Valores, família e paz: Adriana Hoppe transforma trajetória internacional em propósito de serviço público
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Com cerca de 17 anos de vivências fora do Brasil e experiências ligadas à diplomacia, ao diálogo internacional e à construção da paz, Adriana Hoppe apresenta sua pré-candidatura a deputada federal por São Paulo como continuidade de uma trajetória marcada pelo serviço às pessoas e pela defesa de valores que considera fundamentais para a sociedade.

Nascida em Campinas e criada com forte ligação com Americana, no interior de São Paulo, Adriana construiu uma trajetória que passou por diferentes países e instituições até chegar a Brasília. Hoje, entre São Paulo e a capital federal, prepara-se para levar à vida pública bandeiras como valorização da família, defesa das mulheres e das mães, proteção das crianças, liberdade de consciência e de crença, segurança pública, justiça, dignidade humana e promoção da paz.

“Quero usar a política como instrumento de serviço: para dar voz a quem não tem voz, defender os vulneráveis e trabalhar para levar paz, justiça, proteção e segurança às famílias brasileiras.”

Uma trajetória que ultrapassou fronteiras

Parte importante da formação pessoal e profissional de Adriana aconteceu fora do Brasil. Ao longo de aproximadamente 17 anos de experiências internacionais, teve contato com diferentes culturas, instituições e realidades sociais. Sua formação acadêmica passou por áreas como Direito, Biomedicina, Contabilidade e Gestão de Saúde. Na Suíça, teve a oportunidade de servir ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, experiência que a aproximou do universo diplomático e fortaleceu sua percepção sobre a importância do diálogo nas relações internacionais.

Posteriormente, em Haia, na Holanda, desenvolveu atividades de apoio diplomático e ações relacionadas ao diálogo e à aproximação entre pessoas e comunidades. De volta ao Brasil, estabeleceu-se inicialmente em Brasília para desenvolver e acompanhar trabalhos relacionados à Frente Parlamentar da Paz. “Da Suíça à Holanda e, depois, a Brasília, fui entendendo que minha vocação estava no serviço às pessoas, no diálogo e na construção de pontes onde existem conflitos.”

Maternidade e defesa das mulheres

Adriana é mãe de Lucas, de 20 anos, e Stella, de 12. A maternidade, segundo ela, teve papel decisivo em sua trajetória pessoal e nas causas que pretende defender na política. Ao engravidar do primeiro filho ainda durante a faculdade, precisou reorganizar estudos e projetos profissionais. Durante a gestação, relata ter enfrentado pressões para interrompê-la, mas decidiu seguir adiante. Mais tarde, experiências vividas na maternidade também ampliaram sua atenção aos direitos das mães e das crianças.

Para Adriana, políticas voltadas às mulheres precisam considerar os desafios enfrentados por aquelas que conciliam filhos, estudos, carreira e independência financeira. “A maternidade não pode significar o fim dos sonhos profissionais e acadêmicos de uma mulher.” Sua defesa das mulheres parte também do respeito às diferentes escolhas. Adriana afirma que tanto a mulher que deseja dedicar-se prioritariamente à família quanto aquela que pretende estudar, trabalhar, empreender ou ocupar posições de liderança deve encontrar respeito, dignidade e oportunidades. A proteção de mulheres e crianças vítimas de violência também está entre as pautas que pretende levar à atuação parlamentar.

Liberdade, segurança e proteção às famílias

Entre as principais bandeiras de Adriana está a liberdade de consciência e de crença. Ela defende que cada cidadão possa viver suas convicções e tradições com segurança jurídica e respeito aos direitos das demais pessoas. “Quero um Brasil onde cada pessoa possa viver suas convicções com liberdade e respeito, sem medo de perseguição ou discriminação por aquilo em que acredita.”

A Segurança Pública também ocupa espaço entre suas prioridades. Após relatar ter sido vítima de uma tentativa de sequestro e roubo, Adriana afirma que a pauta ganhou uma dimensão ainda mais pessoal. Entre as medidas que defende estão investimentos em tecnologia e inteligência, sistemas de monitoramento, presença policial e valorização dos profissionais de segurança, com melhores condições de trabalho, treinamento, equipamentos e remuneração. Sua visão também inclui ações preventivas por meio de educação, trabalho, capacitação e reinserção social, especialmente para reduzir o recrutamento de jovens pela criminalidade.

Paz como bandeira

A construção da paz é um dos elementos que conectam a experiência internacional de Adriana às propostas que pretende levar para a política.Para ela, paz não se limita às relações entre países. Está relacionada à segurança dentro das casas e nas ruas, à proteção das crianças, à liberdade, à justiça e às condições necessárias para que as famílias vivam com dignidade. “Quero paz dentro de casa, paz nas ruas, paz entre as pessoas e paz para construir o futuro.”. Adriana considera que a paz deve caminhar ao lado da justiça, do respeito às leis, da proteção aos vulneráveis e da responsabilidade individual e coletiva.

Da atuação institucional à política

Segundo Adriana, a decisão de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados surgiu como consequência de sua aproximação com a vida pública, das atividades institucionais e do trabalho relacionado à promoção da paz. O incentivo de lideranças políticas, entre elas Tarcísio de Freitas e Gilberto Kassab, contribuiu para que considerasse transformar essa atuação em representação eleitoral.

“Eu já estava servindo, defendendo pessoas, trabalhando pela paz e ouvindo mulheres, famílias, lideranças e comunidades. Quando veio o convite para transformar esse trabalho em representação política, eu disse sim.” Agora, Adriana afirma que pretende utilizar os instrumentos do mandato parlamentar para participar da construção de leis, fiscalizar o poder público e representar as causas que marcaram sua trajetória.

Para ela, política deve significar responsabilidade e serviço, com foco na defesa das mulheres, mães, crianças e famílias, na liberdade de consciência e de crença, na Segurança Pública e na promoção da paz. “Hoje entendo que ocupar uma cadeira no Congresso significa ter instrumentos institucionais para fazer ainda mais: participar da construção das leis, fiscalizar, defender direitos e transformar necessidades da população em ações concretas.”. Adriana resume os princípios que pretende levar para essa nova etapa: “O amor é o princípio que me move. A justiça é o compromisso que carrego. E a paz é a bandeira pela qual quero lutar.”

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Instagram: https://www.instagram.com/adrianahoppe/

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