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Por que as flores representam um símbolo de condolência?

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Por que as flores representam um símbolo de condolência?
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Descubra o significado e a simbologia das flores no contexto do luto

Há séculos, as flores têm sido associadas ao luto, simbolizando condolência e respeito. Presentes em cerimônias fúnebres e tributos a entes queridos, elas possuem uma carga simbólica profunda, remetendo ao ciclo da vida, à delicadeza e à fragilidade da existência humana. Mas como essa tradição de usar flores em momentos de despedida se consolidou ao longo da história?

A simbologia das flores diante da morte

As flores, por natureza, representam a efemeridade da vida. Elas desabrocham, atingem seu auge em beleza e, inevitavelmente, fenecem. Esse ciclo reflete a condição humana: passageira, frágil e, muitas vezes, breve. Em muitas culturas, as flores são entendidas como um tributo à beleza transitória e à passagem, tornando-se um gesto apropriado em ocasiões de adeus.

Além disso, as flores amenizam a dureza dos momentos de dor, trazendo suavidade e cor ao ambiente do luto. Elas têm o poder de transformar funerais em ocasiões um pouco mais reconfortantes, oferecendo alívio e serenidade às pessoas enlutadas. Desde os tempos antigos, civilizações como gregos e romanos já integravam flores às cerimônias fúnebres, acreditando que essas plantas poderiam auxiliar na transição da alma para outro plano.

O significado das coroas de flores

Entre as formas mais comuns de demonstrar condolências estão as coroas de flores. Seu formato circular simboliza o ciclo eterno de vida e morte, um conceito amplamente presente em diversas tradições espirituais e culturais. A escolha das flores em uma coroa também carrega significados: lírios remetem à paz e renovação, rosas brancas expressam pureza, enquanto crisântemos estão frequentemente ligados ao luto, especialmente na Europa e na Ásia.

Com o passar do tempo, as coroas de flores tornaram-se parte essencial das cerimônias fúnebres. Utilizadas para adornar caixões, lápides e altares, elas representam um último gesto de respeito ao falecido. Além disso, a oferta de flores ou de uma coroa é uma maneira sutil e delicada de demonstrar apoio e solidariedade às famílias que enfrentam a perda.

A presença das flores em rituais fúnebres ao redor do mundo

As flores desempenham um papel marcante em rituais de despedida em diferentes culturas. No ocidente, é comum enviar arranjos ou coroas para funerais e velórios. Já em países asiáticos, como o Japão, flores como crisântemos são oferecidas como sinal de respeito e saudade. Em diversas tradições, o perfume das flores é interpretado como uma forma de purificar o ambiente e trazer conforto aos presentes.

Mais do que um símbolo, as flores são uma expressão visual de sentimentos muitas vezes difíceis de traduzir em palavras. Elas oferecem um tributo silencioso, mas repleto de significado, permanecendo como uma das mais belas formas de homenagear os que se foram.

Um gesto universal de empatia e afeto

O uso de flores como símbolo de condolência transcende barreiras culturais e religiosas. Em qualquer tradição ou país, oferecer flores em momentos de perda é um gesto carregado de empatia e compaixão. Sem necessidade de palavras, elas comunicam uma mensagem universal de respeito e carinho.

Em resumo, as flores tornaram-se um ícone de condolência devido à sua beleza passageira e ao que representam no ciclo natural da vida. Elas são um tributo delicado, que proporciona conforto e serenidade aos que enfrentam o luto, deixando uma mensagem de respeito e afeto.

Henrique Morgani é Especialista em Link Building, acumulando mais de 8 anos de experiência combinada em SEO e redação. Com formação em Direito, ele descobriu grande paixão no Marketing Digital.

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Comportamento

Casal de idosos de Minas Gerais usa roupas com as cores da bandeira trans e homenageia as filhas trans no Dia Internacional da Mulher

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“Sempre fazem questão de enviar mensagens no Dia Internacional da Mulher”, diz Suellen Carey sobre seus pais.

Para homenagear suas filhas, Carlos Alberto (74) e Eliane Maria (64), pais de Suellen Carey (37) e Carla (41), postaram um vídeo nas redes sociais expressando o orgulho que sentem por suas filhas trans. O casal, que mora em Minas Gerais, apareceu vestindo roupas nas cores da bandeira trans, simbolizando seu apoio incondicional à identidade de gênero das filhas.

“Muitos parentes nos excluíram, mas nossos pais sempre disseram que preferiam perder o contato com qualquer pessoa do que nos virar as costas. Isso é amor verdadeiro”, contou Suellen. Ela relatou que, apesar de enfrentarem preconceito até dentro da própria família, seus pais sempre as apoiaram.

Em um gesto simbólico, Suellen agradeceu publicamente: “Se hoje sou forte, é porque vocês me ensinaram a ser assim. Obrigada por serem tudo para mim e para Carla.” O vídeo gerou uma reflexão sobre a dificuldade de muitas famílias em apoiar filhos trans, especialmente em uma sociedade ainda marcada por preconceitos.

Nos comentários, seguidores elogiaram a postura de Carlos Alberto e Eliane Maria, ressaltando a importância do apoio familiar para pessoas trans. “Se todo mundo tivesse pais assim, o mundo seria um lugar melhor”, escreveu um internauta. “Que orgulho desses pais, que lição de amor!”, comentou outro.

🔗 Link do vídeo: https://www.instagram.com/reel/DGYVUjYoIvp/?igsh=YXkwZ3J3OGt4eWtj

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Com apenas nove anos, aluno de escola pública de Guarulhos lança seu segundo livro

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Felipe Akamine Rodrigues, o escritor mirim, agora se aventura no suspense policial
 
Se o amor pelo futebol levou Felipe Akamine Rodrigues a escrever seu primeiro livro, foi a paixão pela escrita que o impulsionou a mergulhar em um novo universo literário. Aos nove anos, o pequeno escritor de Guarulhos acaba de lançar Murder, um suspense policial cheio de mistério e reviravoltas, provando que sua criatividade não tem limites.
 
Felipe, morador do Parque Cecap, já impressionava desde pequeno com sua afinidade pelas letras. Aos três anos, demonstrava interesse em criar histórias, e, aos quatro, já grampeava folhas, fingindo que eram livros. O primeiro título oficial veio quando tinha seis anos, um presente especial para a secretária da escola, Helena Salomão, que sempre o acolheu com carinho. Desde então, a escrita se tornou uma forma de expressão e diversão para ele.
 
A estreia oficial no mundo editorial aconteceu em 2024, quando publicou Minha Paixão com o Palmeiras – Temporada 2023, um relato envolvente sobre o desempenho de seu time do coração ao longo do ano. A obra chegou até a Bienal do Livro de Guarulhos, onde Felipe viu seu nome estampado entre os autores, encantando leitores com sua visão apaixonada sobre futebol.
 
Mas agora, o jovem escritor decide explorar novos caminhos. Com Murder, Felipe sai dos gramados e mergulha no universo do suspense e do mistério. “Eu escrevi o livro do começo porque acho que tem poesia em tudo. Acho que tem poesia no futebol, acho que tem poesia no assassinato, acho que tem poesia em escola, em igreja”, reflete o autor mirim. “Acho que todo mundo tem uma poesia nossa.”
 
Apesar da pouca idade, Felipe tem um entendimento aguçado sobre literatura e incentiva outras crianças a escreverem suas próprias histórias. “Eu acho muito legal essa ideia de incentivar outras crianças a escreverem. Tanto que tenho um amigo que disse que vai escrever sobre um lutador, e eu o incentivei. Foi muito legal”, conta o jovem autor.
 
A mãe de Felipe, Liliane Akamine, de 41 anos, sempre incentivou o hábito da leitura em casa, sem imposições, apenas criando um ambiente onde os livros estavam sempre ao alcance do filho. A estratégia funcionou, e hoje o garoto acumula uma biblioteca de respeito e uma mente fervilhante de novas ideias.
 
Sobre o novo livro, Felipe já adianta: “Aguardem, pois vai ter muita coisa da hora, muita reviravolta e muita coisa legal mesmo!”. Com apenas nove anos e dois livros publicados, o futuro desse pequeno grande escritor parece promissor. Se já surpreendeu o público com suas primeiras obras, quem sabe onde sua imaginação o levará nos próximos capítulos dessa incrível trajetória?

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Influencer Elisa Ponte diz que admirar o nascer ou pôr do sol pode ajudar a melhorar a depressão e a ansiedade

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"Elisa Ponte: Como o Sol Pode Iluminar Sua Saúde Mental"
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A terapeuta comportamental e especialista em inteligência emocional também fala sobre a importância da exposição solar para manutenção da saúde mental

Com a correria da vida esquecemos de prazeres da vida que estão disponíveis para a gente gratuitamente e que podem até ajudar nossa saúde mental.  Um hábito que pode ajudar o nosso bem-estar físico e mental é admirar o nascer ou o pôr do sol.

“Assistir ao nascer ou pôr do sol pode diminuir o stress, a ansiedade e pode até agir sobre a depressão. Além disso, a ciência confirma os benefícios da exposição solar. Cientistas da Universidade Brigham Young de Utah descobriram os impactos que o sol tem sobre nosso estado de espírito. Destaca-se que as pessoas costumam se sentir mais deprimidas em dias de menos sol, enquanto se sentem mais alegres durante o dia, entre o amanhecer e o anoitecer’, explica a terapeuta comportamental e especialista em inteligência emocional.

Elisa diz que o sol ajuda o cérebro a produzir hormônios relacionados ao prazer, além da vitamina D que é essencial para a manutenção da nossa saúde. “O nosso organismo produz serotonina quando é acionado pelos detectores que estão na nossa retina. A serotonina é um dos principais neurotransmissores relacionados ao nosso bom-humor. Ela contribui para nos mantermos calmos, satisfeitos e focados. . A ausência de exposição está ligada à insônia, que é comumente vista em situações de depressão. Outra consequência é a deficiência de vitamina D, que também dificulta a preservação da saúde mental”, destaca.

Segundo a especialista, momentos de pausa como meditação e conexão com a natureza, permitem nos restaurar, recuperando nossas forças, gerando harmonia e equilíbrio.  “Caso seja difícil ver o nascer ou pôr do sol, basta separar alguns minutos admirando algo bonito da natureza e tomando sol. Escolha um lugar acolhedor para isso”, aconselha.

A terapeuta diz que,  de acordo com alguns estudos científicos, a exposição aos raios solares ajudaria a regular o metabolismo. “O sol contribui para o bem-estar geral do corpo e influencia na regulação do peso. Mais uma razão para tentar tirar alguns minutos de descanso com a luz do sol. E claro, não esqueça do protetor solar “finaliza.

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