A indústria mundial está contratando cada vez mais o Dr. PLÁGIO INTELECTUAL

A indústria mundial está contratando cada vez mais o Dr. PLÁGIO INTELECTUAL

Redação ImprensaBR
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Divulgação

NÃO ADIANTA COPIAR.

“Inovador ou Copiador? Eis a sua questão”

* Por Ellyot Mackenzie

A indústria mundial do PLÁGIO CIENTÍFICO E
TECNOLÓGICO,
sem dúvida alguma, foi a base de muitas das principais
economias no século passado no advento do Pós Segunda Guerra Mundial. Algumas
das principais potências do mundo consolidaram os primórdios de sua base
econômica por meio de um processo de plágio sem medo algum das consequências
deste fenômeno.

Muitas das empresas seguiram esse modelo como sendo
algo relevante para se consolidar no MERCADO MUNDIAL DE ALTA TECNOLOGIA,
este fenômeno foi tão conciso que no terceiro quarto do século passado surgiram
milhares de companhias que copiavam sem saber o que estavam fazendo, lançando
produtos que nem sequer faziam o que se esperava do original.

Este “CONTROL V, CONTROL C” foi
descaradamente o motivo pelo qual centenas de empresas de alta tecnologia
surgiram e desapareceram sem sequer “deixar sua pegada” na
inconsistente AREIA DAS PRAIAS da EVOLUÇÃO
CIENTIFICAMENTE VERDADEIRA.

Nos tempos atuais a utilização de PSEUDO
FERRAMENTAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
facilitou a vida, dos
plagiadores profissionais que consolidam sua mediocridade profissional
replicando tudo que for possível por não saberem nada sobre a tecnologia que
copiaram ou disseram que possuíam.

Podemos citar como exemplo máximo das virtudes
plagiadoras intelectuais o mercado de desenvolvimento industrial da China, que
consolidou seu crescimento copiando indiscutivelmente produtos, serviços,
tecnologias, procedimentos científicos e tudo o que se refere ao MERCADO
MUNDIAL
. Obviamente que após seu enriquecimento passou a desenvolver
ferramentas próprias. Mas ainda lhe falta pelo plágio contínuo a criatividade
necessária para abrir novas portas.

Mas ao contrário do que todos imaginavam o ato de
copiar se tornou extremamente fluente entre as empresas CONTRATADORAS de
serviço no mercado de OPEN SERVICE NO BRASIL. Hoje uma empresa
brasileira que usa recursos próprios numa luta indigna para o desenvolvimento
de alta tecnologia sofre um BULLYING EMPRESARIAL quando partes
ativas das empresas que necessitam contratar uma tecnologia inovadora declaram
fazer a mesma coisa, sem explicar porque nunca fizeram nada.

O que isso ocasiona, em primeiro lugar, é a
capacidade dos gestores se deixarem enganar conscientemente, pois sabem que
aquilo que lhes é prometido é simplesmente uma cópia pouco funcional e
enfaticamente não evolutiva, tal como a empresa que copia bonequinhos tentando
demonstrar ser a DISNEY.

Inúmeras empresas esquecem que copiar foi algo
extremamente funcional quando a EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA andava a
passos paquidérmicos, quando um produto novo demorava 15 a 20 anos para ser
substituído, ou décadas para deixar de ser útil à sociedade vigente.

Quando as necessidades dos usuários evoluíram
exponencialmente, principalmente em função de que em suas mãos carregam um
instrumento capaz de colocar a disposição no momento que quiser milhares de
canais de informação, milhares de influenciadores, milhares de novidades em
frações de segundos o ato de copiar gera neste cenário um conceito de
ecossistema quase que efetivamente depreciativo.

Quando uma vírgula necessita ser mudada ou o
entendimento do comportamento do usuário, contratante, cliente ou o
público-alvo se altera vertiginosamente os ditos entendidos ou na gíria mundial
os famosos os “IKID” – abreviatura de I know, I don’t, ou seja, SEI, NÃO
FAÇO
– demonstram suas fraquezas e acabam abandonando a empresa em
busca da “PRÓXIMA VÍTIMA” e quando este procedimento é
corporativo a CONTRATANTE BULLYING vai em busca de uma nova
empresa, num pleonasmo “Uma nova empresa Inovadora” para ser a
coitada da vez.

O maior problema encontrado no BULLYING
EMPRESARIAL pelo PLÁGIO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO
é a incapacidade da EMPRESA
PRATICANTE
de notar que ela está aferindo o prejuízo a empresa e/ou ao
conjunto de empresas que poderiam resolver todos os seus problemas
tecnológicos. Atuando no espectro dos problemas legados, na situação
atual da empresa e na capacidade de garantir a médio e longo prazo a
sobrevivência e evolução de seus produtos e serviços.

Existe um fator limitante entre os profissionais
que é a incapacidade de declararem que não sabem fazer, não possuem o produto
ou encontram-se limitados dentro do espectro da evolução tecnológica na
Constituição da solução necessária. Todavia, quando uma empresa apresenta a
solução concreta pelo ponto de vista do EGO PROFISSIONAL é
muito mais fácil aplicar o contexto do plágio intelectual, no aprimoramento do
discurso teórico baseado na solução de um terceiro e assim justificar ao corpo
diretivo que com um pouco de investimento problemas serão solucionados. E todos
acreditam, pois, CHAPEUZINHO VERMELHO vai trazer um estoque de
soluções que PAPAI NOEL vai mandar de NÁRNIA.

* Ellyot
Mackenzie
,
Chief of Digital Information Cognitive Financial Systems na 4Mooney.

www.4mooney.com

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