Saúde
Voluntários do Big Riso levam a risoterapia ao Hospital PUC-Campinas

O grupo voluntário de palhaços de hospital no ABC Paulista completou 20 anos em 2024 e já beneficiou mais de 15 mil pessoas entre visitas em hospitais e ações sociais diversas
Neste sábado, 05/04/2025, das 9h30 às 12h, cerca de 20 voluntários do Big Riso – Programa de Responsabilidade Social da construtora MBigucci – desembarcarão no Hospital Puc-Campinas levando na mala o que possuem de melhor: muito amor e alegria para compartilhar com os pacientes e a equipe médica de plantão.
A idealizadora do Big Riso, Roberta Bigucci, explica que a ação faz parte da TRIP RISO, “é uma visita que fazemos periodicamente a hospitais do interior e litoral de São Paulo com objetivo de levar momentos de risoterapia aos pacientes e colaboradores do local. Após a visita, aproveitamos para conhecer pontos turísticos da cidade em um momento cultural e de integração dos nossos voluntários”, conta Roberta. Realizada desde 2009, a Trip Riso já visitou Jundiaí, Atibaia, Itu, Santos, São Vicente, Holambra, Cabreúva, São Roque, entre outros locais.
“Ficamos muito felizes ao saber que o Hospital PUC-Campinas tem um compromisso há muitos anos com a humanização, promovendo diversas ações voluntárias para impactar de forma positiva as pessoas que são atendidas no local. O Big Riso está empenhado em contribuir com este propósito”, ressaltou Roberta Bigucci, que estará presente na visita como a palhacinha Spiningrifka Pirulito.
Sobre o Big Riso – Criado em 2004 pela arquiteta, urbanista e advogada Roberta Bigucci, diretora da construtora MBigucci, com apoio das colaboradoras Mônica Elaine Binda e Cecília Freitas Denadai, o Big Riso é um grupo de voluntários dedicados a levar bem-estar emocional a pacientes oncológicos de hospitais públicos. Com apoio da construtora MBigucci, que libera seus colaboradores por meio período para visitas escalonadas, os voluntários visitam semanalmente o Ambulatório de Oncopediatria da Faculdade de Medicina do ABC, na cidade de Santo André, e o Hospital Anchieta, referência em oncologia para adultos em São Bernardo do Campo. Nestes 20 anos, o Big Riso realizou cerca de 2 mil visitas em hospitais, além de 180 ações sociais, beneficiando 15 mil pessoas.
Saúde
Após caso registrado em março, DF volta a considerar sarampo eliminado

Vinte dias depois da confirmação do diagnóstico de sarampo em uma mulher adulta no Distrito Federal e também de uma nova suspeita recente, a secretaria de Saúde local informou, neste sábado (5), que considera a enfermidade eliminada da capital do País.
“A Secretaria de Saúde informa que uma nova suspeita de sarampo foi notificada, mas o caso já foi descartado”.
Outra informação divulgada é que todas as notificações anteriores que estavam em monitoramento também foram descartadas.
“Assim, não há nenhum caso confirmado da doença no DF. O DF foi recertificado esse ano, por ter o sarampo eliminado”. No caso de março, a pessoa foi curada sem necessidade de internação. Não havia registro da doença na capital desde 2020.
No caso dessa paciente, as autoridades locais explicaram que ela tem histórico de viagens internacionais. “A paciente apresentou os primeiros sintomas em 27 de fevereiro e as manchas vermelhas na pele surgiram em 1º de março”, informou, na ocasião, a secretaria de Saúde.
Transmissão no DF em 1999
Em informativo epidemiológico publicado em 2022, a secretaria de Saúde informou que os últimos casos de sarampo que foram transmitidos no próprio DF ocorreram em 1999. A doença apareceu entre 2018 e 2020, mas a transmissão teria ocorrido em outras localidades.
Em 2022, inclusive, o Distrito Federal teve 54 casos suspeitos de doenças exantemáticas, destes, 14 suspeitos de rubéola e 40 de suspeitos de sarampo. Não houve confirmação de casos em 2022.
Riscos
O sarampo, segundo explica o site da secretaria, é uma doença viral aguda, contagiosa e que tem, entre os sintomas, febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele.
Um alerta é que o sarampo pode ser acompanhado de complicações, principalmente em crianças menores de cinco anos de idade e pessoas com imunodepressão.
Vacinação
Ainda de acordo com os profissionais de saúde, a vacina tríplice viral é a medida de prevenção eficaz contra o sarampo. A aplicação também imuniza contra a rubéola e a caxumba.
A primeira dose deve ser administrada a toda criança de um ano de idade e uma segunda dose a crianças de 15 meses.
Os adolescentes e adultos jovens até 29 anos de idade devem ter duas doses da vacina e as pessoas acima de 30 até 59 anos devem ter uma dose de vacina. Os profissionais de saúde devem receber duas doses de tríplice viral, independentemente da idade.
Saúde
Desinformação sobre autismo no Telegram cresceu 150 vezes em seis anos

Nos últimos seis anos, o volume de desinformação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresceu mais de 150 vezes nas comunidades da América Latina e do Caribe do aplicativo de mensagens instantâneas Telegram. E ele foi ainda mais intenso nos primeiros anos da pandemia do novo coronavírus, quando apresentou um crescimento de 635%.
Os dados fazem parte do estudo Desinformação sobre Autismo na América Latina e no Caribe, elaborado pelo Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas, da Fundação Getulio Vargas, e pela Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil).
Segundo o estudo, o volume de publicações com informações equivocadas sobre o autismo dentro das comunidades conspiratórias apresentou crescimento exponencial nos últimos anos. Em janeiro de 2019, havia apenas quatro postagens mensais sobre o tema, número que saltou para 35 em janeiro de 2020 e chegou ao pico de 611 postagens mensais em janeiro de 2025, crescimento de 15.000%.
A pesquisa analisou mais de 58 milhões de conteúdos publicados entre os anos de 2015 e 2025 em 1.659 grupos conspiratórios sobre o autismo em 19 países da América Latina e do Caribe. Mais de 5 milhões de usuários estavam inseridos nessas comunidades que, segundo os pesquisadores, são relacionadas a movimentos antivacina e de negacionismo climático e terraplanismo.
“A pandemia da covid-19 foi um marco no comportamento digital e na circulação de desinformação. A crise sanitária gerou medo, incerteza e uma demanda intensa por explicações – muitas vezes, em ambientes de baixa confiança institucional”, afirma o coordenador do estudo, Ergon Cugler, em entrevista à Agência Brasil.
“Grupos que antes se restringiam a temas antivacina passaram a incorporar o autismo como nova frente de pânico moral. O que começava como desinformação durante a pandemia foi ganhando tração e se consolidou como um fluxo contínuo de teorias perigosas”, completou Cugler, que é autista, e pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas (DesinfoPop/FGV).
Segundo o estudo, quase 47,3 mil mensagens publicadas nesses grupos traziam informações incorretas ou enganosas sobre o Transtorno do Espectro Autista. O Brasil concentrou quase metade de todo esse conteúdo conspiratório sobre autismo que circulou pelo Telegram no período.
“Infelizmente, o Brasil está em primeiro lugar no continente no que diz respeito à desinformação sobre autismo nessas comunidades do Telegram. As comunidades brasileiras de teorias da conspiração somam 46% dos conteúdos sobre autismo no continente, totalizando 22.007 publicações, alcançando potencialmente até 1.726.364 usuários e somando exatas 13.944.477 visualizações.”
“A Argentina, México, Venezuela e Colômbia também ocupam posição de destaque dentre os países que mais produzem e consomem conteúdos conspiracionistas sobre autismo no Telegram”, afirmou Cugler.
Nesses grupos do Telegram, os pesquisadores encontraram mais de 150 causas incorretas ou mentirosas sobre o TEA que apontavam como agentes responsáveis pelo autismo: a radiação das redes 5G, vacinas, inversão do campo magnético da Terra, consumo de Doritos e até chemtrails [falsa crença que os rastros deixados por alguns aviões no céu são, na verdade, agentes químicos ou biológicos].
Também foram encontradas 150 falsas curas do autismo, algumas delas defendendo o uso de produtos ineficazes e até perigosos “como solução milagrosa”. Alguns dos métodos defendidos nesses grupos como cura para o autismo não tinham nenhuma comprovação científica e poderiam colocar pessoas em risco, provocando danos irreversíveis à saúde. Segundo a pesquisa, essas promessas de cura são vendidas principalmente por influenciadores e grupos que exploram emocional e financeiramente os cuidadores, transformando a desinformação em negócio.
“Muitas dessas ‘terapias’ são comercializadas pelos próprios autores das postagens, transformando o desespero de famílias em negócio”, afirmou Guilherme de Almeida, autista, coautor do estudo e presidente da Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil).
O especialista também aponta uma instrumentalização da fé, com promessas de cura pela espiritualidade e incentivos ao abandono de tratamentos médicos, reforçando a culpa sobre pais e cuidadores. Ainda segundo ele, as teorias sobre autismo não estão isoladas.
“Articulam-se com discursos antivacina, nova ordem mundial, negacionismo científico e um caldo ideológico anti-institucional. O estudo mostra como essas redes se organizam, criam sentido, alimentam desconfiança e capitalizam em cima da angústia coletiva”, reforçou.
Uma combinação de estratégias é usada por essas comunidades do Telegram para espalhar a desinformação, destacou Cugler. “Primeiro, elas atuam como bolhas de reforço, ou seja, espaços onde os membros compartilham e comentam entre si as mesmas ideias, criando uma sensação de validação mútua. Em segundo lugar, elas exploram intensamente a linguagem da ciência, usando termos técnicos fora de contexto para dar aparência de credibilidade às teorias”, explicou.
“Por fim, muitos desses grupos funcionam com estratégias típicas de marketing digital: constroem narrativas de medo seguidas da oferta de soluções ‘milagrosas’, vendendo produtos como dióxido de cloro, terapias alternativas e até cursos de ‘desparasitação’ do intestino. Em muitos casos, o mesmo perfil que espalha desinformação também lucra com a venda dessas soluções, o que mostra uma engrenagem organizada de exploração da desinformação como negócio”, completou Cugler.
Almeida alerta que essa desinformação é organizada para servir a interesses. “A desinformação sobre autismo não é inofensiva nem aleatória: ela alimenta um sistema altamente lucrativo. Criou-se uma lógica cultural que naturaliza o autismo como problema a ser corrigido, legitimando uma cadeia de intervenções contínuas que movimenta universidades, certificadoras, clínicas e cursos e algumas grandes ‘corporações da deficiência’”, disse.
De acordo com Almeida, o estudo é a ponta do iceberg de uma indústria operada entre desinformação e lucro, na qual falsas causas e curas são vendidas por quem espalha as mentiras. Essa estratégia não apenas explora financeiramente as famílias, mas também legitima práticas pseudocientíficas e desvia recursos públicos.
“O medo, a culpa e a esperança são convertidas em consumo – e o consumo, em lucro. Não se trata de casos isolados. Estamos diante de um complexo articulado entre economia, política e cultura. A desinformação cumpre papel central nesse jogo: ela abre caminho para o negócio da intervenção e reforça uma lógica onde a existência autista só tem valor se puder ser ‘melhorada’ ou ‘curada’”, observou o presidente da Autistas Brasil.
Riscos
A desinformação, alerta Almeida, gera muitos riscos à sociedade. Além de aumentar os estigmas e a discriminação sobre o TEA, ela também pode comprometer o diagnóstico do transtorno.
“A desinformação sobre o autismo gera riscos profundos e estruturais: compromete diagnósticos precoces, atrasa o acesso a direitos, favorece tratamentos ineficazes ou até perigosos e reforça estigmas que isolam ainda mais as pessoas autistas”, afirma Almeida.
“Alimentada por teorias conspiratórias e interesses comerciais, ela distorce o entendimento público e empurra famílias para soluções milagrosas vendidas por charlatões, em vez de apoios baseados em evidências. Além disso, desvia recursos públicos e privados para práticas pseudocientíficas, enfraquecendo políticas públicas sérias e perpetuando a lógica do autismo como tragédia a ser remediada, em vez de uma condição a ser compreendida e incluída”, explicou.
Um dos aspectos mais preocupantes é que a desinformação acaba levando as pessoas a abandonar os tratamentos oferecidos pelo sistema de saúde, reforça Cugler.
“É um ciclo que afeta diretamente a saúde pública, porque leva pessoas a abandonar o sistema de saúde e adotar práticas sem qualquer respaldo científico – muitas vezes perigosas. Não é apenas uma ameaça informacional: é uma ameaça concreta à integridade física e emocional de famílias inteiras”, acrescentou.
Combate à desinformação
Os pesquisadores defendem que, para combater essa desinformação, são necessárias não só políticas públicas voltadas ao autismo como também informação. Almeida destacou que as pessoas devem sempre desconfiar de conteúdos que circulam em redes sociais, principalmente quando há forte apelo emocional e nenhuma comprovação científica. “Em tempos de mercadores da esperança, proteger-se da desinformação é também um ato de cuidado”, garantiu.
Cugler argumenta que é preciso também responsabilizar criminalmente quem está lucrando com a desinformação e exigir um posicionamento mais responsável das plataformas de redes sociais, que deveriam limitar a circulação de conteúdos que são prejudiciais à saúde pública. Outro aspecto importante nesse processo, diz ele, é a educação “para fortalecer a capacidade crítica diante da desinformação”.
Procurado pela Agência Brasil, o Telegram não se manifestou sobre o estudo.
O que é o TEA
O Transtorno de Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades na comunicação e interação social, podendo envolver outras questões como comportamentos repetitivos, interesses restritos, problemas em lidar com estímulos sensoriais excessivos (som alto, cheiro forte, multidões), dificuldade de aprendizagem e adoção de rotinas muito específicas.
Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), uma em cada 160 crianças em todo o mundo tem transtorno do espectro autista, mas a organização reforça que esse dado representa um valor médio e que pesquisas têm apontado números significativamente maiores.A Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil) estima que cerca de 5,6 milhões de pessoas tenham sido diagnosticadas como autistas no Brasil.
Saúde
Movimentos negacionistas são desafio da imunização, diz Padilha

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou nesta sexta-feira (4) que um dos aspectos negativos deixados pela pandemia de covid-19 foram os movimentos antivacina, que negam a importância da imunização e por isso são chamados negacionistas. Ele ressaltou a questão no contexto do lançamento da campanha nacional de vacinação da gripe, que começa segunda-feira (7) em todo o país, mas que cidades como Rio de Janeiro e São Paulo anteciparam.
“A gente precisa vencer essa batalha. Temos que fazer no país um movimento nacional político, cultural, ideológico para enfrentar o negacionismo e superar as barreiras que a gente ainda tem em relação à vacinação. O Ministério da Saúde e a Fiocruz são barreiras fundamentais contra o negacionismo no nosso país”, disse Padilha, durante a recondução ao cargo para um mandato de quatro anos do presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mario Moreira.
Para reverter a situação, Padilha conta com a força da mobilização cultural. “Tenho feito questão de falar com escolas de samba, com artistas que vão entrar com muito força na campanha da gripe”, afirmou.
Padilha adiantou que vai lançar este mês uma grande campanha de saúde nas escolas com o ministro da Educação, Camilo Santana, para mobilizar crianças e professores a serem difusores da mensagem da imunização. O movimento também quer aproveitar o ambiente escolar para ser espaço de vacinação.
“Tenho falado com lideranças religiosas de todas as religiões. Já levei o Zé Gotinha na Assembleia de Deus. Vou levar o Zé Gotinha a outras religiões, de matriz africana. Já falei com monges budistas, com rabinos, com lideranças muçulmanas, estou falando com várias lideranças evangélicas, com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Vou levar o Zé Gotinha para todos os estádios de futebol. Estamos fazendo um acordo com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), com os times de futebol”.
Sarampo
Sobre a campanha de vacinação contra o sarampo nos municípios prioritários para a imunização de bloqueio (Duque de Caxias, Mesquita, Belford Roxo, Nilópolis, Nova Iguaçu e Rio de Janeiro, além de Itaboraí, São Gonçalo e Niterói), o ministro disse que quem tem muito contato com turista, como trabalhadores de rede hoteleira, taxistas, motoristas de aplicativo, vendedores, devem reforçar a imunização, porque o risco do sarampo vem dos Estados Unidos, da Europa, e de outros continentes.
Foram registrados dois casos em São João do Meriti, na Baixada Fluminense. Em Brasília, um caso de sarampo foi importado. A paciente retornou de uma viagem internacional, na qual visitou cinco países, e realizou diversos voos antes de retornar à capital federal, no período do carnaval.
OMS
Padilha também destacou a necessidade de fazer uma grande articulação com a presidência brasileira do bloco Brics para apoiar a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a saída do país da OMS.
“Se o Trump resolveu cortar recursos para pesquisa de RNA mensageiro, cortar financiamento de pesquisadores, estimular o ódio naquele país contra pesquisadores de vacina de RNA mensageiro, que os pesquisadores saibam que há aqui um país e uma instituição, a Fiocruz, que está preparada para produzir e registrar a primeira vacina de RNA mensageiro no nosso país”, disse Padilha.
“Nós vamos criar um ambiente de atração de pesquisadores para desenvolver aqui no Brasil aquilo que a extrema direita está querendo impedir de produzir nos Estados Unidos. Pesquisador que está nos Estados Unidos, temendo a perseguição e o corte de recursos feito pelo atual governo dos EUA, o Brasil, a Fiocruz, o Instituto Butantan, as universidades estão de portas abertas para criar um parque tecnológico”, convidou o ministro.
O presidente da Fiocruz também ressaltou que os Estados Unidos estão atuando firmemente contra a ciência, contra o equilíbrio mundial nas ações globais de saúde daqueles que mais precisam.
“A luta pela democracia não tem descanso nem em escala nacional nem em escala internacional. Temos que ficar atentos e fortes”.
Tendo em vista a questão da segurança pública, Moreira observou que o problema tem afetado a saúde, em especial nas periferias. “O entorno da Fundação tem sofrido com isso. Essa questão afeta a saúde mental, das comunidades e dos trabalhadores”.