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Economia

Nome sujo: Como sair desse problema e montar uma reserva de emergência

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Ter o nome sujo é uma situação delicada que afeta milhões de brasileiros. No entanto, sair dessa condição e construir uma reserva de emergência são passos essenciais para uma vida financeira saudável. 

Neste artigo, vamos mostrar estratégias práticas para limpar seu nome e dicas para montar uma reserva de emergência, mesmo em momentos de dificuldades financeiras.

A importância de limpar seu nome

Estar com o nome sujo traz várias limitações, como dificuldades para obter crédito, realizar financiamentos e até mesmo comprometer oportunidades de emprego. 

Por isso, é fundamental tomar medidas para regularizar a situação o quanto antes.

Compreenda sua dívida

O primeiro passo é entender a origem da dívida. Consulte os órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa, para saber quais dívidas estão registradas em seu CPF. 

Com essas informações, você pode planejar uma estratégia de negociação com seus credores.

Negocie com seus credores

Negociar suas dívidas pode ser um processo desafiador, mas essencial. Muitas empresas estão dispostas a oferecer condições facilitadas para o pagamento, como descontos, parcelamentos ou prazos maiores. 

Manter um diálogo aberto e honesto com os credores pode resultar em acordos vantajosos.

Utilize ferramentas de crédito para negativados

Existem opções de crédito voltadas para pessoas com nome sujo. Um exemplo é o **cartão de crédito para negativado**, que pode ajudar a reconstruir sua vida financeira. 

Utilize essas ferramentas com cautela, sempre priorizando o pagamento integral das faturas para evitar juros elevados.

A importância da educação financeira

Para evitar cair novamente em situação de inadimplência, é essencial buscar conhecimento sobre educação financeira. 

Aprender a controlar seus gastos, poupar e investir são habilidades que contribuirão para uma vida financeira equilibrada.

Cursos e livros

Invista em cursos e livros sobre finanças pessoais. Existem diversas opções gratuitas e pagas que podem fornecer conhecimentos valiosos sobre como gerenciar seu dinheiro, fazer investimentos inteligentes e planejar o futuro financeiro.

Ferramentas de controle financeiro

Utilize aplicativos e planilhas de controle financeiro para acompanhar suas receitas e despesas. 

Essas ferramentas ajudam a ter uma visão clara de onde seu dinheiro está sendo gasto e identificar possíveis cortes ou ajustes no orçamento.

Montando uma reserva de emergência

Ter uma reserva de emergência é crucial para lidar com imprevistos financeiros sem comprometer seu orçamento. 

Mas como montar essa reserva, especialmente quando se está saindo de uma situação de nome sujo?

Estabeleça metas realistas

Defina um valor meta para sua reserva de emergência. Especialistas recomendam que essa reserva cubra de três a seis meses de despesas essenciais. 

Comece com uma meta menor e aumente gradualmente.

Automatize seus depósitos

Facilite a construção da sua reserva de emergência automatizando os depósitos mensais em uma conta poupança ou investimento seguro. 

Dessa forma, você garante que uma parte do seu dinheiro será direcionada para a reserva sem precisar pensar nisso todo mês.

Corte despesas supérfluas

Revise seus gastos mensais e identifique despesas que podem ser cortadas ou reduzidas. Direcione o valor economizado para sua reserva de emergência. 

Pequenas economias podem se transformar em grandes somas ao longo do tempo.

Aproveite rendas extras

Sempre que receber uma renda extra, como bônus, restituição de imposto de renda ou presente em dinheiro, considere destinar uma parte para sua reserva de emergência. 

Esses valores adicionais podem acelerar o processo de construção da reserva.

Dicas práticas para sair do vermelho

Além das estratégias mencionadas, algumas práticas simples podem ajudar a melhorar sua situação financeira rapidamente.

Venda itens não utilizados

Faça uma limpeza em sua casa e venda itens que não utiliza mais. Plataformas online de venda podem ser ótimas aliadas para transformar esses objetos em dinheiro extra.

Busque fontes de renda adicionais

Considere trabalhos extras ou freelances para aumentar sua renda. Hoje em dia, existem várias oportunidades de trabalho remoto que podem ser conciliadas com sua rotina principal.

Pague suas dívidas prioritariamente

Organize suas dívidas por ordem de juros e priorize o pagamento das que possuem maiores taxas. Isso ajudará a reduzir o montante total da dívida mais rapidamente.

Evite novas dívidas

Enquanto trabalha para limpar seu nome e montar uma reserva de emergência, evite contrair novas dívidas. 

Seja cauteloso com o uso do crédito e prefira pagamentos à vista sempre que possível.

Retomando o controle financeiro

Limpar o nome e construir uma reserva de emergência são passos fundamentais para retomar o controle de sua vida financeira. 

Com planejamento, disciplina e uso inteligente das ferramentas disponíveis, é possível sair do vermelho e garantir um futuro financeiro mais seguro e estável. O cartão de crédito para negativado pode ser um aliado nesse processo, desde que usado de forma consciente e responsável. 

Investir em educação financeira e manter-se disciplinado são as chaves para evitar futuras inadimplências e construir um patrimônio sólido. Lembre-se: pequenas mudanças no dia a dia podem resultar em grandes conquistas no longo prazo.

Henrique Morgani é Especialista em Link Building, acumulando mais de 8 anos de experiência combinada em SEO e redação. Com formação em Direito, ele descobriu grande paixão no Marketing Digital.

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Economia

Banco Central lança portabilidade de crédito no open finance

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© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A partir do início do próximo ano, os clientes poderão transferir empréstimos de uma instituição financeira para outra de forma mais rápida e digital, em busca de juros mais baixos ou prestações menores. O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (28) a inclusão do serviço de portabilidade de operações de crédito no open finance, sistema financeiro aberto.

A novidade estará disponível ao público em geral a partir de fevereiro de 2026, começando pela modalidade de crédito pessoal. Nos meses seguintes, a portabilidade pelo open finance será estendida às demais modalidades de crédito.

Atualmente, consumidores podem pedir a portabilidade de empréstimos, mas o processo é considerado burocrático e pouco eficaz. Segundo o BC, o novo modelo não substitui as regras em vigor, mas acrescenta uma alternativa mais ágil, apoiada no compartilhamento padronizado de dados entre bancos e fintechs.

Em nota, o BC afirmou que a mudança deve “eliminar assimetrias de informação e barreiras operacionais”, além de tornar o processo mais eficiente. Com o open finance, o prazo máximo para conclusão das operações passará de cinco para três dias úteis — redução válida apenas para solicitações feitas dentro do ambiente digital do sistema.

Processo digital e maior concorrência

A operação será totalmente digital, realizada pelos aplicativos das instituições financeiras. O BC avalia que a automatização deve reduzir erros, custos e ampliar o acesso dos consumidores a ofertas de crédito mais vantajosas.

De acordo com o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, a proposta aproveita a infraestrutura do open finance para ampliar a concorrência no crédito.

“O que estamos fazendo é levar os benefícios do sistema para a portabilidade, com facilitação da troca de informações e melhor experiência para o cliente”, disse.

Implementação gradual

A Resolução Conjunta nº 15/2025, que formaliza a mudança, foi aprovada na quinta-feira (27) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas só foi explicada nesta sexta-feira pelo BC. A resolução permitirá a realização de testes restritos com a portabilidade do open finance, antes de fevereiro de 2026.

Após a liberação da portabilidade para crédito pessoal, o cronograma prevê testes para crédito consignado do setor público federal em agosto de 2026, com lançamento ao público em novembro. Outras modalidades de empréstimo serão incorporadas posteriormente.

O BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) afirmam que a nova portabilidade digital deve ampliar o alcance do open finance e aprofundar a integração entre instituições financeiras, com foco na melhoria da experiência do usuário.

O que é o open finance

Também chamado de sistema financeiro aberto, o open finance permite que clientes autorizem o compartilhamento de seus dados financeiros entre diferentes instituições. Na prática, o consumidor pode levar seu histórico bancário para outros bancos, movimentar contas em plataformas distintas e acessar serviços personalizados, com mais segurança, padronização e conveniência. O objetivo é aumentar a competição no mercado e facilitar o acesso a produtos financeiros mais vantajosos.

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Economia

Brasil faz acordo de exportações com Filipinas, Guatemala e Nicarágua

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© Vosmar Rosa/MPOR

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias e fitossanitárias com Filipinas, Guatemala e Nicarágua para aumentar exportações de produtos agropecuários para esses países.

Nas Filipinas, as autoridades sanitárias aprovaram a exportação de gordura bovina, insumo utilizado na indústria de alimentos e na produção de energia de baixo carbono, especialmente o diesel verde e o sustainable aviation fuel (SAF).

Entre janeiro e outubro de 2025, o país do sudeste asiático importou quase US$ 1,5 bilhão em produtos agropecuários do Brasil.

Na Nicarágua, as autoridades fitossanitárias autorizaram o Brasil a exportar sementes de milheto, crotalária e nabo, insumos para a agricultura tropical, que contribuem para o aumento da produtividade e a redução da dependência de fertilizantes minerais. Entre janeiro e outubro de 2025, a Nicarágua importou cerca de US$ 55 milhões em produtos agropecuários do Brasil.

Já na Guatemala, o governo brasileiro obteve autorização fitossanitária para exportar arroz beneficiado. Em 2025, até outubro, o país importou mais de US$ 192 milhões em produtos agropecuários do Brasil.

“Os resultados reforçam a estratégia de diversificação de destinos e de produtos, incluindo itens de maior valor agregado”, disse em nota o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Economia

Projeto contra devedor contumaz separa joio do trigo, diz secretário

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© Lula Marques/Agência Brasil

No dia seguinte à operação “Poço de Lobato”, que mirou sonegação fiscal de R$ 26 bilhões do Grupo Refit, do setor de combustíveis, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse que o projeto que tramita no Congresso contra devedores contumazes pode combater esse tipo de crime.

“Para a gente melhorar o tratamento para os bons contribuintes, é preciso separar o joio do trigo”, disse o secretário.

No caso do grupo que foi alvo da investigação da Receita, o crime envolvia um esquema para sonegação de tributos, evasão de divisas e ocultação de patrimônio. 

Ele concedeu, nesta sexta (28), entrevista à Voz do Brasil, produzida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

O secretário da Receita salientou que são devedoras contumazes as pessoas que se utilizam da atividade empresarial ou da estrutura para não pagar tributo e com isso ter uma vantagem competitiva.

“No meio desse esquema todo, está um dos maiores devedores contumazes do Brasil, um grupo econômico cujo negócio principal é não pagar tributo”, explicou Robinson Barreirinhas. 

“Pequena minoria”

Estariam no rol dos devedores contumazes aproximadamente mil contribuintes, dentre mais de 20 milhões de empresas brasileiras.

“É uma pequena minoria, mas que causa um estrago enorme em determinados setores”, afirma. 

Barreirinhas esclarece que um empresário pode ficar eventualmente inadimplente ao ter dificuldade e não conseguir pagar tributos.

“Pode acontecer com qualquer um. Ele não é um devedor contumaz. Nós estamos falando daquele empresário que abre a empresa com a intenção de não pagar tributo”. 

Por isso, o governo defende uma legislação mais dura contra esse tipo de crime.

“A dívida tem que ser superior a R$ 15 milhões e esse valor tem que ser superior ao patrimônio da empresa”, ponderou. Outra intenção do projeto, segundo o secretário, seria que a concorrência entre as empresas ficasse mais saudável. “Estamos falando dos devedores contumazes que devem mais de R$ 200 bilhões”. 

O governo não tem expectativa de receber o dinheiro sonegado para os cofres públicos em função de que são empresas abertas sem patrimônio nenhum. “O que nós queremos é tirar elas do mercado e abrir espaço para que o bom empresário possa atuar”, ressaltou.

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