis, podem causar desconforto gastrointestinal.

Além dos ingredientes comuns, é vital analisar o impacto dos aditivos e conservantes que estão presentes em pipocas de micro-ondas ou industrializadas. Muitos desses produtos podem conter substâncias químicas que, além de alterarem o sabor, podem causar reações alérgicas e irritação nas vias aéreas. Essas reações são particularmente preocupantes para aquelas pessoas que já lidam com tosses crônicas.

Por outro lado, quem preferir fazer pipoca em casa pode experimentar com temperos naturais, como ervas secas ou um pouco de limão, que podem oferecer benefícios à saúde. Essa opção não só é mais segura, mas também permite um controle maior sobre os ingredientes utilizados. Isso é especialmente importante para aqueles sensíveis a certos alimentos ou que sofrem de problemas respiratórios.

Em resumo, a pergunta “Pipoca faz mal para tosse?” pode ser abordada de maneira mais abrangente. Ao considerar a pipoca como um lanche, é fundamental atentar-se aos ingredientes que a acompanham. O sal, as gorduras saturadas e temperos picantes podem não apenas afetar a saúde geral, mas também agravar problemas respiratórios. Escolher a pipoca simples e controlar os ingredientes pode ajudar a desfrutar desse lanche delicioso sem colocar a saúde em risco.

Moderações no Consumo

A moderação é essencial quando se trata de consumir pipoca, especialmente para aqueles que enfrentam problemas respiratórios, incluindo a tosse. Embora a pipoca seja amplamente considerada um lanche saboroso e saudável, seu consumo deve ser ponderado cuidadosamente. O ato de comer pipoca pode, em algumas situações, causar irritação na garganta, especialmente quando é consumida em grandes quantidades. Além disso, o processo de mastigação, frequentemente apressado, pode levar à inalação de partículas de pipoca, resultando em episódios de tosse. Portanto, recomenda-se que a ingestão deste snack seja feita com atenção.

  1. Considere a textura: A pipoca pode variar em textura dependendo de como é feita. A pipoca muito seca ou excessivamente crocante pode irritar a garganta mais facilmente do que uma pipoca ligeiramente manteigada.
  2. Evite temperos picantes: Tempere a pipoca com moderação, evitando especiarias que possam irritar a mucosa da garganta e agravar a tosse.
  3. Controle as porções: O tamanho das porções é crucial. Comer uma quantidade excessiva de pipoca pode sobrecarregar o sistema digestivo e causar desconforto.
  4. Observe a resposta do corpo: Ao consumir pipoca, preste atenção aos sinais do corpo. Se houver um aumento nos episódios de tosse, é aconselhável diminuir a ingestão deste lanche.
  5. Hidratação é vital: Sempre acompanhe a pipoca com água ou outra bebida adequada para ajudar a suavizar a garganta e evitar irritações.

Outro aspecto importante a ser considerado é a questão dos ingredientes que acompanham a pipoca. Pipocas industrializadas costumam conter aditivos e conservantes que podem, de fato, agravar a tosse e prejudicar a saúde respiratória. Portanto, a escolha entre pipoca feita em casa e a comercializada pode influenciar diretamente na saúde do consumidor. Optar por fazer pipoca em casa, usando grãos puros e evitando óleo em excesso, pode ser uma escolha mais saudável.

Além do mais, durante épocas de resfriado ou alergias sazonais, o consumo de pipoca deve ser particularmente moderado. Em momentos em que o corpo já está lidando com uma tosse persistente ou sintomas semelhantes, a adição de alimentos que podem causar irritação não é recomendada. Por conseguinte, esse lanche aparentemente inofensivo deve ser evocado com cautela. Uma alternativa interessante é preparar pipoca de forma que seja mais macia e menos propensa a causar desconforto. Isso pode ser alcançado ao preparar pipoca em um método de cocção que a deixe mais úmida.

  1. Experimente pipoca doce: Optar por pipoca doce, como a de caramelo ou chocolate, pode variar a textura e reduzir a irritação na garganta.
  2. Pipoca de micro-ondas: Alguns tipos de pipoca para micro-ondas contêm menos conservantes, que podem ser escolhidos com cuidado.
  3. Pipoca com especiarias suaves: Para aqueles que não querem abrir mão do tempero, utilizar ervas aromáticas suaves pode proporcionar sabor sem causar ardência.

Adicionalmente, especialistas em nutrição sugerem que a pipoca seja consumida como parte de uma dieta equilibrada. Isso inclui a substituição de lanches menos saudáveis por porções controladas de pipoca em momentos oportunos. Portanto, a pipoca não é apenas uma opção saudável, mas pode também ser um lanche divertido e versátil. É fundamental, no entanto, que o consumo seja feito com atenção às respostas do corpo, sendo sempre a moderação a palavra chave. Além disso, é importante lembrar que a pipoca não deve ser a única fonte de fibra na dieta. A variedade de alimentos tem um papel essencial na saúde geral.

De maneira geral, a pipoca pode ser apreciada, mas a ingestão deve ser balanceada com os objetivos de saúde e bem-estar. Em resumo, o controle e a avaliação constante de como o corpo reage após o consumo de pipoca podem fazer a diferença na saúde respiratória. A escolha consciente de receitas e métodos de preparo pode minimizar os potenciais riscos. Manter-se informado sobre as melhores práticas no consumo de pipoca é essencial para garantir que esse lanche continue a ser uma parte prazerosa da alimentação, sem comprometer a saúde da garganta ou agravar a tosse.

Alternativas à Pipoca Tradicional

Quando se busca alternativas à pipoca tradicional, é fundamental considerar opções que mantenham o prazer de um lanche crocante e saboroso. Além disso, essas opções podem ser mais benéficas para a saúde, especialmente para aqueles que estão preocupados com a tosse ou dificuldades respiratórias. Assim, a escolha de ingredientes e métodos de preparação pode fazer toda a diferença.

  1. Pipoca de arroz: Essa alternativa é uma excelente opção, pois proporciona uma textura leve e sabor crocante. Ela é feita a partir de grãos de arroz puffados e possui um sabor neutro, permitindo que diversos temperos sejam adicionados.
  2. Pipoca de milho orgânico: Optar por milho orgânico pode ser uma forma de evitar conservantes e aditivos químicos. Essa pipoca é cultivada sem agrotóxicos, sendo uma escolha saudável.
  3. Pipoca temperada com ervas: Para aqueles que desejam um sabor diferente, preparar a pipoca com ervas secas, como tomilho e orégano, pode criar uma experiência gustativa única e saudável, além de trazer benefícios adicionais à saúde.
  4. Crispis de legumes: Ao invés de pipoca, optar por crisps feitos de legumes, como beterraba ou cenoura, pode oferecer um toque diferente e saudável. Esses snacks são crocantes e podem ser feitos no forno com pouco óleo.
  5. Pipoca doce saudável: Para os adoradores de doces, optar por uma pipoca doce feita com mel ou açúcar de coco, ao invés de açúcar refinado, é uma alternativa mais saudável, pois esses ingredientes possuem propriedades que podem ser menos prejudiciais.

Cada uma dessas alternativas não apenas oferece uma variedade de sabores, mas também pode ser preparada em casa, garantindo um controle maior sobre os ingredientes. Além disso, a maior parte delas não é apenas gostosa, mas também pode trazer benefícios adicionais à saúde. Por exemplo, a pipoca de arroz é igualmente rica em carboidratos complexos, que oferecem energia duradoura, além de ser uma opção sem glúten.

Ademais, o uso de ervas para temperar a pipoca pode não apenas incrementar o sabor, mas também pode fornecer propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, ajudando na saúde geral do organismo. Embora existam muitas formas de preparar lanches saudáveis, focar na qualidade dos ingredientes é crucial.

Recentemente, explorou-se a tendência de adicionar especiarias, como cúrcuma e pimenta, à pipoca ou a outros lanches. Essas especiarias têm demonstrado potencial em ajudar a aliviar a tosse e melhorar a saúde respiratória. Portanto, ao encontrar alternativas à pipoca tradicional, é recomendável experimentar diferentes combinações e ver quais ingredientes agradam mais.

Em resumo, as opções disponíveis para substituir a pipoca tradicional são diversas e acessíveis. Portanto, a adaptação de receitas convencionais pode se tornar uma maneira divertida e criativa de se alimentar de forma mais saudável. Ao fazer essas mudanças, é possível não apenas desfrutar de lanches saborosos, mas também contribuir para uma dieta que favoreça a saúde respiratória e minimize irritações como a tosse.

Opinião de Especialistas

O consumo de pipoca tem gerado discussões entre especialistas acerca de seus impactos na saúde, especialmente no que diz respeito à tosse. Muitos profissionais da saúde têm se debruçado sobre as consequências do lanche nos sistemas respiratórios dos indivíduos. De um lado, a pipoca é vista como uma opção saudável quando preparada de maneira adequada. Por outro lado, a textura e a composição do alimento podem causar desconforto em algumas pessoas, especialmente aquelas predispostas a problemas respiratórios.

Em geral, a pipoca feita na hora com pouca adição de gordura e sal pode ser um lanche bastante nutritivo. Contudo, especialistas advertem para os efeitos que temperos excessivos e ingredientes processados podem causar. Aqui, será discutida a visão de diferentes profissionais sobre a questão da pipoca e sua relação com a tosse.

Considerações sobre o Consumo

Segundo análises nutricionais, a pipoca é rica em fibras e antioxidantes. Entretanto, a maneira como é preparada pode mudar sua classificação de saudável para prejudicial. Especialistas recomendam que, para evitar qualquer impacto negativo, o ideal é consumir a pipoca de forma simples, evitando adição de ingredientes que podem irritar a garganta. Por exemplo, temperos picantes e manteiga excessiva podem agravar a tosse e causar desconforto.

Além disso, outros ingredientes que normalmente acompanham a pipoca, como queijos processados e coberturas artificiais, podem ser problemáticos. Esses aditivos não apenas aumentam o teor calórico, como também podem contribuir para irritações, principalmente em pessoas com condições respiratórias crônicas. Portanto, a moderação e a escolha de ingredientes naturais são fundamentais para manter a saúde em dia.

Impacto das Condições Ambientais

Vale ressaltar que a interação entre o consumo de pipoca e a tosse não deve ser analisada de forma isolada, considerando-se também o ambiente em que se está. Fatores como a poluição do ar, a umidade e a presença de alérgenos podem influenciar como o corpo reage a determinados alimentos. Um especialista em pneumologia destacou que, em ambientes com alta concentração de poluentes, o consumo de pipoca pode resultar em reações indesejadas, potencializando a tosse.

  1. A poluição pode irritar as vias aéreas e deixar os indivíduos mais sensíveis.
  2. Pessoas com alergias podem reagir a particulados presentes no ar, além da pipoca.
  3. Ambientes secos também podem causar desconforto e aumentar a irritação.

Com isso, pode-se concluir que o contexto em que se consome a pipoca é crucial para determinar seu efeito sobre a tosse. Portanto, a combinação de alimentos e ambiente deve ser considerada ao avaliar a relação entre pipoca e tosse.

A Importância da Moderação

Analisando as opiniões de nutricionistas e médicos, a mensagem é clara: a moderação é essencial. Mesmo que a pipoca seja considerada um lanche relativamente saudável, o excesso de qualquer alimento pode acarretar consequências indesejadas. Quando se trata da tosse, um consumo excessivo pode resultar em uma sensação de desconforto na garganta, que em certas pessoas se traduz em episódios de tosse.

Muitos profissionais da saúde aconselham que ao consumir pipoca, especialmente durante episódios de tosse, se tome atenção aos poros que essa ação pode ocasionar. Uma quantidade moderada, em contrapartida à quantidade exagerada, tende a ser mais benéfica e menos irritante.

Feedback de Pacientes

Adicionalmente, ouvidos médicos e nutricionistas também têm notado um padrão no feedback de pacientes. Indivíduos com doenças respiratórias relataram que após consumirem pipoca em excesso, apresentaram agravamento na tosse. Portanto, a opinião de especialistas é respaldada pela experiência diária de pacientes que convivem com problemas respiratórios.

Contudo, cada organismo reage de maneira diferente. Enquanto alguns pacientes podem conseguir consumir pipoca sem incômodos, outros devem ser cautelosos. A personalização da dieta se destaca como um ponto importante a ser considerado, isto é, não existe uma resposta única para todos.

Em resumo, a análise da relação entre pipoca e tosse traz à tona uma série de fatores a serem considerados. A escolha dos ingredientes, as condições ambientais, a moderação no consumo e as peculiaridades individuais são elementos que devem ser levados em conta. Especialistas recomendam que a pipoca seja consumida de forma consciente, garantindo um lanche prazeroso e, ao mesmo tempo, respeitando a saúde respiratória.

Fontes:

https://maranhaomais.com.br

https://www.luiziananoticias.com.br/

https://www.teixeiraemfoco.com.br/

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Saúde

Pesquisa aponta força do debate sobre dignidade menstrual nas redes

Publicado

em

© Jerônimo Gonzalez/MS

Um levantamento inédito realizado pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados analisou mais de 173 mil publicações sobre o tema da menstruação nas redes sociais entre janeiro de 2024 e outubro de 2025. Juntas elas acumularam 12,4 milhões de interações. Embora o maior volume das postagens trate do tema como brincadeira, em formato de memes, ou abordando aspectos naturais do ciclo – cólicas, Tensão Pré-Menstrual (TPM), etc – o debate social e político ganha mais força e gera mais engajamento.  

A diretora de Inteligência de Dados da Nexus, Ana Klarissa Leite e Aguiar, aponta que o debate sobre menstruação com viés social e política, já é bastante estabelecido nas redes sociais. Do total de publicações, o estudo categorizou 78 mil postagens em 22 subtemas, incluindo cinco que tratam da menstruação sob esse olhar.  São eles: Pobreza e Dignidade Menstrual; Programa Dignidade Menstrual; Impacto na Educação e Trabalho; Licença Menstrual e Menstruação em Crises Humanitárias. Juntos, esses temas somaram apenas 10,8% das publicações categorizadas no período. No entanto, foram responsáveis por uma interação média 1,8 vez maior do que todas as outras postagens sobre tópicos da rotina menstrual juntas. 

 “Quando falamos dessa temática, que trata disso com esse viés político e social, a gente tem ali uma interação que é quase duas vezes maior do que outros assuntos relacionados. Percebemos como as pessoas têm interesse, estão engajadas para ouvir e interagir com esses conteúdos que estão trazendo aspectos importantes para essa questão”, aponta Ana Klarissa. 

Contribuem para esse volume de publicações nas redes sociais algumas políticas públicas recentes, como o programa do Ministério da Saúde que distribui absorventes gratuitos a mulheres em situação de vulnerabilidade social. Ou ainda o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que prevê uma licença menstrual do trabalho para mulheres que, comprovadamente, sofram com sintomas grave do ciclo. 

“A gente sabe que as pessoas falam desse assunto e quando estamos tratando-o sob um aspecto social, ele vai transitar por narrativas que falam sobre dignidade, trabalho, educação, saúde da mulher. Todos esses aspectos, na minha opinião e como mulher também, são os mais importantes”, acentuou Ana Klarissa.  

Engajamento 

Considerando o volume de postagens, o tema das cólicas e dor menstrual é o assunto mais frequente, presente em 45% das publicações analisadas. O subtema “menstruação e saúde feminina (ginecologia)” aparece em seguida, em 20% dos posts. O assunto “sintomas da TPM” é mencionado em 17% das publicações, seguido por “alternativas de absorção” (12%) que informam sobre dispositivos como coletor menstrual, calcinhas, discos, entre outros.  

Em relação ao engajamento, os temas com maior destaque no levantamento foram “menstruação em crises humanitárias” e “licença menstrual”. O primeiro representou apenas 0,34% das postagens, mas obteve o maior engajamento entre todos os 22 subtemas do grupo. Foram 870,3 interações (reações, comentários ou compartilhamento) por postagem. Já “licença menstrual” foi o segundo tema com menor volume de postagem (0,48%). Todavia, obteve engajamento sete vezes maior do que o volume de posts. Foi também o subgrupo com segunda maior média de interações por postagem (828,6). 

Para a diretora da Nexus, os dados indicam que a discussão social e política sobre menstruação tem mais “poder de narrativa”.

“As pessoas estão interagindo mais com esse conteúdo do que com a piada ou só com o relato do meu dia a dia. Porque eu tenho endometriose, hoje eu estou de TPM. Esse relato do dia a dia tem mais pulverização, mas não tem mais interação”, afirmou.  

Para Klarissa, os dados sinalizam que o debate não está limitado à pobreza menstrual e ao acesso a absorventes. “É uma coisa muito mais ampla do que isso, porque aí estamos falando sobre dignidade, sobre o impacto na educação, no trabalho”, apontou a diretora da Nexus. 

Na avaliação da pesquisadora, os debates nas redes sociais funcionam como uma escuta social, uma vez que são espaços em que as pessoas estão compartilhando sobre suas realidades.  “Temos que entender que essas pessoas estão ali demonstrando que o assunto é de interesse delas. Não é só falar de políticas públicas”, aponta.  

Fluxo 

Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – Levantamento da Nexus  sobre menstruação nas redes sociais.
Foto: ONG Fluxo Sem Tabu/Divulgação
Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – Levantamento da Nexus  sobre menstruação nas redes sociais.
Foto: ONG Fluxo Sem Tabu/Divulgação

ONG Fluxo Sem Tabu desenvolve ações sobre saúde menstrual. Luana Escamilla (terceira, à direita) é uma das fundadoras. Divulgação – ONG Fluxo Sem Tabu/Divulgação

No contexto de crescimento do debate sobre menstruação, que repercute para muito além das redes sociais, Luana Escamilla criou em 2020, com apenas 16 anos, a ONG Fluxo Sem Tabu.  

“Eu criei a Fluxo completamente sozinha, com 16 anos de idade, e foi através das plataformas digitais que ela cresceu”, lembra.

Na avaliação de Luana, o levantamento da Nexus deixa claro que existe interesse pelo debate, mas avalia que ainda há muita incompreensão sobre o tema da dignidade menstrual.  

“Quando a gente fala de pobreza menstrual, as pessoas acham que estamos falando só da falta de absorvente. Mas é um problema muito mais amplo, em que entra toda a parte de infraestrutura, como por exemplo se uma pessoa não tem acesso a um banheiro, a informação ou a um ginecologista”, pontua. 

Atualmente, a organização conta com 30 voluntárias e mais de 28 mil mulheres atendidas nas cinco regiões do Brasil, com diversos projetos para promoção da dignidade menstrual. 

“ A dignidade menstrual é justamente o tema que a gente aborda e faz isso não só através da distribuição de absorventes. Mas, principalmente agora, em tornar os espaços mais acolhedores”.  

Uma das iniciativas da organização é o banheiro fluxo, em que são feitos reparos de modo a tornar esses espaços mais seguros e mais dignos, com informações sobre saúde menstrual para meninas e mulheres. “Hoje, cerca de 713 mil meninas brasileiras não têm acesso a banheiro ou chuveiro dentro de casa durante o período menstrual. A gente tem mais de 1 milhão de meninas que não têm papel higiênico na escola”, aponta.

Além do trabalho forte de educação nas redes sociais, a ONG também vai até comunidades e leva ginecologistas para falar sobre saúde da mulher, o acesso ao SUS, menstruação e métodos contraceptivos. A ONG produziu recentemente campanha sobre menstruação e esporte, conversando com várias atletas olímpicas.

“A gente ajudou mais de 370 atletas em situação de vulnerabilidade, com informação de qualidade”.

A meta da Fluxo Sem Tabu é, até 2030, impactar 50 milhões de pessoas por meio de canais físicos e digitais com informações de qualidade sobre saúde menstrual. 

 

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Saúde

SUS vai ampliar em 30% capacidade de armazenamento de plasma no país

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© Rovena Rosa/Agência Brasil

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai ampliar em 30% o aproveitamento do plasma sanguíneo, conforme anunciou, nesta sexta (28), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Hemorio, no Rio de Janeiro. Isso se tornou possível com a compra de 604 equipamentos de alta tecnologia pelo governo. Os materiais começaram a chegar e serão instalados até o primeiro trimestre do ano que vem.

Padilha disse que essa aquisição vai gerar economia de R$ 260 milhões por ano com a redução da necessidade de importação de medicamentos. O ministro argumentou que o Brasil não produzia os fatores que derivam do plasma e a necessidade de importação gera insegurança para quem tem doenças que dependem de hemoderivados.

Medicamentos essenciais 

O plasma é a parte líquida do sangue e se transforma em medicamentos essenciais para o cuidado de pacientes com hemofilia, doenças imunológicas, outras condições de saúde e também para cirurgias de grande porte. 

“Cada vez mais, as imunoglobulinas são utilizadas não só para doenças infecciosas, mas para outros tipos de doenças também, as imunoglobulinas hiperimunes”, disse o ministro em nota divulgada pelo governo federal. 

Para a produção, o investimento foi de R$ 116 milhões do Novo PAC Saúde. Segundo estima o Ministério da Saúde, a iniciativa vai beneficiar 125 serviços de hemoterapia em 22 estados. 

500 mil litros por ano

Os materiais são blast-freezers, de congelamento ultra-rápido (tecnologia avançada com a qual a rede pública ainda não contava); ultrafreezers, de congelamento rápido; e freezers.

Inclusive, ainda segundo o governo, isso significa que, com a ampliação da oferta, a nova fábrica da Hemobrás, inaugurada neste ano, poderá atingir plena capacidade de produção de medicamentos estratégicos para o SUS, com o processamento de até 500 mil litros de plasma por ano. 

O Ministério da Saúde acrescentou que a disponibilização de plasma pelas unidades da rede pública aumentou 288% nos últimos três anos. O estoque passou de 62,3 mil litros para 242,1 mil litros.   

No evento de anúncio, o ministro ressaltou que a Hemobrás, criada pelo governo brasileiro, é, atualmente, a maior fábrica de hemoderivados da América Latina.

Doação 

O anúncio da ampliação da capacidade de armazenamento de plasma ocorre na semana nacional do doador de sangue. No país, em 2024, mais de 3,3 milhões de bolsas foram coletadas, o que representa 1,6% da população brasileira.  

Atualmente, apenas 13% do plasma coletado no país por meio de doações voluntárias é utilizado em transfusões, o que significa que 87% ainda podem ser destinados à produção de hemoderivados. 

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Saúde

Ação no Rio lembra Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito

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© Marcello Casal/Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) realizou nesta sexta-feira (28), em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), ação para marcar o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito, em frente aos Arcos da Lapa, no centro da cidade.

Celebrada no dia 16 de novembro, a data foi instituída em 1995 pela Organização das Nações Unidas (ONU), para oferecer apoio a vítimas de acidentes em ruas e estradas e conscientizar a população sobre a segurança viária, além de homenagear os mortos, seus familiares e os profissionais de emergência que se dedicam ao trabalho de socorro.

Este ano, a campanha tem como tema “Talentos perdidos”. Segundo a prefeitura do Rio, a escolha da frase faz menção ao fato de acidentes de trânsito serem a principal causa de morte entre crianças e jovens em todo o mundo, o que significa uma perda precoce para a sociedade.

Somente este ano, até outubro, 640 pessoas morreram em acidentes nas vias e rodovias da capital fluminense como atropelamentos e colisões. A maior parte das mortes (234), segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), ocorreu na zona norte. A zona oeste aparece na sequência, com 182 casos. Há mais de uma década, as duas áreas concentram os maiores volumes de homicídios culposos de trânsito no município. “Até o momento, a quantidade de mortes já é a sexta maior da série histórica, iniciada em 2008. No ano passado, de janeiro a dezembro, foram 723 mortes”, diz a SMS.

“Dessas 640 pessoas que morreram por acidentes de trânsito, 68% envolveram motociclistas. A maioria dos acidentes com mortes envolve motos. Este ano, 47 mil pessoas foram atendidas nas unidades de saúde vítimas de acidentes de trânsito”, disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Segundo ele, as principais causas são excesso de velocidade, ultrapassagem de sinal vermelho e falar ao telefone.

“O carioca precisa ter consciência em relação ao trânsito pois uma atitude imprudente pode tirar uma vida, gerar internação hospitalar ou uma sequela permanente”.

De acordo com Soranz, o impacto é enorme na rede municipal de saúde, com 6 mil profissionais que trabalham diariamente dedicados ao cuidado com as vítimas de acidentes de trânsito, com salas de politrauma lotadas.

“Quarenta por cento de todas as cirurgias ortopédicas na cidade do Rio são em vítimas de acidente de moto, veículo muito perigoso que a gente recomenda que as pessoas evitem ao máximo usar. São internações caríssimas que custam R$ 130 milhões por ano com vítimas de acidentes de trânsito”, afirmou Soranz.

O diretor técnico da CET-Rio. André Drummond Soares de Moura, lembra que a prefeitura assinou acordos com as empresas de aplicativo como Uber, 99 e Ifood, para que elas compartilhem informações com a prefeitura se os mototaxistas estão fazendo manobras perigosas como andar acima do limite de velocidade da via, ultrapassar sinal vermelho, andar na contramão ou sobre calçadas e faixas de ciclistas.

“O monitoramento que as próprias plataformas fazem é muito maior do que as câmeras da prefeitura. Elas vão compartilhar dados sobre condutores que têm uma rotina de direção perigosa na rua para que haja punições. Mas há também um viés de educação no trânsito, para que tenham capacitação e treinamento”, disse Moura.

Estudo do Atlas da Violência 2025 divulgou este ano pela primeira vez dados sobre a violência no trânsito. A taxa de mortes causadas por acidentes de trânsito voltou a crescer no país, alcançando 16,2 óbitos em cada grupo de 100 mil habitantes. O dado se refere a 2023 e representa alta de 2,5% ante 2022, quando o índice era 15,8.

Especificamente em relação a acidentes envolvendo motocicletas, a taxa atingiu 6,3 mortes por 100 mil habitantes em 2023, o que equivale a alta de 12,5% ante 2022. Desde 2020, a taxa era mantida em 5,6.

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