Na Baixada pela
primeira vez, peça escrita e dirigida por Fábio Porchat e estrelada por Júlia
Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco fará apenas duas
apresentações nos dias 21 e 22 de março, sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco estão de volta aos
palcos do Rio de Janeiro e pela primeira vez na Baixada com a comédia “AGORA É
QUE SÃO ELAS”, dirigida e escrita por Fábio Porchat. Serão apenas duas
apresentações, nos dias 21 e 22 de março, sábado, às 20h, e domingo, às 18h, no
Teatro Nova Iguaçu Petrobras.
Para encenar a peça, Porchat misturou textos recém-criados e outros que, apesar de
escritos em 2004 e 2005, mantêm conexão com a década de 2020. “É um humor de
identificação. Há pessoas que se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém
que se parece com eles. São encenações do dia a dia, situações que a gente
passa, um comentário que eu achei divertido”, conta o diretor.
Na época da criação dos primeiros textos, Porchat era estudante da CAL (Casa das
Artes de Laranjeiras), no Rio, e chegou a encenar alguns dos esquetes ao lado
do saudoso colega Paulo Gustavo. “Foi muito lindo revisitar esses textos
escritos há́ 20 anos, que eu fiz na escola pro meu colega Paulo Gustavo. E foi
bom ver que esse material ainda é atual, funciona e é engraçado. Se
estivermos conectados ao que acontece ao nosso redor, vamos entender o Brasil,
os costumes e as pessoas que estão à nossa volta”, diz.
AS NOVE HISTÓRIAS
1. SUPERSTIÇÃO
O reencontro de duas amigas depois de anos. Iara (Julia Rabello) acredita
cegamente em todas as superstições, enquanto Amanda (Maria Clara Gueiros) é
puro ceticismo.
2. BEBÊ BURRO
Um casal compara seu filho de 8 meses com os filhos de outras amigas, temendo que
o próprio não seja o mais inteligente de todos. Com Julia Rabello (Pai) e
Priscila Castello Branco (Mãe).
3. SELFIE
Uma fã (Maria Clara Gueiros) aborda uma famosa influencer (Priscilla Castello
Branco). Enquanto tenta tirar uma foto, começa a listar defeitos na artista que
supostamente admira.
4. SASILVA
Três amigas se encontram para mostrar umas às outras os resultados de suas cirurgias
plásticas, feitas pelo mesmo cirurgião, o Dr. Sá Silva. Com Julia Rabello,
Priscila Castello Branco e Maria Clara Gueiros.
5. CONVERSA
Uma mãe (Maria Clara Gueiros), supostamente moderna e aberta, quer conversar com a filha
adolescente (Priscila Castello Branco) sobre sexo, mas não dá conta das
perguntas da menina, muito mais sabida do que ela imaginava.
6. MULHER MARAVILHA
Uma mulher (Maria Clara Gueiros) tem o celular roubado enquanto tirava uma selfie
na rua. Para sua surpresa, a super-heroína Mulher Maravilha (Priscila Castello
Branco) passa pelo local logo depois. A vítima lhe pede socorro, mas a heroína
se recusa a ajudá-la, pois está sobrecarregada e exausta. Enumerando seus
infinitos problemas, passa a tornar-se ela a vítima.
7. OTIMISTA
Dois amigos se encontram. Giba (Maria Clara Gueiros) é otimista ao extremo, passou
pelas piores situações, até mesmo um braço amputado, mas vê o lado bom de tudo.
Fabrício (Júlia Rabello) não entende o amigo.
8. SEXO DE DOMINGO
Um casal entediado (Julia Rabello e Priscila Castello Branco) numa noite de
domingo ouve os sons do sexo selvagem dos vizinhos (Maria Clara Gueiros, fora
de cena) e, com inveja, começa a simular os próprios sons para disputar quem
tem a transa mais quente.
9. ANJO
Um estranho anjo, o Anjo do Constrangimento (Júlia Rabello), tem a missão de
livrar as pessoas dos grandes constrangimentos… através da morte. É o que ela
vai propor a Bebel (Maria Clara Gueiros), que comete gafe atrás de gafe com
Cecilia (Priscila Castello Branco).
DIFERENTES GERAÇÕES DA COMÉDIA SE ENCONTRAM NO
PALCO
Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco, três atrizes de
gerações distintas, despontaram para o público em diferentes veículos e
ocasiões.
A carioca Maria Clara é bailarina, estreou no teatro com o espetáculo “Na Cola
do Sapateado” (1987), e ganhou popularidade na televisão com o humorístico
“Zorra Total” (“Vem, cá, te conheço?”), entre 2004 e 2007.
Também do Rio, Júlia estourou na internet como destaque do time do “Porta dos Fundos”
e participou das novelas “A Regra do Jogo” (2015) e “Rock Story” (2016).
A paulistana Priscila fez drama no teatro em “Cenas de uma Execução” (2016) e
participou nas novelas “Deus Salve o Rei” (2018) e “Salve-se Quem Puder”
(2020). O seu território, porém, é o stand-up, e faz sucesso há dois anos com
o solo “Tô Quase Lá”.
O SUCESSO IMEDIATO DA PEÇA
“AGORA É QUE SÃO ELAS” conquistou o público já na primeira temporada. Estreou com casa
cheia em março de 2024 no Festival de Curitiba e lotou por quatro meses o
Teatro dos 4, no Rio, com sessões extras em todos os sábados. Em seguida,
depois de curta temporada com ingressos esgotados em Niterói, seguiu para São
Paulo, repetindo o sucesso no Teatro das Artes.
Para Fábio Porchat, o êxito da montagem vem do trabalho em equipe. “A peça é
despretensiosa. Tem três grandes comediantes no palco, elas dominam e têm
consciência do potencial delas. Um texto de comédia só funciona sendo feito
por comediantes que acreditam nele e que sabem pegar esse texto e ir além.
Essas mulheres melhoram o meu texto e as piadas, e eu acho isso incrível”, diz.
Ritmo e agilidade são os postos-chave para o humor funcionar, diz Júlia Rabello.
“Colocamos toda a nossa energia em estar com esse timing muito afiado”. Para
ela, é esse elemento que torna a montagem tão contemporânea e de fácil
identificação.
Para Maria Clara Gueiros, os textos “engraçadíssimos” são o maior ingrediente para a
história de sucesso. “Eles vão ficando mais engraçados à medida que a gente
vai se apropriando deles. O texto já ́está tão bem escrito, que eu só preciso
mudar a musicalidade da minha interpretação. Dar vida a tantos personagens não
foi um desafio”, diz. Gueiros conta que as colegas de cena também se tornaram
“amigas pra vida” e se impulsionam na hora da improvisação. “Nós três somos
muito criativas, então vamos criando. Quando uma faz isso, as outras duas já
entendem e surfam na mesma onda. Nós criamos as interações no frescor da peça”,
ela diz.
Para Priscila Castello Branco, o desafio da peça é justamente não usar artifícios
para a mudança de personagens. “Não temos um figurino de caracterização e
nenhuma mudança de personagem! A virada é em cena! E ali mesmo nasce o outro.
Acredito que a improvisação vem com a reação da plateia. Descobrimos muitas
coisas no palco. Às vezes a reação da plateia nos leva a uma improvisação que
podemos usar em outras apresentações! O teatro é vivo e é uma delícia viver
isso com minhas companheiras”, conta.
SERVIÇO:
Local: Teatro Nova Iguaçu Petrobras – Rua Coronel Bernardino de Melo, 1081,
Caonze, Nova Iguaçu – RJ
Sessões: 21 e 22 de março, sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Ingressos: de R$ 45 a R$ 110, vendas no site https://ingressodigital.com/evento/19020,19021/agora-e-que-sao-elas
Classificação etária: 14 anos
Assessoria de imprensa do Teatro Nova Iguaçu Petrobras: Carlos Pinho – @dicasdopinhao
Instagram: @teatronovaiguacupetrobras
FICHA TÉCNICA:
Texto e Direção: Fábio Porchat
Elenco: Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco
Cenografia: Mina Quental & Atelier na Glória
Equipe Atelier na Glória: Bernard Heimburger, AlexsanderPereira e Mariana Castro
Cenotécnico: A. Salles
Cenografia: André Salles e Márcio Domingues
Figurino: Gilda Midani
Assistente de Figurino: Vanessa Vicente
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Assistente: Valdeci Correia
Montagem: Equipe Art Light
Trilha Sonora: Lúcio Mauro Filho
Assistente de Direção: Hernane Cardoso
Visagismo: Diego Nardes
Fotos de Estúdio: Pino Gomes
Assistentes de Fotografia Artística: Johnne de Oliveira e Iago Castro
Fotos de Cena: Yan Carpenter
Identidade Visual: Vicka Suarez
Designer Gráfico: Kelson Spalato
Marketing Internet: Renato Passos
Videomaker: Hernane Cardoso
Produção: Bem Legal Produções
Direção de Produção: Carlos Grun
Idealização: Fábio Porchat