Economia
Portugal: Os Melhores Setores para Investir e Garantir Retorno
Quer saber onde investir para garantir um retorno seguro em Portugal? Descubra neste artigo Portugal: Os Melhores Setores para Investir e Garantir Retorno. Vamos explorar setores promissores, oportunidades para estrangeiros e como aproveitar incentivos como o Portugal Golden Visa. Não perca estas dicas valiosas!
Investir em Portugal tem atraído olhares de pessoas do mundo todo. Mas, como escolher o setor certo para garantir retorno? Antes de mergulhar nas oportunidades, imagine isso: um país com estabilidade econômica, incentivos para investidores estrangeiros e setores estratégicos em expansão. Parece promissor, não? Vamos explorar os melhores setores para transformar essa ideia em realidade.
O Mercado Imobiliário em Portugal
O setor imobiliário é uma das escolhas mais populares entre investidores. Portugal oferece imóveis atrativos tanto para residências quanto para aluguel de curto e longo prazo. A demanda por propriedades em cidades como Lisboa, Porto e regiões turísticas, como o Algarve, continua em alta.
Por que investir em imóveis?
- Estabilidade: O mercado imobiliário português tem mostrado resiliência mesmo em períodos de crise.
- Alta procura: A popularidade do país como destino turístico e para morar impulsiona o setor.
- Incentivos fiscais: Existem benefícios para estrangeiros que investem em imóveis, como os oferecidos pelo Portugal Golden Visa.
Turismo e Hospitalidade
Portugal é conhecido como um dos melhores destinos turísticos da Europa. Com milhões de visitantes anuais, investir em hotéis, pousadas e até mesmo em serviços de turismo pode ser altamente lucrativo.
O que torna o setor de turismo atraente?
- Crescimento contínuo: O número de turistas cresce a cada ano.
- Diversidade de atrações: Desde praias paradisíacas até cidades históricas.
- Oportunidades em nichos: Ecoturismo, turismo cultural e gastronômico estão em alta.
Energias Renováveis: Um Setor do Futuro
Portugal tem investido fortemente em energias renováveis, especialmente solar e eólica. O governo incentiva projetos sustentáveis, criando um ambiente favorável para investidores.
Benefícios de investir em energia limpa
- Demanda crescente: A transição para fontes de energia limpa é uma prioridade global.
- Apoio governamental: Há incentivos financeiros e subsídios para projetos no setor.
- Impacto positivo: Além do retorno financeiro, você contribui para um futuro sustentável.
Tecnologia e Startups
O ecossistema de startups em Portugal está em pleno crescimento. Cidades como Lisboa e Porto tornaram-se hubs tecnológicos, atraindo talentos e investimentos de todo o mundo.
H3: Vantagens de investir em tecnologia
- Inovação constante: Startups portuguesas estão desenvolvendo soluções inovadoras em diversos setores.
- Ambiente favorável: Portugal oferece incubadoras, aceleradoras e eventos para fomentar a inovação.
- Crescimento acelerado: Investimentos em tecnologia têm mostrado altos retornos em curto e médio prazo.
Agricultura e Indústria Alimentar
A agricultura em Portugal é outro setor em ascensão. Com uma forte tradição em vinhos, azeites e frutas, o país tem uma reputação global pela qualidade de seus produtos.
Por que investir em agricultura?
- Exportação: Produtos portugueses são valorizados no mercado internacional.
- Sustentabilidade: Técnicas agrícolas modernas aumentam a eficiência e reduzem custos.
- Demanda constante: Alimentos de alta qualidade sempre terão mercado.
Oportunidades no Mercado de Saúde e Bem-Estar
Com o envelhecimento da população europeia, Portugal viu um aumento na demanda por serviços de saúde e bem-estar, incluindo clínicas, lares de idosos e spas.
Destaques do setor
- Demografia favorável: A população idosa em crescimento impulsiona o mercado.
- Inovação: Avanços tecnológicos estão transformando os serviços de saúde.
- Potencial de expansão: Serviços diferenciados têm grande aceitação, especialmente entre estrangeiros.
Como Iniciar Seu Investimento em Portugal
Agora que você conhece os setores mais promissores, é importante planejar cuidadosamente. Veja algumas dicas para começar:
- Pesquise o mercado: Entenda as dinâmicas do setor escolhido.
- Consulte especialistas: Advogados, consultores financeiros e agentes imobiliários podem ajudar.
- Aproveite incentivos: Benefícios como o Portugal Golden Visa podem facilitar sua entrada no país.
Educação e Formação: Um Setor em Expansão
Portugal tem se destacado como um destino para educação internacional, atraindo estudantes de todo o mundo para suas universidades e escolas técnicas. Investir em instituições de ensino, cursos profissionalizantes e plataformas de educação online pode ser uma excelente oportunidade.
H3: Por que investir em educação?
- Demanda crescente: O aumento de estudantes internacionais impulsiona o setor.
- Inovação tecnológica: Plataformas de ensino remoto estão ganhando força, especialmente após a pandemia.
- Apoio governamental: Portugal incentiva projetos que ampliam o acesso à educação.
Além disso, o setor de idiomas, como escolas de inglês e português para estrangeiros, também oferece retornos interessantes. A educação não é apenas lucrativa, mas também contribui para o desenvolvimento sustentável do país.
Dicas finais
Portugal é uma terra de oportunidades para investidores. Seja no mercado imobiliário, turismo, tecnologia ou energias renováveis, há muitas formas de obter retorno. Agora que você sabe mais sobre Portugal: Os Melhores Setores para Investir e Garantir Retorno, que tal dar o próximo passo? O futuro do seu investimento pode começar aqui!
Economia
Banco Central lança portabilidade de crédito no open finance
A partir do início do próximo ano, os clientes poderão transferir empréstimos de uma instituição financeira para outra de forma mais rápida e digital, em busca de juros mais baixos ou prestações menores. O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (28) a inclusão do serviço de portabilidade de operações de crédito no open finance, sistema financeiro aberto.

A novidade estará disponível ao público em geral a partir de fevereiro de 2026, começando pela modalidade de crédito pessoal. Nos meses seguintes, a portabilidade pelo open finance será estendida às demais modalidades de crédito.
Atualmente, consumidores podem pedir a portabilidade de empréstimos, mas o processo é considerado burocrático e pouco eficaz. Segundo o BC, o novo modelo não substitui as regras em vigor, mas acrescenta uma alternativa mais ágil, apoiada no compartilhamento padronizado de dados entre bancos e fintechs.
Em nota, o BC afirmou que a mudança deve “eliminar assimetrias de informação e barreiras operacionais”, além de tornar o processo mais eficiente. Com o open finance, o prazo máximo para conclusão das operações passará de cinco para três dias úteis — redução válida apenas para solicitações feitas dentro do ambiente digital do sistema.
Processo digital e maior concorrência
A operação será totalmente digital, realizada pelos aplicativos das instituições financeiras. O BC avalia que a automatização deve reduzir erros, custos e ampliar o acesso dos consumidores a ofertas de crédito mais vantajosas.
De acordo com o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, a proposta aproveita a infraestrutura do open finance para ampliar a concorrência no crédito.
“O que estamos fazendo é levar os benefícios do sistema para a portabilidade, com facilitação da troca de informações e melhor experiência para o cliente”, disse.
Implementação gradual
A Resolução Conjunta nº 15/2025, que formaliza a mudança, foi aprovada na quinta-feira (27) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas só foi explicada nesta sexta-feira pelo BC. A resolução permitirá a realização de testes restritos com a portabilidade do open finance, antes de fevereiro de 2026.
Após a liberação da portabilidade para crédito pessoal, o cronograma prevê testes para crédito consignado do setor público federal em agosto de 2026, com lançamento ao público em novembro. Outras modalidades de empréstimo serão incorporadas posteriormente.
O BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) afirmam que a nova portabilidade digital deve ampliar o alcance do open finance e aprofundar a integração entre instituições financeiras, com foco na melhoria da experiência do usuário.
O que é o open finance
Também chamado de sistema financeiro aberto, o open finance permite que clientes autorizem o compartilhamento de seus dados financeiros entre diferentes instituições. Na prática, o consumidor pode levar seu histórico bancário para outros bancos, movimentar contas em plataformas distintas e acessar serviços personalizados, com mais segurança, padronização e conveniência. O objetivo é aumentar a competição no mercado e facilitar o acesso a produtos financeiros mais vantajosos.
Economia
Brasil faz acordo de exportações com Filipinas, Guatemala e Nicarágua
O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias e fitossanitárias com Filipinas, Guatemala e Nicarágua para aumentar exportações de produtos agropecuários para esses países.

Nas Filipinas, as autoridades sanitárias aprovaram a exportação de gordura bovina, insumo utilizado na indústria de alimentos e na produção de energia de baixo carbono, especialmente o diesel verde e o sustainable aviation fuel (SAF).
Entre janeiro e outubro de 2025, o país do sudeste asiático importou quase US$ 1,5 bilhão em produtos agropecuários do Brasil.
Na Nicarágua, as autoridades fitossanitárias autorizaram o Brasil a exportar sementes de milheto, crotalária e nabo, insumos para a agricultura tropical, que contribuem para o aumento da produtividade e a redução da dependência de fertilizantes minerais. Entre janeiro e outubro de 2025, a Nicarágua importou cerca de US$ 55 milhões em produtos agropecuários do Brasil.
Já na Guatemala, o governo brasileiro obteve autorização fitossanitária para exportar arroz beneficiado. Em 2025, até outubro, o país importou mais de US$ 192 milhões em produtos agropecuários do Brasil.
“Os resultados reforçam a estratégia de diversificação de destinos e de produtos, incluindo itens de maior valor agregado”, disse em nota o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Economia
Projeto contra devedor contumaz separa joio do trigo, diz secretário
No dia seguinte à operação “Poço de Lobato”, que mirou sonegação fiscal de R$ 26 bilhões do Grupo Refit, do setor de combustíveis, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse que o projeto que tramita no Congresso contra devedores contumazes pode combater esse tipo de crime.

“Para a gente melhorar o tratamento para os bons contribuintes, é preciso separar o joio do trigo”, disse o secretário.
No caso do grupo que foi alvo da investigação da Receita, o crime envolvia um esquema para sonegação de tributos, evasão de divisas e ocultação de patrimônio.
Ele concedeu, nesta sexta (28), entrevista à Voz do Brasil, produzida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
O secretário da Receita salientou que são devedoras contumazes as pessoas que se utilizam da atividade empresarial ou da estrutura para não pagar tributo e com isso ter uma vantagem competitiva.
“No meio desse esquema todo, está um dos maiores devedores contumazes do Brasil, um grupo econômico cujo negócio principal é não pagar tributo”, explicou Robinson Barreirinhas.
“Pequena minoria”
Estariam no rol dos devedores contumazes aproximadamente mil contribuintes, dentre mais de 20 milhões de empresas brasileiras.
“É uma pequena minoria, mas que causa um estrago enorme em determinados setores”, afirma.
Barreirinhas esclarece que um empresário pode ficar eventualmente inadimplente ao ter dificuldade e não conseguir pagar tributos.
“Pode acontecer com qualquer um. Ele não é um devedor contumaz. Nós estamos falando daquele empresário que abre a empresa com a intenção de não pagar tributo”.
Por isso, o governo defende uma legislação mais dura contra esse tipo de crime.
“A dívida tem que ser superior a R$ 15 milhões e esse valor tem que ser superior ao patrimônio da empresa”, ponderou. Outra intenção do projeto, segundo o secretário, seria que a concorrência entre as empresas ficasse mais saudável. “Estamos falando dos devedores contumazes que devem mais de R$ 200 bilhões”.
O governo não tem expectativa de receber o dinheiro sonegado para os cofres públicos em função de que são empresas abertas sem patrimônio nenhum. “O que nós queremos é tirar elas do mercado e abrir espaço para que o bom empresário possa atuar”, ressaltou.


