Pesquisa mostra que o terceiro setor, fomentado na Bahia pelo Instituto Mandarina, responde por 4,27% do PIB Brasileiro

De Peterson Carvalho - Editor

Instituto Mandarina aponta tendências para 2024 do terceiro setor, como a mudança de foco para a geração de renda e negócios inclusivos

As ações filantrópicas, que são conhecidas como um avanço social, ganham cada vez mais destaque e força nas terras brasileiras, sobretudo, em relação aos impactos positivos na economia do país. Isso porque, elas contribuem para a geração de empregos qualificados, inovação e empreendedorismo, o que resulta em uma movimentação de investimentos maior do que a do setor automobilístico.

Segundo a publicação do estudo ‘A importância do Terceiro Setor para o PIB no Brasil’, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o Terceiro Setor, campo de atuação de instituições que não visam lucros e que trabalham com o objetivo de minimizar problemas sociais, responde por 4,27% da economia do país, totalizando mais de R$ 220 bilhões. O segmento é responsável ainda por 5,88% dos postos de trabalho remunerados, o que equivale a cerca de 6 milhões de empregos.

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Os números, segundo a fundadora do Instituto Mandarina, organização social que fomenta e promove geração de renda para as potências criativas da Bahia, Neila Larangeira, são positivos e geram boas expectativas para 2024. “Estes resultados fundamentam discussões com o setor público para guiar propostas de políticas de apoio às organizações sociais sem fins lucrativos e a investimentos sociais por partes das empresas, proporcionando às organizações sociais (OSs) a receberem mais, seja na forma de doações, fundos e outros recursos do setor privado”, ressalta Neila.

Mudanças priorizadas pelos investidores sociais

Realizado desde 2001, o Censo GIFE que traz dados sobre investimento social privado (ISP) no Brasil, na sua 11ª edição, chamou a atenção às mudanças priorizadas pelos investidores sociais em seus focos de atuação. Isso porque, apesar de os volumes investidos ainda se concentrarem em educação, o segundo foco por prioridade passou a ser a inclusão produtiva, empreendedorismo e geração de renda, com o valor investido de 280 milhões de reais.

Organizações com investimento anual de até 10 milhões de reais concentram a maior parte de seus recursos em inclusão produtiva, empreendedorismo e geração de renda (16%). “Trata-se justamente do foco do Mandarina, inclusive, através de suas campanhas de consumo consciente, quando estimula as empresas a adquirir e distribuir brindes “sociais” formado por itens de empreendedores, com sustentabilidade”, destaca Neila.

As formas de atuação do Mandarina nestes negócios de impacto e geração de renda são alinhadas às ações de como, nesta pesquisa, as organizações manifestaram atuar neste ecossistema:

• “formação, informação e/ ou rede de relacionamento a negócios de impacto” (48%)”
• “repasse de recursos a negócios de impacto ou organizações intermediárias, aceleradoras ou incubadoras” (46%)”
• “apoio a organizações intermediárias” (37%)”

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INSTITUTO MANDARINA:
O Instituto Mandarina é uma entidade que tem por objeto social apoiar, fomentar e promover a geração de renda e o empreendedorismo, visando a inclusão social e o combate às desigualdades, com foco no estado da Bahia. “Em pouco tempo de atuação, já apoiamos mais de 200 empreendedores. O investimento social, que é capaz de gerar renda e fomentar diversos setores, é estratégico e transformador”, diz a empresária.

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