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Tecnoestresse: o que é, efeitos e como evitar para garantir o bem estar e a saúde dos trabalhadores

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Tecnoestresse: o que é, efeitos e como evitar para garantir o bem estar e a saúde dos trabalhadores
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Cada vez mais presente no dia a dia corporativo, o chamado tecnoestresse – que nada mais é que o estresse causado pela excessiva introdução e dependência da tecnologia no trabalho (e que muitas vezes ultrapassa a barreira do ambiente laboral e se instala também na vida pessoal e privada dos profissionais) está na raiz de uma série de problemas que podem afetar tanto a saúde do funcionário quanto da empresa.  

Se para os profissionais alguns dos principais efeitos recaem sobre a performance em suas tarefas e competências, o que inclui desde sentimentos de insatisfação, ineficiência, ansiedade e angústia até queda extrema da produtividade, para as empresas os problemas mais temidos decorrentes do stress tecnológico estão o aumento de custos e a alta rotatividade dos colaboradores.

O aumento do turnover nas empresas é um fenômeno mundial reforçado durante a COVID-19 e que vem se mantendo em alta desde então por conta de uma série de mudanças que derrubaram paradigmas e impuseram novos desafios para a sociedade. Na pandemia, muitos profissionais passaram a priorizar a saúde mental e o bem-estar em detrimento do trabalho. A cultura do nomadismo digital ganhou força e muitas pessoas passaram a procurar por empresas e funções que lhes permitissem usufruir de uma vida mais leve e satisfatória com tarefas que pudessem ser realizadas a qualquer hora e de qualquer lugar do planeta. Os avanços tecnológicos tiveram um grande impacto nessa mudança, em especial com a introdução e a consolidação dos modelos de trabalho remoto e híbrido. No entanto, uma transformação tão profunda adicionou novas camadas de pressão à rotina diária dos trabalhadores, gerando maior apreensão e estresse tecnológico em nível global.

De acordo com um estudo com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) realizado em 2022 pela Robert Half, a maior empresa especializada em soluções de talentos e consultoria de negócios do mundo, o Brasil lidera o ranking da alta rotatividade de funcionários no mundo, com 56% de turnover e à frente de países como França (51%), Bélgica (45%) e Reino Unido (43%).

Integrar recursos para simplificar a vida profissional é parte da solução

Na prática, as manifestações e consequências do tecnoestresse devem ser evitadas ao máximo para que se possa atrair e manter os melhores profissionais e não gerar uma infinidade de problemas críticos que podem colocar os objetivos de negócios em risco. Para isso é essencial que as empresas encontrem novas formas de reduzir ao máximo o stress tecnológico, integrando recursos e simplificando a vida profissional dos trabalhadores remotos e durante a integração de novos funcionários.

Para Georg Beyschlag, Presidente da TeamViewer Américas, a tecnologia de conectividade remota desempenha um papel fundamental na redução do nível de estresse e de suas consequências, uma vez que facilita a resolução de problemas de TI.

“Se já é ruim o suficiente estar em um prazo apertado e, de repente, ter que se deparar com uma complicação relacionada à TI que impede os profissionais de realizarem seu trabalho, imagine se os departamentos de TI já tiverem encerrado o expediente estiverem fora! No atual e cada vez mais transitório ambiente de trabalho, é raro que o funcionário e o especialista em TI estejam sempre no mesmo prédio ou até mesmo na mesma cidade ou país, especialmente quando se trata de grandes empresas globais”, diz o executivo. “A tecnologia de conectividade remota TeamViewer permite que as companhias criem mesas de suporte de TI centralizadas capazes de resolver problemas de funcionários remotamente a qualquer hora e de qualquer lugar, minimizando o tempo de inatividade e otimizando a eficiência.”

Ainda de acordo com Georg, outra característica importante da plataforma TeamViewer Remote é garantir uma experiência de usuário sem sobressaltos, já que a solução é extremamente intuitiva, muito fácil de usar, não requer nenhum treinamento durante a integração dos funcionários e ajuda a força de trabalho a superar desafios de forma prática, em tempo real e sem causar nenhum tipo de ansiedade tecnológica.

 “A interface foi projetada para que o usuário possa navegar e assumir o controle de sua experiência de acesso remoto de forma agradável e de acordo com seus níveis de conforto e conveniência”, diz o presidente da TeamViewer Américas. “É a plataforma de acesso remoto de melhor desempenho disponível no mercado e reduz tanto o estresse tecnológico quanto o chamado ‘inchaço’ do processo resultante da adesão a formas desnecessárias de trabalho que aceleram indevidamente os negócios e resultam em sérios problemas para as empresas, como aumento de custos e menor produtividade.”

A TeamViewer é fornecedora líder global de soluções de conectividade remota e digitalização de ambientes de trabalho e está na web em www.teamviewer.com.

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TeamViewer anuncia integração direta ao Google Meet

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TeamViewer anuncia integração direta ao Google Meet
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A TeamViewer, fornecedora líder global de soluções de conectividade remota e digitalização de ambientes de trabalho, anuncia integração direta ao Google Meet, possibilitando suporte remoto contínuo para aprimorar a colaboração entre equipes. À medida que as forças de trabalho híbridas se tornam cada vez mais prevalentes, a integração permitirá aos profissionais de TI e às empresas superar desafios técnicos sem sair de sua plataforma de videoconferência preferida, agilizando a tomada de decisão, a resolução de problemas e a produtividade. 

O Google Meet é uma das plataformas mais usadas no mundo para comunicação entre equipes alocadas em escritórios, fábricas, em campo ou em outros locais de trabalho, apoiando companhias de vários portes e segmentos em suas operações diárias. A integração adiciona ao Google Meet o acesso remoto ininterrupto e os recursos aprimorados TeamViewer para solução de problemas, garantindo às empresas que já usam o popular programa de videoconferência da Google resolução simples de problemas técnicos diretamente na plataforma, sem a necessidade de alternar entre aplicativos ou ferramentas. 

O add-on TeamViewer Remote Control possibilita sessões de suporte remoto diretamente em uma reunião do Google Meet, sem necessidade de qualquer tipo de instalação. Os profissionais de TI poderão se conectar instantaneamente por meio de seus navegadores, enquanto os usuários finais sem o TeamViewer participam da sessão em poucos cliques, com um simples download rápido e automático. Essa abordagem simplificada possibilita aos técnicos de TI observar detalhadamente o cenário de cada atendimento e resolver os problemas visualmente, com o uso conjunto dos já tradicionais recursos de chamadas de chat, VoIP e vídeo. A principal vantagem é que as sessões de suporte remoto podem ser iniciadas durante reuniões ao vivo, em tempo real, poupando tempo e assegurando uma colaboração eficiente.

“As empresas confiam no Google Meet para uma boa comunicação entre suas equipes, mas as interrupções técnicas podem facilmente prejudicar a produtividade”, afirma Stefan Prestele*, Vice-Presidente Sênior de Alianças Estratégicas da TeamViewer. “Ao integrar os poderosos recursos de acesso remoto TeamViewer ao Google Meet, nós estamos oferecendo suporte instantâneo de TI durante as reuniões, permitindo que os profissionais tenham uma experiência superior de interação e colaboração para solucionar problemas em tempo real, desde os mais simples até os mais complexos, sem alternância entre aplicativos.”

A integração prioriza a conveniência do usuário, ao mesmo tempo em que adere aos altos padrões de segurança do TeamViewer. Os profissionais de TI conseguirão fornecer suporte remoto diretamente do browser, garantindo tempos mais rápidos de resposta, e os usuários finais poderão ingressar sem esforço graças ao processo de configuração automática, eliminando a necessidade de instalações difíceis e complicadas.

O add-on TeamViewer para o Google Meet está disponível no Google Workspace Marketplace.

Na web, a TeamViewer está em www.teamviewer.com

 

*Foto Divulgação: Stefan Prestele, Vice-Presidente Sênior de Alianças Estratégicas da TeamViewer.

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Boxware fecha acordo de distribuição B2B com Canonical no Brasil

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Boxware fecha acordo de distribuição B2B com Canonical no Brasil
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A companhia paulista Boxware, referência nacional no ciclo de distribuição de tecnologias de ponta para revendas corporativas, anuncia parceria com a Canonical para comercialização no Brasil do sistema operacional open source Linux Ubuntu Pro, da plataforma de código aberto Kubernetes e do conjunto de software livre e de código aberto OpenStack.

O objetivo do acordo estratégico entre a Boxware e a Canonical, companhia líder global em tecnologias open source seguras que promovem flexibilidade e gestão de alto nível para empresas, indústrias e usuários avançados, é oferecer as melhores soluções de nuvem e de borda para servidores e Internet das Coisas (IoT) baseadas em código aberto para o mercado corporativo brasileiro.  

As soluções

O Ubuntu Pro é a versão premium do Ubuntu (o sistema operacional de código aberto Linux mais usado no mundo e o mais popular em ambientes hospedados). A versão Pro oferece os níveis mais altos de segurança, conformidade e gerenciamento de sistemas para uso corporativo e de produção em servidores, desktops e dispositivos IoT, com recursos para suporte de segurança estendida, aplicação de Kernel Livepatch, atualizações diárias de imagens e correção de vulnerabilidades, entre outros.

A plataforma de código aberto Kubernettes gerencia cargas de trabalho e serviços escalonáveis distribuídos em contêineres em ambientes de produção, facilitando tanto a configuração declarativa quanto a automação, com ferramentas como balanceamento de carga, orquestração de armazenamento, lançamentos e reversões automatizadas, empacotamento binário automático, autocorreção de contêineres e gestão de configuração e de informações confidenciais como senhas, tokens OAuth e chaves SSH.

Já o OpenStack é um software de computação open source que possibilita criação e gestão de infraestruturas de computação em nuvem, tanto para ambientes públicos, privados e híbridos. A tecnologia é flexível e escalável e possibilita adicionar servidores, armazenamento e componentes de rede à nuvem, controlar recursos de hardware, gerenciar recursos computacionais e o ciclo de vida das instâncias de máquinas virtuais. Com uma gama de serviços interconectados, o OpenStack promove ainda acesso a painéis de controle e APIs, além de provisionamento de bare-metal e a sistemas de mensagens, containers e governança.

“Além de uma história de sucesso há mais de 20 anos como desenvolvedora de arquiteturas tecnológicas que proporcionam a acessibilidade do software livre a todos, a Canonical é a número 1 do mundo em soluções e serviços com camadas extras de segurança e governança e desempenho de IA e Big Data, garantindo maior liberdade de customização, otimização e integração perfeitas para cargas de trabalho modernas e análise de dados”, afirma Carlos Godinho, CEO da Boxware. 

“As soluções Ubuntu Pro, Kubernettes e OpenStack são reconhecidas mundialmente como topo de linha em estabilidade e confiabilidade e pelo excelente custo-benefício em relação a outros players de mercado. Estamos felizes em concretizar nossa parceria a Canonical. É mais uma conquista da Boxware para as empresas, instituições e indústrias brasileiras que buscam inovação, automação, escalabilidade e redução de custos de infraestrutura”, conclui o executivo.

A Canonical também comemora a parceria. “A incorporação da Boxware como parceira de distribuição da Canonical no Brasil é motivo de muito orgulho para nós”, revela Rick Fredrickson, Diretor Global de Canais de Venda da Canonical. “Estamos impressionados com a capacidade da Boxware de navegar pelas complexidades do mercado brasileiro, com a amplitude de sua rede de parceiros e com sua forte reputação com os principais VARs no Brasil. A parceria com um distribuidor local forte tem sido um ingrediente importante no rápido crescimento da Canonical em novos mercados nos últimos anos, e esperamos ter o mesmo tipo de sucesso no Brasil com Carlos Godinho e sua equipe.”

Mais informações a respeito das soluções open source da Canonical e outros produtos integrantes do portfólio de vendas da Boxware, incluindo sobre como se tornar integrante da ampla rede de canais da empresa, estão disponíveis em www.boxware.com.br.

 

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Mercado de Trabalho 2025: Desafios, Oportunidades e o Papel do Brasil na Era da Inovação

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Mercado de Trabalho 2025: Desafios, Oportunidades e o Papel do Brasil na Era da Inovação
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Jânyo Diniz, CEO do Grupo Ser Educacional e presidente do Sindicato das Instituições de Ensino Superior de Pernambuco e Paraíba

 O mercado de trabalho enfrenta mudanças profundas em 2025, impulsionadas por avanços tecnológicos e transformações econômicas. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a taxa global de desemprego deve permanecer em torno de 5%, um nível historicamente baixo. Contudo, isso não reflete as desigualdades estruturais, como a exclusão de jovens, mulheres e minorias, e os desafios impostos pela automação.

No Brasil, a taxa de desemprego, embora tenha mostrado sinais de recuperação nos últimos anos, ainda enfrenta o impacto de desigualdades regionais e dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho. Segundo dados do IBGE, a taxa de desemprego até novembro de 2024, último mês divulgado, era de 6,1%.

Mas o cenário é heterogêneo: enquanto grandes centros urbanos registram queda nos índices, regiões mais vulneráveis, como o Norte e Nordeste, ainda enfrentam altas taxas de desocupação. Além disso, o déficit educacional e a baixa qualificação profissional dificultam a adaptação de muitos brasileiros às profissões que emergem com a economia digital e sustentável.

É este o cenário que o mundo enfrenta enquanto se vê tomado pela rápida expansão da Inteligência Artificial (IA) e da automação. Essas tecnologias já assustam o mercado de trabalho, ameaçando diversas profissões ao mesmo tempo em que abrem espaço para outras, porém, com competências específicas.

Entre as profissões em alta, destacam-se especialistas em IAs e machine learning, analistas e cientistas de dados, engenheiros de software e desenvolvedores. Essas áreas refletem a necessidade de adaptar-se a um mundo onde decisões baseadas em dados e inovação tecnológica moldam a economia. Profissionais de cibersegurança também são altamente demandados, dada a importância de proteger sistemas digitais em uma era de crescente digitalização. Além disso, com a pressão para práticas mais sustentáveis, profissionais de ESG (Ambiental, Social e Governança) ganham relevância, especialmente em setores comprometidos com a transição para uma economia verde.

Apesar das oportunidades, os desafios são significativos. No livro O Fim dos Empregos, Jeremy Rifkin argumenta que a automação não apenas desloca trabalhadores, mas também contribui para desigualdades econômicas e sociais. Rifkin sugere que, embora a tecnologia aumente a produtividade, ela concentra a riqueza nas mãos de poucos, deixando grandes parcelas da população fora do mercado de trabalho tradicional. Ele propõe alternativas, como a renda básica universal e a redução da jornada de trabalho, para mitigar os impactos do desemprego estrutural.

Paradoxalmente, a inovação também pode gerar empregos em áreas emergentes. Um exemplo é a economia verde, que, segundo o Fórum Econômico Mundial, deve criar milhões de empregos até 2030 em áreas como energia renovável, mobilidade sustentável e agricultura regenerativa. No Brasil, iniciativas como a expansão do mercado de energia solar e eólica têm potencial para gerar postos de trabalho, mas enfrentam obstáculos relacionados à burocracia e ao acesso ao crédito para projetos inovadores.

Portanto, o mercado de trabalho de 2025 apresenta um cenário de extremos. Profissões ligadas à tecnologia, sustentabilidade e análise de dados ganham força, enquanto setores dependentes de mão de obra repetitiva enfrentam declínio. No contexto brasileiro, a superação de barreiras educacionais e estruturais é essencial para garantir que a população possa se beneficiar dessas transformações.

Apenas com políticas públicas inclusivas, investimento em qualificação e incentivos à inovação será possível aproveitar plenamente as oportunidades oferecidas por um mundo em rápida transformação. Criar um ambiente favorável para o desenvolvimento profissional dos nossos jovens é de suma importância para que esta geração consiga se beneficiar das mudanças geradas pela IA e outras inovações.

No entanto, o Brasil ainda carece de uma estratégia clara e efetiva nessa direção. A falta de prioridade em educação focada nas mudanças sociais e nos avanços recentes de tecnologia como as IA’s por parte do governo, reflete diretamente no ritmo lento de progresso. Enquanto outras nações emergentes já colhem os frutos de uma visão mais ousada e proativa, o Brasil continua com os mesmos modelos acadêmicos e de formação de profissionais de décadas atrás que não refletem o momento tecnológico e social atual. O País precisa de mais do que promessas. São necessárias ações concretas para garantir que a transformação global não amplie ainda mais nossas desigualdades.

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