Esporte
Brasil derrota Austrália pela 1ª vez na história do rugby sevens
A sexta-feira (21) foi histórica para a Seleção Brasileira Feminina de rugby sevens (rugby de sete). A equipe derrotou a Austrália – atual campeã mundial – pela primeira vez. O triunfo – 14 a 12 -, obtido de forma emocionante, veio na segunda rodada da quarta etapa do Circuito Mundial da modalidade, que está sendo disputada em Vancouver, no Canadá.
Como é comum no rugby sevens, que é modalidade olímpica, o time já havia jogado outra partida no mesmo dia, sendo derrotado pelo Canadá por 26 a 19 na estreia.
O resultado histórico foi conquistado de virada. A Austrália foi para o intervalo vencendo por 12 a 0, mas o Brasil pontuou em dois ataques, virando o placar para 14 a 12. No último lance da partida, Thalia evitou que a equipe australiana pontuasse e, provavelmente, vencesse o jogo, colocando um ponto de exclamação no triunfo brasileiro.
Para se ter uma ideia da dimensão do feito, na segunda etapa do Circuito 2024-25 da modalidade, na Cidade do Cabo, na África do Sul, as Yaras acabaram derrotadas pela mesma Austrália por 45 a 5.
Brasil x Espanha
Ainda neste sábado (22), o Brasil joga com a Espanha, e tenta confirmar a classificação para as quartas de final, mesmo resultado que obteve na etapa anterior, em Perth, na Austrália.
Seja o que acontecer, após encarar as espanholas às 19h46 (horário de Brasília), a seleção terá outro compromisso na noite de sábado ou madrugada de domingo. Caso não avance de fase, jogará as semifinais do nono lugar, que começam a definir quem termina da nona à 12ª colocação. Se conseguir a classificação, joga as quartas de final na madrugada.
Esporte
Neymara e Luna voltam ao mar neste domingo (30) no último dia do Circuito Catarinense de Bodyboarding
As capixabas campeãs mundiais fazem uma participação especial na etapa decisiva da competição, que começou neste sábado (29), na Prainha, em São Francisco do Sul. Antes, na sexta-feira (28), estiveram em um aulão social com 107 crianças e adolescentes
Novembro, 2025 – O Circuito Catarinense de Bodyboarding 2025, promovido pela Federação Catarinense de Bodyboarding, com patrocínio da ArcelorMittal, define neste domingo (30) os seus campeões, em São Francisco do Sul. E a última etapa da competição está contando com a participação especial das capixabas Neymara Carvalho e Luna Hardman, mãe e filha campeãs mundiais de bodyboarding. O Circuito tem a presença de atletas de dentro e fora do estado e já passou também pelas cidades de Florianópolis, Navegantes e Balneário Camboriú.
As disputas começaram neste sábado (29), na Prainha, com as primeiras baterias, e seguem neste domingo, a partir das 7 horas, com as disputas decisivas sendo realizadas ao longo de todo o dia. Neymara e Luna estão competindo na categoria Profissional Feminina.
A programação oficial da etapa foi aberta na sexta-feira (28) com o Aulão Social. Uma manhã incrível, com aprendizado e diversão para 107 crianças e adolescentes, entre 5 e 15 anos, de São Francisco do Sul. Com os participantes não escondendo a emoção e a alegria.
Promovido pela ArcelorMittal, com apoio da Federação Catarinense, o aulão contou com a presença de Neymara e Luna. Mãe e filha estiveram na Prainha acompanhadas por uma equipe de 20 instrutores, e contando com a presença de atletas de destaque no ranking, como a capixaba Bianca Simões – 11 do mundo – e o catarinense Eder Luciano – número 8.
O aulão, gratuito, foi exclusivo para moradores da cidade, que contaram com o Kit Atleta e, ao final, receberam o certificado de participação assinado por Neymara. A programação incluiu teatro educativo sobre consciência ambiental, além de aula teórica e prática de bodyboarding, com direito a alongamento e aquecimento, sem falar na música e dança que animaram a Prainha.
“Foi um aulão lindo. Ver o brilho nos olhos das crianças, a alegria delas descobrindo o bodyboarding e sentindo a energia de cada instrutor entregando o melhor, foi simplesmente incrível. Momentos assim me lembram porque dedico a minha vida a esse esporte, fomentar a nova geração, abrir caminhos, plantar sonhos. Obrigada a todos que participaram. Que venham muitos outros encontros como esse”, afirmou Neymara, 49 anos, número 4 do ranking mundial, patrocinada pela ArcelorMittal e presidente do Instituto Neymara Carvalho (INC).
“Adoro esse contato com a nova geração. Foi incrível. É um dos momentos que mais gosto dentro do meu esporte. Ver a felicidade deles, pegando a primeira onda, é sempre muito especial. E aqui em São Chico não foi diferente”, destacou Luna, 19 anos, oitava colocada no ranking mundial, patrocinada pela ArcelorMittal e BZ Pro Boards, apoiada pelo Instituto Neymara Carvalho.
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Esporte
Flamengo vence Palmeiras e vira 1º brasileiro tetra da Libertadores
O primeiro tetracampeão da América do futebol brasileiro se chama Clube de Regatas do Flamengo. Neste sábado (29), o Rubro-Negro se tornou o time do Brasil com mais títulos de Libertadores ao derrotar o Palmeiras por 1 a 0 no Estádio Monumental de U, em Lima (Peru). A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional.

🔴⚫🏆 4️⃣ vezes @Flamengo!
🎉👏🏽 Vitória por 1-0 sobre o @Palmeiras em Lima para se sagrar tetracampeão da CONMEBOL #Libertadores, o primeiro do Brasil. Festeja, Nação!#GloriaEterna pic.twitter.com/kCSFDR4Gkb
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) November 29, 2025
O último ano em que o posto de brasileiro mais vezes campeão do torneio esteve isoladamente com um clube foi 2011. O Santos venceu aquela edição e se igualou ao São Paulo, que era o único tricampeão desde 2005.
Revanche
A vitória teve gosto de revanche para os rubro-negros, que perderam a decisão de 2021 para o próprio Verdão, no Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai). Na ocasião, o título alviverde veio após um erro de Andreas Pereira, à época no time carioca, que o atacante Deyverson aproveitou. O volante desta vez esteve no lado palmeirense da final, com participação discreta.
O título coroa uma geração extremamente vitoriosa, que levantou 16 taças desde 2019, sendo três Libertadores (2019, 2022 e 2025). Todas com as presenças do meia Giorgian de Arrascaeta – eleito o craque da edição deste ano – e do atacante Bruno Henrique. Ambos se tornaram os jogadores mais vezes campeões pelo clube.
🏆🏆🏆🏆 É TEEEEEEETRA!
🇧🇷❤️🖤 Clube de Regatas do @Flamengo, o maior campeão brasileiro da CONMEBOL #Libertadores! Dono da #GloriaEterna! pic.twitter.com/c99kvnr9FB
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) November 29, 2025
E eles podem colocar mais um troféu nessa estatística na próxima quarta-feira (2). Se a equipe carioca vencer o Ceará no Maracanã, no Rio de Janeiro, às 21h30 (horário de Brasília), conquista o Brasileirão com uma rodada de antecedência.
Arrascaeta e Bruno Henrique, aliás, festejaram um título de Libertadores pela segunda vez no Monumental. Foi lá que eles conquistaram a taça em 2019, na final contra o River Plate (Argentina), a primeira no formato de jogo único. O técnico Filipe Luís – que se tornou o nono a vencer o torneio sul-americano como treinador e jogador – e o auxiliar Rodrigo Caio também estiveram em campo naquela decisão, respectivamente como lateral-esquerdo e zagueiro do time dirigido por Jorge Jesus.
O Jogo
A partida teve início 15 minutos depois do previsto, por conta do atraso do ônibus do Palmeiras, que teve dificuldades para chegar ao estádio devido ao trânsito de Lima. Se Abel não trouxe novidades na formação alviverde, no Flamengo foi diferente, com Samuel Lino ganhando de Everton Cebolinha a disputa pela vaga no ataque.
Com a bola rolando, o Flamengo iniciou a partida ocupando o campo de ataque e diminuindo os espaços do Palmeiras. O Rubro-Negro teve duas boas chances, uma de cada lado. Aos 14 minutos, o lateral Guillermo Varela lançou Bruno Henrique às costas da marcação. O atacante finalizou da entrada da área, mas por cima. No lance seguinte, Samuel Lino recebeu pela esquerda, saiu da marcação do lateral Khellven e bateu cruzado, próxima à trave esquerda do goleiro Carlos Miguel.
😍 A maravilhosa CONMEBOL #Libertadores 🤩
🏆 #GloriaEterna pic.twitter.com/4tZcinwdQw
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) November 29, 2025
À medida que transcorreu, a primeira etapa ficou mais tensa e faltosa. Foram quatro cartões amarelos antes dos 40 minutos (três para o Flamengo e um para o Palmeiras). Um deles, aplicado no volante Erick Pulgar, gerou reclamações do Verdão. O chileno acertou a canela de Bruno Fuchs, com o jogo parado, após falta do zagueiro no lance anterior. Os jogadores alviverdes pediram vermelho, em vão.
O Palmeiras, gradualmente, acertou a marcação e passou a frequentar o campo do Flamengo, mas sem grande efetividade. A melhor chance foi aos 20, em um cruzamento de Khellven, pela direita, que o atacante Vitor Roque cabeceou para baixo, a bola quicou no gramado e subiu rente ao travessão.
As equipes voltaram para o segundo tempo impondo correria e buscando mais finalizações. O Flamengo, assim como na etapa inicial, buscou ditar o ritmo. O melhor rendimento rubro-negro, desta vez, foi recompensado.
Aos 21 minutos, Arrascaeta cobrou escanteio pela esquerda, Danilo subiu sozinho e, de cabeça, mandou no canto direito de Carlos Miguel. Quatorze anos depois de fazer o gol do título do Santos contra o Peñarol (Uruguai), o zagueiro voltou a balançar as redes em uma final de Libertadores. E novamente de forma decisiva.
🤩 A felicidade de fazer um gol na Final da CONMEBOL #Libertadores
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🏆 #GloriaEterna pic.twitter.com/aYFIEd2c2S
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) November 29, 2025
O Verdão se lançou ao ataque em busca do empate. Aos 43 minutos, Vitor Roque teve a melhor oportunidade da equipe paulista no jogo, na sequência de uma cabeçada do zagueiro Gustavo Gómez travada pela defesa. O atacante concluiu na pequena área, mas a bola desviou em Danilo e saiu pela linha de fundo.
Cebolinha, que perdeu a vaga para Samuel Lino no time titular, entrou bem no jogo e tirou a pressão que o Flamengo sofria após o gol. Nos últimos minutos, conseguiu puxar contra-ataques e tirar a bola da defesa.
Nos acréscimos, ele avançou em velocidade em grande jogada e foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, ele bateu falta rasteira, Carlos Miguel não segurou e a bola foi na trave esquerda. O quase gol não fez falta. O apito final fez explodir a festa rubro-negra em Lima, como em 2019, no Rio de Janeiro em vários cantos do Brasil.
Esporte
Em ascensão, APA Petrolina embarca para o Brasileiro de Atletismo Paralímpico como uma das principais forças da competição
Tricampeã brasileira consecutiva, a equipe se tornou referência nacional e chega ao campeonato entre as favoritas ao título
Novembro, 2025 – A Associação Petrolinense de Atletismo (APA) embarca na madrugada deste domingo (30) para São Paulo, onde disputa o Campeonato Brasileiro de Atletismo Paralímpico entre 1º e 3 de dezembro, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro. Tricampeã consecutiva da competição, a equipe pernambucana chega à edição de 2025 sustentada por um ciclo de evolução técnica que a transformou em uma das principais forças do país.
Desde o primeiro título, em 2022, a APA tem apresentado um crescimento progressivo. Naquele ano, o clube conquistou 35 medalhas (16 ouros, 9 pratas e 10 bronzes), resultado que marcou o início de um projeto competitivo mais robusto. O bicampeonato em 2023 veio acompanhado de um salto para 44 medalhas (19 ouros, 10 pratas e 15 bronzes).
A consolidação do protagonismo ocorreu em 2024, quando a equipe registrou seu melhor desempenho: 57 medalhas, sendo 19 ouros, 29 pratas e 9 bronzes. Além do tricampeonato, no final do mesmo ano a equipe alcançou o reconhecimento nacional ao ser eleita Clube Destaque no Prêmio Paralímpicos.
Para o presidente da APA, Domingos Rodrigues, o sucesso recente trouxe maturidade, mas também aumentou o nível de exigência interna. “Fizemos um ciclo muito sólido. Contamos com atletas experientes, como Antônio Carlos, tricampeão dos 5.000m na classe T11, ao lado do guia Laércio, e com nomes que acumulam resultados expressivos, como Samira Brito, que já disputou duas Paralimpíadas e é medalhista em Jogos Parapan-Americanos. Temos também jovens em ascensão, como Allany, que conquistou recentemente dois ouros no Parapan-Americanos de Jovens. Além deles, muitos outros atletas vêm evoluindo de forma consistente e alcançando excelentes resultados nas competições que disputam. Mas, acima de nomes, carregamos um modelo de trabalho que nos trouxe até aqui.”
Uma delegação numerosa e competitiva – A APA levará a São Paulo sua maior delegação desde que passou a disputar o Brasileiro: 42 atletas, totalizando mais de 60 integrantes entre guias, comissão técnica e staff. Para o coordenador de projetos, Natanael Barros, o tamanho da delegação reflete a profundidade técnica construída ao longo dos últimos anos.
“Levaremos 42 atletas, nosso maior grupo até hoje. Isso mostra renovação, amplitude e capacidade de competir em diferentes classes funcionais. A expectativa é manter o nível que nos colocou no topo nos últimos três anos, mas sabemos que será uma disputa duríssima. O favoritismo existe, mas não garante nada.”
O técnico Marciano Barros, que treina 14 atletas e 3 guias da equipe, destaca o amadurecimento coletivo do grupo. “Estamos levando atletas de várias classes, com grandes chances de medalhas e pontuar em provas decisivas. A mescla entre referências experientes e novos talentos amadureceu muito o elenco. É um time preparado para vencer, mas também consciente da pressão que acompanha o tricampeão.”
Com toda a evolução e consistência nos resultados ao longo da temporada, a APA Petrolina chega embalada pela melhor fase da sua história e com o desafio de transformar o favoritismo em mais um título, o que pode consolidar uma hegemonia inédita para um clube do Nordeste no paratletismo brasileiro.
A APA – Localizada em Petrolina (PE), no coração do Vale do São Francisco, a APA é reconhecida como um case de sucesso e referência de impacto social e esportivo no Nordeste. O clube de atletismo do Sertão de Pernambuco é considerado nacionalmente como modelo de inclusão social e alto rendimento.
Com 22 anos de atuação, já impactou mais de 2.500 pessoas, promovendo o atletismo desde a formação de base até o alto rendimento. A associação vem transformando o cenário esportivo e social da região, revelando grandes talentos, o que fez o nome da instituição ser colocado no hall das principais equipes do atletismo olímpico e paralímpico brasileiro.
Único clube de atletismo no Nordeste certificado pela Lei Pelé, a APA também se destaca na implementação de projetos financiados pela Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) do Governo Federal. Atualmente, a associação lidera quatro projetos: as Escolinhas de Atletismo Inclusivo e Escolinhas Sem Fronteiras, Canoagem Paralímpica e o Projeto Olímpico e Paralímpico do Sertão. As Escolinhas atendem 800 crianças, com e sem deficiência, em nove núcleos nas cidades de Petrolina, Bodocó, Lagoa Grande, Ouricuri, todas em Pernambuco, e Juazeiro e Remanso, na Bahia.
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