Exposição
Últimos dias da temporada da exposição “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso” no RioMar Recife

Chega ao final neste domingo, 23 de março, a temporada recifense da exposição “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso”. Quatro meses, milhares de visitas e muita emoção depois, a atração se despede convidando o público a conhecer (ou reviver) a essência de um dos maiores escritores do País, mergulhando, assim, na arte e na cultura popular nordestina. Com ingressos a partir de R$ 25, a mostra funciona das 9h às 22h até o sábado e, no domingo, das 12h às 21h, no RioMar Recife.
Através de 13 ambientes, o visitante é conduzido para uma experiência pelos universos artístico e humano de Ariano Suassuna. Uma combinação precisa de cenografia detalhada, tecnologia de ponta e elementos legítimos do protagonista, como manuscritos, fotos raras, trechos de peças teatrais e vídeos, leva a uma viagem pela vida e obra do escritor, filósofo, poeta, dramaturgo e o aclamado autor do “Auto da Compadecida”, clássico da literatura e do cinema nacional. É a última oportunidade para explorar, de maneira inovadora e sensorial, as diversas facetas da trajetória de Ariano pelos aspectos criativo e emocional.
Criação conjunta entre o espaço Luzzco e o historiador João Suassuna (neto mais velho de Ariano), “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso” traz importantes nomes em sua ficha técnica, como Eric Tavares, diretor criativo que, com sua equipe, criou e produziu cada detalhe da rica cenografia que emociona o visitante. Trilha sonora e sonorização, incluindo da sala de projeções, onde, entre riso e choro, o público vivencia histórias e grandes momentos de Ariano, têm a assinatura do Estúdio Muzak. O patrocínio é do RioMar Recife, Banco do Nordeste, Grupo Parvi, Kroma Energia e Suassuna Fernandes Engenharia.
Sobre Ariano Suassuna – Nasceu na Paraíba em 16 de junho de 1927 e faleceu no Recife em 23 de julho de 2014, deixando um legado que transcende fronteiras culturais e linguísticas, com obras icônicas que emocionam públicos de diferentes gerações. Entre as principais obras do autor, poeta e dramaturgo estão “Auto da Compadecida”, que ganhou adaptação para o cinema, e “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta“, que inspirou uma série televisiva, ambas retratando as tradições nordestinas e exaltando a cultura popular. Ariano foi o idealizador do Movimento Armorial, em 1970, que tinha como objetivo criar uma arte erudita com base e valorização da cultura popular.
Sobre o Luzzco – O primeiro espaço imersivo de arte, cultura e inovação da Paraíba vai além das molduras convencionais e proporciona uma experiência única e envolvente para toda a família. O Luzzco utiliza a mesma tecnologia das maiores exposições imersivas do mundo e é equipado com recursos audiovisuais que permitem a criação de obras que se modificam de acordo com o movimento, o som e o toque das pessoas. No local, as paredes, o chão e o público se tornam parte integrante das obras.
SERVIÇO
Exposição “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso”
RioMar Recife – Av. República do Líbano, 251, Pina – Recife
No Espaço de Eventos – Piso L3 (mesmo nível da Praça de Alimentação)
Em cartaz até o dia 23 de março de 2025
Horário:
Segunda a sábado, das 9h às 22h
Domingos e feriados, das 12h às 21h
Ingressos:
Segunda a quinta: oferta especial de dois ingressos por R$ 49,90
[Valores regulares: R$ 35 (meia), R$ 70 (inteira), R$ 175 (Combo Família)]
Sexta a domingo: R$ 40 (meia), R$ 80 (inteira), R$ 200 (Combo Família)
* Crianças até 2 anos e 11 meses não pagam
À venda na plataforma Fever (http://bit.ly/4evXSJD) e no app RioMar Recife
Classificação etária: livre.
*Menores de 12 anos devem estar acompanhados por responsável
Mais informações:
No Instagram: @autoarianoimersivo | @luzzco | @riomar_recife
Exposição
Exposições AFROENTES, de Giuliano Lucas e FRENTE FESTIVAL reabrem no Centro de Artes Calouste Gulbenkian

No próximo dia 14/03, a partir das 17h, o Centro de Artes Calouste Gulbenkian, no Centro do Rio, reabre a exposição “AFROENTES: Teias de Ancestralidade e Afetos”, do multiartista Giuliano Lucas, em cartaz até 26/04. O artista também é idealizador do Festival Carioca de Fotografia Popular Independente, o #FRENTE, que conta com a participação de 40 fotógrafos moradores de comunidades e periferias do Rio de Janeiro.
A exposição Afroentes: Teias de AncestralidadeeAfetos, tem curadoria do próprio artista e texto crítico de Erick Peres.
A mostra traz discussões, debates e o diálogos sobre a produção do artista, atravessada pela Arte, Cultura e Ancestralidade Negra.
“Esta exposição é uma celebração e agradecimento a Ancestralidade Negra e uma oportunidade vivenciar a potência transformadora do Afeto, onde o ponto de partida é homenagear a vida de minha avó.” convidou Giuliano Lucas.
Paralelo à exposição de Giuliano Lucas, acontece a mostra de fotografias, BRASILPOSSÍVEL do Festival Carioca de Fotografia Popular Independente, o #FRENTE. As imagens, clicadas por moradores de periferias e comunidades do Rio de Janeiro, tem curadoria de Giuliano.
O Centro Municipal de Cultura Calouste Gulbenkian fica na Rua Benedito Hipólito, n° 125, Praça Onze – Centro do Rio de Janeiro/RJ, em frente ao Terreirão do Samba. A mostra pode ser visitada de segunda a sábado, das 09h às 20h30min.
Serviço:
Exposição “AFROENTES: Teias de Ancestralidade e Afetos”
Onde: Centro Municipal de Cultura Calouste Gulbenkian fica na Rua Benedito Hipólito, n° 125, Praça Onze.
Entrada gratuita
Visitação: Até 26/04/2025
Exposição
“O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso”, eleita uma das melhores exposições do Brasil, prorroga temporada no RioMar Recife

Top 10 das melhores exposições imersivas do Brasil segundo ranking da Fever, “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso” ganha mais tempo de exibição no Recife. A mostra, um mergulho profundo na vida e obra de Ariano Suassuna, suas raízes e frutos, seus amores e artes, ficará em cartaz até 23 de março no RioMar Recife. O sucesso da exposição é reiterado pelos seus visitantes, que, numa escala máxima de 5 pontos, deram nota 4,9 à atração (confira aqui: http://bit.ly/4evXSJD).
“A Fever tem orgulho de conectar o público a eventos extraordinários como esse, impulsionando o acesso a grandes produções no país”, celebra Rafael Foresto, diretor da empresa no Brasil. Criada em 2014 em Madri, a Fever é a principal plataforma global de descoberta e venda de entretenimento ao vivo e está presente em mais de 300 das maiores cidades do mundo.
Através de 13 ambientes, “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso” convida o visitante para uma experiência pelos universos artístico e humano de Ariano Suassuna. A herança de um dos maiores ícones da nossa literatura é apresentada através de uma combinação de cenografia detalhada, tecnologia de ponta e elementos legítimos do homenageado, como manuscritos, fotos raras, trechos de peças teatrais e vídeos, levando a uma viagem pelas raízes da cultura popular brasileira e pela trajetória do escritor, filósofo, poeta e dramaturgo. Os ingressos custam a partir de R$ 25 e podem ser adquiridos na plataforma Fever e no App do RioMar Recife.
Cocriada entre o espaço Luzzco e o historiador João Suassuna (neto mais velho de Ariano), a atração faz na capital pernambucana sua primeira parada após estreia de sucesso na Paraíba. Um deleite ao visitante, que explora de maneira inovadora e sensorial as diversas facetas de Ariano pelos aspectos criativo e emocional do autor.
A exposição “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso” é realizada pelo Luzzco, com apoio do RioMar Recife.
Sobre Ariano Suassuna – Nasceu na Paraíba em 16 de junho de 1927 e faleceu no Recife em 23 de julho de 2014, deixando um legado que transcende fronteiras culturais e linguísticas, com obras icônicas que emocionam públicos de diferentes gerações. Entre as principais obras do autor, poeta e dramaturgo estão “Auto da Compadecida”, que ganhou adaptação para o cinema, e “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta“, que inspirou uma série televisiva, ambas retratando as tradições nordestinas e exaltando a cultura popular. Ariano foi o idealizador do Movimento Armorial, em 1970, que tinha como objetivo criar uma arte erudita com base e valorização da cultura popular.
Sobre o Luzzco – O primeiro espaço imersivo de arte, cultura e inovação da Paraíba vai além das molduras convencionais e proporciona uma experiência única e envolvente para toda a família. O Luzzco utiliza a mesma tecnologia das maiores exposições imersivas do mundo e é equipado com recursos audiovisuais que permitem a criação de obras que se modificam de acordo com o movimento, o som e o toque das pessoas. No local, as paredes, o chão e o público se tornam parte integrante das obras.
Sobre a Fever – Plataforma global de descoberta e venda de experiências ao vivo, conectando pessoas a eventos exclusivos e imersivos em diversas categorias, como cultura, entretenimento e gastronomia. Com tecnologia baseada em dados, a plataforma otimiza a distribuição de ingressos, impulsiona a demanda e amplia o alcance de eventos em mais de 300 cidades ao redor do mundo. Além disso, a Fever desenvolve experiências próprias, conhecidas como Fever Originals, criando eventos inovadores que já atraíram milhões de participantes globalmente.
SERVIÇO
Exposição “O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso”
RioMar Recife – Av. República do Líbano, 251, Pina – Recife
No Espaço de Eventos – Piso L3 (mesmo nível da Praça de Alimentação)
Em cartaz até o dia 23 de março de 2025
Horário:
Segunda a sábado, das 9h às 22h
Domingos e feriados, das 12h às 21h
Ingressos:
Segunda a quinta: oferta especial de dois ingressos por R$ 49,90
[Valores regulares: R$ 35 (meia), R$ 70 (inteira), R$ 175 (Combo Família)]
Sexta a domingo: R$ 40 (meia), R$ 80 (inteira), R$ 200 (Combo Família)
* Crianças até 2 anos e 11 meses não pagam
À venda na plataforma Fever (http://bit.ly/4evXSJD) e no app RioMar Recife
Classificação etária: livre.
*Menores de 12 anos devem estar acompanhados por responsável
Mais informações:
No Instagram: @autoarianoimersivo | @luzzco | @riomar_recife
Exposição
Farol Santander São Paulo abre exposição do pernambucano Cícero Dias

O Farol Santander São Paulo, centro de cultura, lazer, turismo e gastronomia, inaugura no dia 24 de janeiro (sexta-feira), a exposição Cícero Dias – com açúcar, com afeto. Com 42 obras, a mostra, que tem curadoria de Denise Mattar, produção de MG Produções e consultoria de Sylvia Dias (filha do artista), será a primeira de 2025 e faz parte da programação comemorativa pelos sete anos do Farol Santander São Paulo. O público poderá visitar a exposição que ocupa toda a galeria do 22º andar, até 27 de abril (domingo).
“O Farol Santander tem orgulho em apresentar ao público a obra de Cícero Dias, artista emblemático do modernismo brasileiro, cujo trabalho transcende fronteiras e dialoga com as vanguardas internacionais. Sua arte, marcada por uma paleta de cores vibrante, reflete as paisagens e a cultura nordestina, evocando a essência lírica do Estado de Pernambuco”, comenta Maitê Leite, Vice-presidente Executiva Institucional Santander.
A exposição sustenta como proposta realçar a trajetória do artista, contextualizando sua história e evidenciando sua profunda relação às origens pernambucanas. Embora tenha vivido a maior parte de sua vida em Paris, onde foi amigo de Pablo Picasso, Paul Éluard, Alexander Calder entre outros, Cícero Dias nunca deixou de fato o Engenho Jundiá, onde nasceu.
O percurso circular da mostra apresenta as aquarelas oníricas da década de 1920. Exibe também as pinturas memorialistas dos anos 1930, atravessa o surrealismo dos anos 1940, aponta a abstração da década de 1950, e traz sua produção dos anos 1960 a 1990, quando ele retorna à figuração, incorporando toques nostálgicos dos anos 1930, acentos surrealistas da década de 1920 e as conquistas estruturais da abstração.
“Lírico, agressivo, caótico, sensual, poético e emocionante, o trabalho de Cícero Dias, no final dos anos 1920, era muito diverso de tudo o que se produzia na época. Ele sacudiu os nossos incipientes modernistas, estonteados pela força, a estranheza e a espontaneidade de sua obra”, diz Denise Mattar curadora da mostra.
Um dos destaques da exposição é a obra inédita Cabaré, déc.1920, uma aquarela sobre papel com dimensões de 49,5 x 29,5 cm. Este trabalho foi adquirido por um colecionador francês nos anos 1930, após uma exposição de Cícero Dias em Paris, permanecendo na Europa desde então. Recentemente, a obra foi adquirida pelos colecionadores brasileiros que a cederam para esta mostra.
Outro significativo trabalho de Cícero Dias exibido nesta exposição é a tela aquarelada Casa grande do Engenho Noruega (1933). Esta obra é uma das principais da carreira do artista e ilustrou a capa de diversas edições do livro Casa-Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, um marco na literatura brasileira.
O ambiente também contará com duas obras táteis, com recurso de acessibilidade, incluindo Baile no Campo (1937), da Coleção Santander Brasil, e Sem Título (s.d.), da Coleção Marcos Ribeiro Simon, São Paulo, SP.
Entre as telas que integram o espaço, há peças provenientes de algumas das principais instituições, como o Santander Brasil, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ), o Museu de Arte Moderna de São Paulo, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (SP), o Instituto São Fernando (RJ), além de colecionadores particulares, como Gilberto Chateaubriand (RJ), Waldir Simões de Assis (PR), Marta e Paulo Kuczynski (SP), Leonel Kaz (RJ), Marcos Simon (SP), entre outros.
A exposição
A curadoria e a expografia organizaram a exposição em núcleos, mantendo a circularidade e criando assim uma leitura que não é estanque, mas simultânea e entrecruzada. A mostra não se apresenta como uma retrospectiva, mas sim como um recorte que evoca o aspecto doce e afetuoso do trabalho do menino de engenho.
“Sonhos”:
Em 1928, Cícero Dias, com apenas 21 anos, realizou uma exposição de aquarelas na Policlínica, no Rio de Janeiro, que atraiu a atenção de toda a intelectualidade carioca. O artista apresentou um trabalho que rompia com as correntes estéticas da época, sem seguir os estilos cubista, impressionista ou expressionista.
O núcleo reúne nove obras produzidas entre 1925 e 1933. Dentre as peças, destacam-se as aquarelas Bagunça, 1928 (coleção particular), Jogos, 1928 (acervo Museu de Arte Brasileira – MAB/FAAP) e Cabaré, tela inédita, 1920 (coleção particular).
Também como destaque deste conjunto há o Retrato de Manuel Bandeira, s.d. (coleção Gilberto Chateaubriand, MAM Rio), que carrega uma curiosidade importante: Cícero Dias e o poeta Manuel Bandeira foram grandes amigos. Em um de seus escritos, Bandeira fez uma homenagem ao artista, evidenciando a relação próxima entre ambos e a admiração mútua que existia entre eles.