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Com direção de Malú Bazán, solo Gabri[ELAS] estreia no Sesc Avenida Paulista dia 12 de janeiro

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Fotos de Cassandra Mello

A identificação e as inquietações de uma atriz com a figura de Gabriela Leite (1951-2013), a primeira mulher a lutar pelos direitos das prostitutas no Brasil, é mote do solo Gabri[ELAS], que estreia em 12 de janeiro de 2024 no Sesc Avenida Paulista. O espetáculo segue em cartaz até 4 de fevereiro, com apresentações às sextas e aos sábados, às 20h30, e, aos domingos, às 18h30.


O trabalho, estrelado por Fernanda Viacava, dirigido por Malú Bazán, escrito por Caroline Margoni e com pesquisa e curadoria de Elaine Bortolanza, registra e reativa a memória de Gabriela Leite, ultrapassando a barreira das ruas e do estigma, ao falar sobre prostituição na perspectiva do desejo e da liberdade sexual de todas as mulheres.


“O feminismo abordado por prostitutas é recente e pouco visível. A prostituta sempre foi, e ainda é, objeto de representação nas artes, geralmente de um ponto de vista estereotipado, vitimizador ou romantizado. Neste sentido, por que não tornar visível e compartilhar esse legado de mais três décadas de luta, a partir de suas próprias vozes e narrativas?”, questiona a pesquisadora e ativista Elaine Bortolanza.


“Para contar essa história elaborada a partir da vida e das provocações deixadas por uma puta mulher, optei pela fricção, pela soma, pela coexistência de vozes e elementos, como uma forma de abarcar múltiplos tempos, corpos, vivências e histórias narradas no palco. Assim, esse solo teatral, foi se transformando em um experimento cênico-sensorial com muitas mulheres ‘em cena’, pois sim, somos muitas”, provoca a diretora Malú Bazán.
“Encontros que se desdobram em outros encontros. Elos com elas. Desafio de fazer uma personagem real, ser o motor, pesquisar, instigar, seduzir as pessoas para contar a história dessa puta mulher e esse nosso encontro que tem me transformado muito. Um encontro que mudou meu jeito de olhar e me colocar na vida”, revela a atriz Fernanda Viacava, que a partir da leitura da autobiografia “Filha, mãe, avó e puta” sentiu vontade de trazer Gabriela de volta para o teatro.


Na percepção da autora da dramaturgia, “Gabriela pegou a palavra pelo chifre e atravessou fronteiras. A cada passo, foi conhecendo um país tomado por mulheres como ela. E foi aí que descobriu a própria voz. Uma prostituta destemida, inteligente e que fala! É ousadia demais. Para ela, não é profissional do sexo, é puta. Não é garota de programa, é puta. Não é prostituta, é puta. Quatro letras que, quando unidas, se aproximam do objetivo pelo qual Gabi sempre lutou: domar o estigma.”


O ponto de partida do texto é a memória viva de Gabriela precursora, no Brasil e na América Latina, de um pensamento e um ativismo na luta em defesa das mulheres prostitutas. “Tornar visível ao público esse arquivo vivo é uma maneira de compartilhar, sobretudo com as mulheres, um encontro consigo mesmas, valorizando a importância de seus desejos, narrativas e lutas, como autoras e protagonistas de suas próprias histórias”, acrescenta a curadora Elaine Bortolanza.


Quem foi Gabriela Leite?
Nascida em 1951, em São Paulo, Gabriela se tornou a principal referência na luta em defesa dos direitos das prostitutas no Brasil. Estudante da USP e frequentadora do Bar Redondo com a turma da contracultura nos anos 70, durante a ditadura militar, trocou a faculdade de Ciências Sociais pela prostituição, primeiro em sua cidade, depois em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, onde viveu até a sua morte em 2013.


Gabriela foi a primeira mulher a se apresentar publicamente como prostituta. Isso aconteceu no I Encontro de Mulheres de Favelas e Periferia, organizado em 1983 pela vereadora Benedita da Silva, do PT. “Foi um rebu! Uma prostituta que se diz prostituta! Aí começou toda uma onda”, disse a ativista em sua autobiografia.


Alguns anos depois, ela conhece Lourdes Barreto nos encontros da Pastoral da Mulher Marginalizada e, juntas, tramam a organização da Rede Brasileira de Prostitutas, o primeiro movimento em rede da categoria, que conta com representantes de todas as regiões do Brasil. A criação deste movimento em rede teve como marco o I Encontro Nacional de Prostitutas: “Mulher da vida, é preciso falar”, realizado no Rio de Janeiro, em 1987, que teve o encerramento no Circo Voador com a presença e apoio de vários artistas, como Elza Soares, Martinho da Vila, Lucélia Santos, Norma Bengell, entre outros. A ativista ainda fundou em 1992 a ONG Davida e, em 2005, criou a grife Daspu, uma passarela de luta concebida para dialogar com a sociedade, por meio da arte e da cultura, os estigmas relacionados às prostitutas.


Ela ainda foi a primeira mulher na América Latina a iniciar o trabalho de organização da categoria, a partir da desconstrução de representações socialmente aceitas sobre a prostituição, dando-lhe novos sentidos ao estigma que atravessa todas as mulheres, e buscando o seu reconhecimento como trabalho. Gabriela morreu em 2013, vítima de um câncer de pulmão.


Um pouquinho sobre o processo criativo
O espetáculo começou a ser gestado em 2019 por quatro mulheres artistas-ativistas: Fernanda Viacava, atriz que vem pesquisando a puta no teatro desde 2014; Malú Bazán, diretora de teatro e artista que pesquisa o feminino; Elaine Bortolanza, pesquisadora na área, ativista do movimento de prostitutas e diretora da DASPU de 2013 a 2022; e Caroline Margoni, roteirista e pesquisadora que atua nas áreas de psicanálise, mulheres e criminologia.


A pesquisa iniciou com a leitura das duas autobiografias de Gabriela Leite, “Eu, mulher da vida” (1992) e “Filha, mãe, avó e puta” (2009), assim como da “Puta autobiografia de Lourdes Barreto (2023), e valorizou sobretudo a memória e o acervo histórico Davida, que integra desde 2012 o Arquivo Estadual do Rio de Janeiro (APERJ), junto ao Observatório da Prostituição – projeto de pesquisa e extensão do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR-UFRJ), sob coordenação de Soraya Silveira Simões.


O grupo Mulheres da vida, junto a pesquisa e curadoria de Elaine Bortolanza e criação audiovisual de Cassandra Mello, acessou os arquivos de vídeo dos encontros nacionais e estaduais, fotografias, áudios do acervo histórico e atual do movimento, além de promover encontros com amigos, familiares de Gabriela e as companheiras que fizeram parte da sua trajetória de vida e de luta.


“Nós, mulheres da vida, tecemos juntas esse monólogo como um mosaico de narrativas e escritas de mulheres, construído nesse processo de pesquisa e curadoria do acervo histórico. Criamos uma espécie de crochê de narrativas”, revela a autora Caroline Margoni. Gabriela amava essa arte e dedicava muito de seu tempo ‘crochetando’, diz Elaine, pesquisadora e amiga de Gabriela.


Entre as pessoas que contribuíram para o processo de pesquisa dramatúrgica, estão: Flávio Lenz, parceiro de vida com quem Gabriela se relacionou por mais de 20 anos e com quem fundou a ONG Davida e o Jornal Beijo da Rua; Maurício Toledo, amigo mais antigo dela e companheiro da ONG Davida; Thaís Helena Leite, e Regina Leite, irmãs da ativista; Alessandra Leite, filha dela; Tatiany Leite, neta de Gabriela, com quem ela tinha uma relação muito próxima; Lourdes Barreto, amiga e a maior companheira de luta, fundadora do Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Pará – GEMPAC (1990); Vânia Rezende, prostituta e ativista da região Nordeste, coordenadora da Associação Profissionais do Sexo de Pernambuco – APPS, parceira de luta da RBP; Soraya Simões, professora do IPPUR/UFRJ e coordenadora do Observatório da Prostituição; e Laura Murray, professora do Núcleo de Políticas Públicas e Direitos Humanos na UFRJ e Diretora do filme Um Beijo para Gabriela.


“Este projeto abrange o universo da prostituição na sua complexidade, de modo a refletir sobre desafios colocados na sociedade a partir do estigma da ‘puta’, valorizando a memória e a luta coletiva dessas mulheres, seus feminismos, a organização dos movimentos de prostitutas. Ainda queremos celebrar as conquistas e o legado deixado por Gabriela Leite, os afetos vivos e as subjetividades e narrativas dessas mulheres, que reverberam em nossas próprias narrativas como criadoras”, afirmam as idealizadoras Fernanda, Malú, Carol e Elaine.


“Depois desse período longo de pesquisa e conversas, se juntaram a nós mais muitas outras mulheres artistas. Mesmo se tratando de um monólogo, hoje somos 14 mulheres, entre criadoras e executoras desse trabalho, construindo essa narrativa e todas nós estamos em cena de alguma maneira.” ressalta a diretora Malú Bazán.
Sinopse.


Gabri[ELAS] é um monólogo que parte do encontro da atriz Fernanda Viacava com a vida e a obra de Gabriela Leite, principal referência na luta em defesa dos direitos das prostitutas no Brasil. A atriz narra em primeira pessoa o encontro com Gabriela se reconhecendo com ‘elas’, as mulheres da vida, a partir das suas inquietações como mulher e como atriz. Uma busca que parte do corpo da prostituta e transborda para o corpo de qualquer mulher que deseja.


Ficha Técnica
Concepção e Idealização: Caroline Margoni, Elaine Bortolanza, Fernanda Viacava e Malú Bazán
Dramaturgia: Caroline Margoni
Direção: Malú Bazán
Elenco: Fernanda Viacava
Direção Vocal Interpretativa: Lúcia Gayotto
Pesquisa e curadoria: Elaine Bortolanza
Memória e curadoria: Lourdes Barreto
Direção de Arte: Kabila Aruanda
Trilha Sonora: Nina Blauth e Girlei Miranda
Música original: Nina Blauth
Criação audiovisual: Cassandra Mell


Serviço
Gabri[ELAS]
Temporada: 12 de janeiro a 4 de fevereiro (com sessão extra no dia 25/1)
Às sextas e aos sábados, às 20h30; e aos domingos, às 18h30
Sesc Avenida Paulista – Av. Paulista, 119, Bela Vista
Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia-entrada) e R$ 12 (credencial plena)
Venda online em sescsp.org.br
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzidao (Teia Documenta)
Iluminação: Cristina Souto
Identidade Visual: Manuela Afonso
Fotos: Cassandra Mello
Produção Executiva: Baccan Produções, Kavaná Produções e Selene Marinho
Produção Geral: Clotilde Produções Artísticas
Administração da Temporada: André Roman
Realização: Sesc

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NxTV lança NxPOP, a primeira plataforma do Brasil para novelas verticais

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Movimento estratégico mira mercado de US$ 8 bilhões e público fiel

ao formato no Brasil e com alto potencial de crescimento

Escrita por Patrícia Limeira 

 

A NxTV é uma empresa de tecnologia especializada em soluções de Serviço de Valor Agregado (SVA) para provedores de internet. Consolidada no mercado de telecomunicações e entretenimento, a empresa anunciou oficialmente o lançamento da NxPOP, a primeira plataforma de streaming do Brasil totalmente dedicada ao formato de novelas verticais. A novidade, que promete transformar o consumo de conteúdo on-the-go, foi revelada por Sérgio Mancera, CEO da NxTV, durante sua participação no Streaming ACADEMY em 12 de novembro, que debateu o futuro do setor no país. A plataforma tem seu lançamento agendado para dezembro, com um catálogo inicial de sete produções. 

 

O movimento inovador posiciona a NxTV na vanguarda de um mercado global que já movimenta US$ 8 bilhões e cresce de forma exponencial, especialmente entre o público jovem. O formato de novelas curtas, gravadas e editadas para consumo em telas de smartphones, nasceu na China e rapidamente se tornou um fenômeno mundial. Dados da Media Partners Asia indicam que o mercado chinês saltou de US$ 7 bilhões em 2024 e deve atingir US$ 16,2 bilhões até 2026. 

 

 

No Brasil, o cenário é igualmente promissor. Mais de 80% dos brasileiros entre 16 e 34 anos consomem vídeos digitais diariamente, representando um público potencial massivo para o novo formato. A NXPOP chega para atender a essa demanda com uma proposta de valor clara: conteúdo rápido, envolvente e adaptado à dinâmica da vida moderna. 

 

“A NxPOP é a nossa resposta a uma transformação clara no comportamento do consumidor. O público jovem busca conteúdo ágil, envolvente e que se encaixe em sua rotina. Estamos trazendo não apenas um novo formato, mas um ecossistema completo que valoriza desde grandes sucessos internacionais até produções regionais brasileiras, democratizando o acesso e a criação de teledramaturgia no país”, declarou Sérgio Mancera. 

 

Estratégia de conteúdo e monetização flexível 

A plataforma estreará com um modelo de negócio híbrido, desenhado para máxima flexibilidade. Haverá uma modalidade gratuita, que dará acesso a uma seleção de conteúdos e à programação, e opções pagas, que incluem a compra de capítulos avulsos (pay-per-view) ou a aquisição da temporada completa de uma novela. 

O catálogo de lançamento inclui sete novelas: quatro títulos chineses de grande sucesso e três produções nacionais inéditas, sendo uma do Sul do país e duas produzidas no interior de São Paulo, onde as gravações estão à todo vapor na cidade de Pirapora do Bom Jesus. A estratégia de conteúdo prevê um fluxo contínuo de novidades, com a projeção de cinco novas séries por mês. 

 

Ecossistema multiplataforma e alcance nacional 

Reconhecendo a diversidade de consumo no Brasil, a NxTV estruturou a distribuição da NxPOP em uma robusta experiência multiplataforma. Além do aplicativo dedicado para consumo vertical, todas as novelas serão exibidas em formato tradicional (16:9) nos canais da NxTV que integram a oferta de FAST Channels (canais ao vivo com publicidade) e VOD (conteúdo sob demanda). 

 

 Essa abordagem integrada garante que o conteúdo alcance a totalidade da base de 6,5 milhões de usuários da NxTV, que é composta tanto por usuários diretos quanto por clientes dos provedores de internet (ISPs) parceiros da empresa no Brasil e ainda dos canais Fast gratuitos na line-Up das smartv’s da Samsung e LG.  

 

Este mercado de provedores Regionais representa um pilar estratégico, atendendo atualmente cerca de 53% da população brasileira e capilarizando o acesso a conteúdos de qualidade em regiões onde a conectividade ainda é um desafio.

 

 

 

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São Paulo

Aço transforma colégio histórico em São Paulo em modelo de arquitetura educativa e sustentável

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Com 500 toneladas de aço, retrofit do Complexo Educacional Santa Maria integra acessibilidade, leveza visual e inovação pedagógica em edifício de 1968

O retrofit do Complexo Educacional, Esportivo e Cultural Santa Maria, em São Caetano do Sul (SP), é um exemplo emblemático de como a construção em aço pode revitalizar patrimônios históricos com inovação, eficiência e sustentabilidade. Assinado pelo escritório Carolina Penna Arquitetos, o projeto modernizou um edifício original de 1968 – antigo Ginásio Vocacional da Vila de Santa Maria – com soluções arquitetônicas que conectam o passado às novas exigências da educação contemporânea. A estrutura metálica permitiu intervenções leves, eficientes e integradas ao conjunto histórico, em um total de 500 toneladas de aço empregadas na obra.

“Todas as novas intervenções foram feitas em estrutura metálica, da concepção das escadas e passarelas até as torres de elevadores. As peças costuram o campus com leveza, promovendo acessibilidade sem competir com a volumetria original”, explica a arquiteta Carolina Penna. O aço também viabilizou a cobertura da quadra esportiva e a reorganização dos fluxos entre os blocos, permitindo que duas escolas públicas – uma de educação infantil e outra de ensino fundamental – compartilhem o espaço de forma integrada.

Outro destaque é a compatibilidade do sistema construtivo em aço com materiais como policarbonato e vidro, formando uma paleta visual metálica, translúcida e transparente. As passarelas ganharam mais permeabilidade e luz natural. “Durante o dia, a luz é filtrada e suavemente distribuída. À noite, o conjunto ganha um brilho difuso e elegante”, complementa a arquiteta.

Além da estética contemporânea, o sistema industrializado contribuiu para reduzir desperdícios, encurtar prazos e minimizar impactos ambientais. “O projeto reposiciona o espaço aberto como parte do currículo. Quadras, playgrounds e áreas de convívio agora fazem parte da rotina escolar, com estruturas metálicas que criam sombra e ambientes de socialização”, pontua Carolina.

Segundo o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), o uso da construção em aço nesse projeto permitiu a atualização de um patrimônio histórico com alta eficiência construtiva e impacto ambiental reduzido. O sistema também atendeu plenamente à demanda do cliente por um espaço educacional inclusivo, acessível e pronto para atender às transformações da educação em tempo integral.

 

Ficha Técnica

* Projeto Arquitetônico / Arquiteto Responsável: Carolina Penna / Carolina Penna Arquitetos

* Execução da Obra: Faconstru Construção

* Estrutura Metálica: Custopem Estruturas Metálicas

* Área Construída: 10.000 m²

* Volume de Aço Empregado: 500 toneladas

* Local: São Caetano do Sul / SP

 

Sobre o CBCA

O Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) é uma entidade de classe criada em 2002 para ampliar a participação da construção industrializada em aço no Brasil, promovendo sua divulgação e desenvolvimento tecnológico. O CBCA é gerido pelo Instituto Aço Brasil e não possui fins comerciais. Para mais informações e estatísticas do setor, acesse: www.cbca-acobrasil.org.br/site/estatisticas

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Pátio Paulista com descontos de até 70% durante a Black Friday 2025

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Shopping Pátio Paulista
Shopping Pátio Paulista

Clientes Iguatemi One têm benefícios adicionais


São Paulo, novembro de 2025 — Até 30 de novembro, a maioria das lojas do Shopping Pátio Paulista participa da Black Friday 2025 com descontos de até 70% em diferentes segmentos, incluindo moda, beleza e bem-estar, eletrônicos, gastronomia. Com condições especiais em lojas selecionadas e benefícios exclusivos para os participantes do programa Iguatemi One, os descontos variam de loja para lojas, assim como os estoques.

“Mais do que uma campanha promocional, a Black Friday é uma oportunidade de potencializar a experiência dos nossos clientes e valorizar a parceria com os lojistas. A cada edição, buscamos ampliar as possibilidades para todo o ecossistema, valorizando a relação construída com nossos clientes e parceiros”, afirma Taciana Melo, gerente de marketing do Shopping Pátio Paulista.

Para conhecer as vantagens e benefícios de clientes do programa de relacionamento Iguatemi One, do qual o Pátio Paulista faz parte, basta baixar o app, escolher Pátio Paulista, cadastrar-se e seguir o passo a passo.  Os clientes One contam ainda com Máquina de Prêmios e brindes especiais, conforme cada categoria de pontuação no programa – ações que acontecem de 28 a 30 de novembro, das 12h às 20h.

O Pátio Paulista fica à rua 13 de Maio, 1947 (esquina com avenida Paulista), em São Paulo, e funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, a partir das 14h (alimentação e lazer, a partir das 11h)

Inaugurado em novembro de 1989, o Shopping Pátio Paulista recebe hoje paulistanos vindos de todas as partes da cidade – e do país – pela sua localização privilegiada: em plena avenida Paulista, com fácil acesso por metrô e grandes avenidas. São cerca de 300 operações, distribuídas em sete pisos, entre vestuário, alimentação, serviços, entretenimento e lazer, com três pisos de estacionamento.  Na sua fachada, um relógio de mais de 5 metros de altura é referência para toda São Paulo.

Para mais informações, www.iguatemi.com.br/shoppingpatiopaulista e seguir @patiopaulistashopping nas redes sociais.

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