Educação
Como melhorar a caligrafia?
Se você se pergunta como melhorar a caligrafia, está no lugar certo. Neste artigo, vamos explorar técnicas eficazes que podem transformar sua escrita. A caligrafia não é apenas uma habilidade prática; é uma forma de expressão que pode refletir sua personalidade. Além disso, uma boa caligrafia pode facilitar a leitura e a comunicação. Por isso, vale a pena dedicar tempo para aperfeiçoar essa arte antiga. Com as dicas certas, você ficará surpreso com a melhoria em pouco tempo. Vamos lá?
1. Conhecendo os Fundamentos da Caligrafia
O desenvolvimento de uma boa caligrafia começa, sem dúvida, com a compreensão dos fundamentos. Assim, é primordial entender que a caligrafia não é apenas a escrita, mas também uma forma de expressão pessoal. O aprendizado dos princípios básicos pode, consideravelmente, transformar a maneira como as letras são formadas. A postura das mãos, a pressão aplicada na caneta, e até mesmo a distância entre as letras influenciam no resultado final.
Primeiramente, a posição do corpo e das mãos deve ser adequada. Sentar-se de forma relaxada, mas ereta, ajuda a manter o controle sobre o movimento. Além disso, as mãos devem estar em uma posição confortável, permitindo um fluxo natural durante a escrita. Se a caneta é segurada de maneira rígida, isso pode resultar em uma caligrafia tensa e irregular.
- Dica: Use canetas que oferecem conforto ao toque e que não exijam muita pressão para funcionar bem.
- Observação: A prática com diferentes tipos de canetas pode levar a descobertas sobre qual instrumento se adapta melhor ao estilo pessoal.
Outra questão essencial diz respeito ao traçado das letras. Conhecer as formas e proporções das letras é crucial. Por exemplo, todas as letras minúsculas devem manter uma coerência de altura e largura. Quando as letras são proporcionais, o texto se torna visualmente mais agradável. Assim, estudar modelos de letras e praticar sua reprodução é altamente recomendado.
Ao analisar a caligrafia de diferentes culturas, percebe-se que existem estilos distintos. Cada estilo possui suas características, que podem variar desde a fluidez das letras até a inclinação. Aprender sobre esses estilos pode enriquecer o repertório e ajudar no desenvolvimento de uma caligrafia mais pessoal e única.
Comparando Estilos de Caligrafia
No mundo da caligrafia, existem estilos como o cursivo, o gótico e o itálico, que apresentam diferentes formas de escrita. O estilo cursivo é frequentemente utilizado em contextos informais, enquanto o gótico transmite uma sensação mais clássica e elaborada. O itálico é um meio termo, oferecendo elegância sem exagerar na complexidade.
A prática constante é indisputavelmente o que leva à melhoria. Portanto, dedicar tempo todos os dias para escrever pode gerar resultados significativos. A prática não apenas fortalece a memória muscular, mas também ajuda a identificar áreas que necessitam de mais atenção.
- Recomendações de exercícios:
- Praticar o alfabeto em maiúsculas e minúsculas.
- Realizar cópias de frases para melhorar a fluidez.
- Usar guias de caligrafia para aprender a proporção certa das letras.
Finalmente, a paciência é uma virtude na jornada de aprimorar a caligrafia. Às vezes, resultados imediatos são esperados, mas a verdadeira evolução acontece gradualmente. Cada erro cometido é uma oportunidade de aprendizado. Assim, em vez de desanimar, é essencial ver cada prática como um passo adiante na busca por uma caligrafia mais refinada.
Por fim, ao aplicar essas dicas e práticas, a habilidade de escrever com elegância e clareza será desenvolvida. Portanto, a transformação da caligrafia pode ser alcançada por meio do entendimento dos fundamentos, da prática constante e da busca por um estilo pessoal que reflita a identidade de quem escreve.
2. Exercícios Práticos para Caligrafia
Melhorar a caligrafia pode parecer um desafio, mas com os exercícios práticos corretos, esse objetivo pode ser alcançado rapidamente. A prática constante é essencial, e existem algumas técnicas que podem ser usadas para otimizar o processo.
Inicialmente, é importante reconhecer que a caligrafia é uma habilidade que pode ser aprimorada com a repetição e a paciência. Assim, a revisão de formas e movimentos básicos pode trazer resultados significativos. Alguns exercícios práticos para caligrafia incluem:
- Traçar Linhas: Começar com traçados simples ajuda a entender a pressão e os movimentos da caneta.
- Formação de Letras: Praticar cada letra do alfabeto, tanto em minúsculas quanto em maiúsculas, é fundamental.
- Conexão de Letras: Exercitar-se na transição entre letras pode melhorar a fluidez da escrita.
- Escrita de Palavras Comuns: Escolher palavras do cotidiano para praticar permite criar uma rotina mais realista.
- Após Exercícios de Caligrafia: Revisar o que foi escrito e encontrar áreas de melhoria.
Além disso, a prática de manter um diário de escrita é uma ótima ideia. Ao escrever diariamente, não apenas a caligrafia melhora, mas capacidade de expressar pensamentos também evolui. Assim, sempre que possível, dedicar um tempo cada dia para escrever pode trazer benefícios duradouros.
Mas como se pode garantir que os exercícios sejam eficazes? Primeiramente, manter uma postura corretar ao escrever é imprescindível. A forma como a mão é posicionada influenciará significativamente a fluidez do movimento. Para isso, recomenda-se sempre sentar-se de forma ereta, mantendo os pés apoiados no chão e os ombros relaxados.
Ademais, selecionar o ambiente de prática também é crucial. Um espaço tranquilo e bem iluminado permite que a concentração seja mantida. A presença de distrações pode prejudicar o desempenho e, consequentemente, o progresso na caligrafia.
Após definir um espaço adequado, focar na respiração também pode melhorar a performance. Respirar profundamente antes de começar ajuda a relaxar e a centrar a atenção nos traçados. Portanto, um estado mental calmo é essencial para um desempenho otimizado.
Além de praticar a forma de letras, a introdução de diferentes estilos de escrita pode também ser benéfico. Experimente estilos como o cursivo, itálico ou caligrafia artística. Cada estilo tem suas particularidades, e dominar mais de um pode enriquecer a habilidade de caligrafia.
Outro aspecto a ser considerado são os materiais utilizados. A escolha de canetas e papéis adequados pode impactar diretamente na caligrafia. Canetas com tintas suaves que não escorregam podem facilitar a escrita. Da mesma forma, papéis com textura adequada ajudam a manter o controle durante o traçado.
Exercícios em grupo também podem ser uma experiência valiosa. Participar de oficinas ou aulas de caligrafia proporciona feedback instantâneo e motivação de colegas. A troca de experiências com outros calígrafos pode trazer novas dicas e também inspirar a criatividade.
Por último, o uso de recursos digitais pode ser uma opção inovadora. Aplicativos e softwares que focam na prática de caligrafia têm se mostrado eficazes em alguns casos. Isso pode ser particularmente útil para aqueles que têm acesso limitado a materiais tradicionais.
Portanto, para melhorar a caligrafia de maneira eficaz e divertida, a combinação entre exercícios práticos, autocrítica e a escolha dos materiais certos deve ser realizada. Assim, o comprometimento com a prática levará a melhorias notáveis na escrita. Com o tempo, será possível observar as mudanças e sentir orgulho de uma caligrafia aprimorada.
3. Escolhendo os Materiais Certos
Para alcançar uma caligrafia impressionante, a escolha dos materiais corretos desempenha um papel fundamental. Além do tipo de papel, outros elementos, como canetas e lápis, influenciam significativamente na qualidade da escrita. Começar a explorar esse mundo de materiais é uma experiência enriquecedora. Assim, a seguir, serão apresentadas as opções e suas respectivas características.
Papel
A qualidade do papel pode impactar diretamente a experiência de escrita. Para caligrafia, papéis mais lisos são preferidos, pois permitem que a caneta deslize suavemente. Além disso, papéis especiais, como os papéis para aquarela, sejam utilizados. Eles absorvem bem a tinta e proporcionam um acabamento bonito. Por outro lado, papéis mais texturizados podem dificultar a fluidez da escrita e, consequentemente, afetar a estética. Portanto, escolher o papel adequado é essencial.
Canetas
Existem vários tipos de canetas disponíveis que podem ser utilizadas para caligrafia. As canetas-tinteiro, por exemplo, são conhecidas por seu fluxo constante de tinta e pela possibilidade de troca de dobras. Isso permite a personalização da largura da linha, algo desejável para calígrafos. As canetas brush também são populares, pois possibilitam a criação de estilos variados. Essas canetas utilizam uma ponta de pincel que varia a espessura da linha de acordo com a pressão, resultando em um efeito artístico maravilhoso. Por último, canetas gel e canetas esferográficas de qualidade, como as de ponta fina, podem ser boas escolhas para práticas diárias.
Lápis
Embora a caligrafia tradicionalmente utilize canetas, os lápis não devem ser subestimados. Eles são perfeitos para esboçar letras e praticar novas formas antes de usar tinta permanente. Um lápis grafite de boa qualidade pode ser usado para garantir linhas limpas e esboços precisos. Além disso, lápis coloridos podem adicionar um toque especial nas práticas. Usar vários tipos de grafite, como HB ou 2B, permite diversas profundidades e intensidades de sombra. Portanto, a inclusão de lápis na rotina de prática é altamente recomendada.
Outros Materiais
Além dos materiais mencionados, alguns acessórios podem tornar a prática mais fácil e agradável. Um régua, por exemplo, pode ser útil para manter a linha da escrita reta, principalmente durante as primeiras tentativas. Um caderno de caligrafia também pode ser adquirido. Esses cadernos possuem linhas ou pautas que facilitam a transição entre diferentes tamanhos de letras. Finalmente, os marcadores de tinta permanente são ideais para projetos finais. Usar esses marcadores pode dar um acabamento profissional às obras. Portanto, investir em acessórios é uma estratégia inteligente.
Uma vez que todos os materiais foram escolhidos, a prática se torna a chave para a melhoria da caligrafia. Com uma coleção de ferramentas adequadas, o desenvolvimento de habilidades pode ser muito mais eficaz. Portanto, é indiscutível que a escolha dos materiais corretos é uma etapa crucial na jornada de aprimoramento da caligrafia.
Seja na caligrafia artística ou na escrita cotidiana, ter os instrumentos certos facilitará todo o processo. Além disso, investir tempo na escolha de cada item necessários é vital para obter resultados satisfatórios. A praticidade dos materiais pode transformar a forma de praticar caligrafia. Dessa forma, o prazer em escrever será redobrado. Portanto, não se apressar nas escolhas pode fazer uma grande diferença. Um ambiente adequado, combinado com os materiais corretos, ajuda a criar um espaço propício à prática da escrita. Assim, a caligrafia pode se tornar uma atividade ainda mais gratificante.
4. Dicas de Estilo e Apresentação
Para aprimorar a caligrafia, é essencial considerar as dicas de estilo e apresentação que podem destacar a escrita. Uma atenção cuidadosa a detalhes pode fazer toda a diferença, pois o modo como as letras são formadas revela a personalidade de cada um. Além disso, a apresentação adequada também pode impactar a legibilidade, tornando o texto mais atraente e convidativo ao leitor.
Um aspecto inicial a considerar é a escolha do estilo de escrita. Existem diversos estilos, como cursivo, itálico e bloqueado, cada um com sua própria estética. Para decidir qual estilo praticar, a análise dos propósitos da escrita é fundamental. Por exemplo, a caligrafia cursiva é muitas vezes utilizada para cartas e convites, enquanto a forma bloqueada pode ser mais apropriada para documentos formais.
Além do estilo, a uniformidade nas letras também deve ser um foco importante. As letras devem apresentar uma dimensão e um espaçamento consistentes. Dessa forma, a prática regular em exercícios de repetição ajuda a estabelecer um padrão que pode ser facilmente reconhecido. Ao manter o mesmo tamanho de letra e espaçamento entre as palavras, a escrita fica visualmente mais coesa.
Teste Diferentes Ferramentas de Escrita
Outro aspecto a considerar é a ferramenta de escrita utilizada. Canetas esferográficas, tinteiros e lápis são exemplos que conferem diferentes espessuras e texturas às letras. A experimentação com diferentes canetas pode levar à descoberta de qual ferramenta se sente mais confortável e oferece melhores resultados. Além disso, o papel também influencia a apresentação. Papéis mais suaves promovem traços mais finos, enquanto papéis texturizados podem criar efeitos interessantes.
Cores e Sombras
As cores também podem ser uma adição interessante à caligrafia. Adicionar tinta colorida ou fazer sombreamento nas letras traz uma nova dimensão ao texto. Entretanto, é importante utilizar as cores com moderação para que não haja distrações. Uma letra em azul escuro, por exemplo, pode ser elegantemente complementada com um leve sombreamento em azul claro. Essa técnica acrescenta profundidade e atratividade à escrita.
Considere a Composição
A composição do texto também deve ser cuidadosamente planejada. O alinhamento das palavras e a distribuição do espaço na página impactam o aspecto final do trabalho. Para um resultado harmonioso, a justificativa à esquerda é geralmente considerada uma boa prática, pois permite que o olho do leitor siga a leitura de maneira fluida. Além disso, a inclusão de margens adequadas é essencial para garantir que o texto não pareça apertado ou confuso.
Quando se fala em estilo, é sempre interessante introduzir elementos gráficos. Isso pode incluir bordas decorativas ou tipos de letras que combinem com o tema da mensagem. A adição de pequenos desenhos ou ilustrações pode dar um toque pessoal. Todavia, a moderação é primordial para evitar que a escrita se torne excessivamente carregada.
Prática Regular
Por último, mas não menos importante, a prática regular é crucial para a melhoria contínua da caligrafia. Manter um cronograma semanal, por exemplo, em que se dedica um tempo para praticar diferentes letras e estilos, permitirá observar a evolução ao longo do tempo. A prática de exercícios específicos, como formar letras repetidamente ou escrever frases inteiras em um novo estilo, também é altamente recomendada. Com o tempo, a familiaridade com o estilo desejado aumentará, levando à confiança na execução.
Reforçando, as dicas de estilo e apresentação são uma parte integral do processo de como melhorar a caligrafia. Através da adoção de práticas consistentes e da exploração de diferentes ferramentas, cada um pode personalizar sua abordagem de escrita. Dessa forma, a legibilidade e a estética se unirão, resultando em uma caligrafia bonita e impactante. Lembrando que o caminho para a caligrafia perfeita é contínuo e, mesmo após alcançar um bom nível, sempre há espaço para aprimoramento.
Fonte: https://folhanews.com/
Educação
Unicamp inicia segunda fase do vestibular 2026
Candidatos iniciaram neste domingo as provas da segunda fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No total, 13.045 se inscreveram para disputar 2.530 vagas em 69 cursos de graduação.

Neste domingo, os candidatos fizeram as provas de redação, língua portuguesa e literatura; e testes interdisciplinares, com questões de língua inglesa e ciências da natureza. Os estudantes puderam escolher entre dois temas para a redação: o discurso de ódio contra as mulheres e a importância histórica da CLT.
Nesta segunda-feira (1º), serão aplicadas as provas de matemática e interdisciplinar de ciências humanas. Serão aplicados também testes específicos de biologia e química, a candidatos da área de ciências biológicas e saúde; provas de física e química, a pretendentes a cursos da área de exatas e tecnológicas; e testes de geografia, história, filosofia e sociologia, para candidatos de ciências humanas e artes.
A segunda fase ocorre nas cidades paulistas de Bauru, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, e também nas capitais Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvador.
Educação
Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro
Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a legislação brasileira desde o ano de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais de 20 anos. 

Em pleno mês da Consciência Negra, por exemplo, uma escola da rede pública paulista presenciou a entrada de policiais armados após um pai ter chamado os agentes pelo fato de a filha ter feito um desenho de orixá em uma atividade escolar. O caso foi criticado pelos pais, comunidade escolar e políticos.
Para atender à legislação, as escolas na capital paulista são abastecidas om obras com temática étnico-racial. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, foram adquiridos 700 mil exemplares em 2022, entre obras infantis, juvenis e adultas.
As unidades também passam por processos formativos e contam com documentos de referência, como o documento “Orientações Pedagógicas: Povos Afro-brasileiros”, que traz diretrizes para subsidiar práticas de valorização das histórias e culturas afro-brasileiras, indígenas e migrantes.
“As ações são acompanhadas pelo Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), responsável por apoiar as unidades educacionais na implementação de práticas antirracistas e na integração desse acervo ao Currículo da Cidade”, informou a secretaria à Agência Brasil, em nota.
No âmbito estadual, as orientações ao corpo docente ocorrem pelo Programa Multiplica Educação Antirracista, conduzido pela Coordenadoria de Educação Inclusiva (COEIN) e da EFAPE (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação). Desde 2024, 6,8 mil professores passam pela formação sobre cultura e religiosidade africanas.
“Essa implementação assegura que os conteúdos sejam incorporados à rotina escolar como parte essencial da formação histórica e cultural dos estudantes”, explicou a Seduc-SP.
“Eu não trabalho religião, eu ensino cultura”
Há mais de duas décadas, a professora Núbia Esteves leciona geografia para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Premiada por sua atuação na preservação da memória escolar e do bairro onde se localiza a EMEF Solano Trindade, no Jardim Boa Vista, periferia da zona oeste de São Paulo, ela aplica o ensino da cultura afrodescendente em sua disciplina e em projetos interdisciplinares.
“Eu não trabalho religião. Eu trabalho os orixás fora da questão religiosa, considerando a questão cultural. Abordo os arquétipos culturais, a mitologia, com uma mitologia comparada”, explica.
Nas aulas da docente, os alunos aprendem como os orixás expressam características humanas e comparados a símbolos de outras crenças, como a proximidade entre Iansã e a deusa grega Atena, entre Oxum e Afrodite, entre Xangô e Zeus.
“Acabo fazendo um debate, porque povos tão diferentes criam mitos tão parecidos. E incluo o tema na concepção que estes povos têm sobre, por exemplo, a importância da preservação do meio ambiente e da importância que ele tem para a humanidade. Mostro como orixás que protegem o mar (Iemanjá), as matas (Oxóssi) e outros elementos da natureza”.
Outra estratégia da docente é o uso de quadrinhos ou registros audiovisuais. “Dá para trabalhar com literatura, ler trechos de Pierre Verger ou Reginaldo Prandi, por exemplo, e aí criar quadrinhos e cordéis. Uma vez um aluno criou um quadrinho que era um orixá, conversando com um deus grego. É dessa maneira que eu começo a trabalhar, uso os quadros do Caribé, de mestre Didi e aí eu vou trazendo isso, sem trabalhar necessariamente a relação deles com as religiões”, conta a professora.
Rodas de conversa também fazem parte do currículo, momento de reflexão dos alunos sobre ética, convivência e valores individuais.
No entanto, a professora Núbia Esteves relata que já foi questionada por estudantes, por estaria tratando de religião em sala.
“Falo para eles que não é essa questão, que o trabalho com os orixás é uma forma cultural e não religiosa. Apresento eles como parte da história, da arte, da literatura, da formação do Brasil, e que é uma herança que veio do continente africano, junto com as pessoas. Do mesmo jeito que a escola estuda a mitologia grega, as lendas indígenas, os santos em festas populares, também a gente pode trabalhar com os símbolos africanos, e que isso (essa resistência) foi construído nas pessoas na questão racial, dentro do racismo, que foi um projeto para que a gente demonizasse tudo que é africano, o que a gente não pode fazer”, pondera.
A cultura de origem religiosa é central para construção de uma educação antirracista, destaca.
“Eu posso trabalhar São João nas festas juninas, dentro de uma cultura popular, Santo Antônio também, nas obras barroco, isso não significa que eu estou falando de religião. Posso falar de todos esses símbolos e não necessariamente falar de religião, e que é importante a gente conhecer, porque a gente vai conhecendo a cultura de um outro povo, a gente vai descolonizando e vai desmistificando e vai sendo menos racista”, conclui a docente.
Educação
Último dia para aproveitar a Afya Med Black
Afya anuncia grande campanha de BlackFriday, com foco em cursos de especialização para médicos
Em um cenário cada vez mais exigente, cresce entre os profissionais de saúde a busca por qualificação contínua e atualização capaz de acompanhar o ritmo acelerado das transformações do setor. Atenta a esse movimento, a Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, apresenta a iniciativa Afya Med Black como parte de seu compromisso em ampliar o acesso a formações médicas especializadas, reforçando seu protagonismo por meio de suas Unidades de Educação Médica, dedicadas exclusivamente à oferta de pós-graduações lato sensu. Distribuídas por todas as regiões do Brasil, essas unidades reúnem médicos de diferentes perfis e especialidades interessados em uma formação prática, atualizada e alinhada às demandas reais do mercado.
Com 38 unidades de graduação e mais de 70 cursos de pós em áreas como Cardiologia, Psiquiatria, Dermatologia e Endocrinologia, a Afya consolidou-se como referência em formação continuada. Os programas têm formato flexível, com metodologias híbridas que permitem ao médico aprofundar conhecimentos e avançar na carreira sem comprometer a rotina de trabalho.
Entre os diferenciais da instituição, destacam-se a oferta de cursos com atendimentos reais em ambulatórios próprios, infraestrutura moderna e um corpo docente formado por especialistas reconhecidos nacionalmente. Essa vivência direta com pacientes, um dos pilares da metodologia da Afya, fortalece a formação clínica e potencializa o impacto social, resultando em mais de 50 mil atendimentos gratuitos realizados anualmente em parceria com o SUS, apenas com a pós.
Afya Med Black
Durante o mês de novembro, a Afya lançou o Afya Med Black, uma ação especial que reúne ofertas exclusivas e por tempo limitado para médicos que desejam impulsionar a carreira por meio de uma pós-graduação. A iniciativa, que apresenta descontos e condições diferenciadas em diversas áreas, consolida o compromisso da instituição com a democratização do ensino médico e com a ampliação do acesso à formação de excelência Para profissionais que planejam avançar na trajetória acadêmica e profissional, este se torna um momento especialmente estratégico.
Entre os destaques do Afya Med Black estão as “ofertas do dia” e as “Terças Relâmpago”, quando cursos selecionados recebem promoções válidas por apenas 24 horas. Todas as condições especiais estão disponíveis exclusivamente na plataforma Afya Educação Médica e contam com vagas limitadas, incentivando que os interessados se planejem e aproveitem as oportunidades dentro do período promocional.
Com a campanha, a Afya evidencia o papel da instituição como parceira do médico ao longo de toda a jornada profissional, oferecendo caminhos acessíveis para uma formação qualificada, atualizada e alinhada às demandas contemporâneas da saúde no Brasil. No Noroeste fluminense a instituição está presente no município de Itaperuna, oferecendo cursos de pós-graduação em áreas como pediatria, psiquiatria, dermatologia, entre outras especialidades.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas de Medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br eir.afya.com.br.


