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Cultura

Pioneiro na fusão do Funk Carioca com o Jazz, Josiel Konrad agita o Centro do Rio de Janeiro

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Josiel Konrad - Crédito Anderson Costa
Josiel Konrad - Crédito Anderson Costa

Trombonista, cantor e compositor apresenta show do álbum “Boca no Trombone” no Espaço Cultural BNDES

O trombonista, cantor e compositor Josiel Konrad desfila seu Jazz com pitada de Funk Carioca no palco do Espaço Cultural BNDES, no Centro do Rio de Janeiro, no dia 15 de agosto, quinta-feira, às 19h. O show marca o lançamento de seu mais recente álbum, “Boca no Trombone”. A entrada é gratuita.

Cria da Baixada Fluminense, o artista é pioneiro na fusão do Funk Carioca com o Jazz e usa sua música como ferramenta de crítica social sobre os desafios do povo mais sofrido em meio ao descaso das autoridades. Ao mesmo tempo, exalta toda a sua potência, seus talentos e a contradição de ser a base que sustenta a sociedade como um todo, em especial a elite.

Resistência e “Boca no Trombone”   

Terceiro álbum da sua carreira, “Boca no Trombone” é 100% autoral, cantado e instrumental, e traz o encontro da realidade e linguagem periférica com o jazz, em uma abordagem musical contemporânea brasileira, resgatando o jazz em sua essência improvisada para a periferia, onde ele nasceu, e que, se observado de perto, se alinha muito à vida periférica, em que o improviso é o ponto de equivalência, onde se vive intensamente em meio às contradições da cidade grande. É nesse ambiente que o jazz encontra sua maior inspiração. 

Capa do álbum Boca no Trombone
Capa do álbum Boca no Trombone

– O acesso ao Jazz, que nasceu na periferia, foi cada vez mais sendo apropriado pela alta classe da sociedade, se afastando de suas origens. O álbum me inspira a sonhar e a lutar por um mundo mais justo e igualitário, que aproxima as pessoas. Por isso, quero levar o Jazz de volta para a periferia – concluiu Konrad.

O álbum/show pauta a realidade da periferia em mais estilos musicais, evocando as emoções e as sensações da vida periférica com um universo de cores em sons e culturas, expressando a luta pela igualdade, a alegria, o sofrimento e a força da periferia, além de celebrar a diversidade cultural e musical brasileira.

– O meu novo álbum é a uma das formas mais singulares que encontrei de me expressar, posicionar e exteriorizar, propondo uma nova experiência, na qual toda forma de sentimentos e ideias musicais, às vezes reprimidas em nossas mentes, passam a fazer parte de um enigma a ser explorado musicalmente, filosoficamente e fisicamente – analisa o artista.

Cria da Baixada Fluminense para o mundo

Natural de Austin, em Nova Iguaçu, Konrad iniciou sua carreira solo em 2015. Desde então, já lançou os discos autorais “Timeline”, “Mais Amor”, e o EP “Quando Menino”. Além disso, já se apresentou em palcos importantes no Brasil e no exterior, como o Circo Voador e o Ronnie Scott’s Jazz Club, em Londres. A primeira faceta do seu trabalho surgiu com o Gafieira Jazz, que fazia uma ponte bem suingada entre os mundos dos dois gêneros, unindo Chico Buarque, John Coltrane, Cartola e Miles Davis.

Em seu primeiro trabalho de estúdio, “Timeline”, ele faz uma reflexão sobre a sua própria jornada musical e de amadurecimento. Já no segundo, “Mais Amor”, retrata sete diferentes tipos de sentimento: Eros, Mania, Philia, Ludus, Ágape, Pragma e Philautia. Esse mergulho pessoal inspirou Josiel a explorar novos caminhos sonoros e estéticos, que resultou no EP “Quando Menino”, em voz e violão com suas primeiras composições cantadas, abraçando de vez a sua brasilidade.

Ficha técnica:

Josiel Konrad – Voz/trombone

Natan Gomes – Teclado/piano

Elberton Paixão – Bateria

Giordano Gasperin – Baixo

Leopoldino Junior – Trompete

Tamy – Voz

Tunico – Saxofone

Shanso – Trombone/Voz

Felipe Berola – Guitarra

Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Serviço:

Local: Espaço Cultural BNDES – Avenida Chile, 100, Centro (próximo à estação de metrô Carioca), Rio de Janeiro – RJ

Quando: dia 15 de agosto, quinta-feira, às 19h

Entrada: gratuita (ingresso retirado no local a partir das 18h)

Mais informações: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/onde-atuamos/cultura-e-economia-criativa/espaco-cultural-bndes/quintas-no-bndes/

Classificação indicativa: livre

Rede social: @josielkonrad

Carlos Pinho é jornalista com mais de uma década de atuação abordando diversos temas, de cultura a economia. É diretor do Sindicato Nacional dos Compositores Musicais e ocupa cargos em diversos projetos de impacto social pelo país, como o Instituto LAR e a Tropa da Solidariedade.

Cultura

Show de lançamento do álbum “60 Anos de MPB” traz MPB4 nesta sexta ao Teatro RioMar

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A apresentação traz faixas do álbum mais músicas que marcaram a trajetória do MPB4. Crédito: Léo Aversa.

A turnê nacional com o show que marca o lançamento do álbum “60 Anos de MPB” traz uma apresentação do MPB4 para o Teatro RioMar nesta sexta-feira, dia 4 de abril. A apresentação traz faixas do álbum mais músicas que marcaram a trajetória do MPB4, traçando, assim, um amplo panorama da Música Popular Brasileira. Os ingressos estão à venda no site Uhuu.com e na bilheteria do teatro.

Logo após o golpe militar de 1964, prestes a lançar seu primeiro compacto, o grupo Quarteto do CPC, formado em Niterói, precisou mudar de nome. Nascia ali o MPB4 e, com ele, a sigla MPB, até então desconhecida e que, nos anos seguintes, passaria a designar um dos mais abrangentes gêneros musicais brasileiros. Para comemorar os 60 anos do MPB4 e da MPB, o biênio 2024/2025 é marcado pelo lançamento de álbum comemorativo, via gravadora Biscoito Fino, que chegou às plataformas musicais em julho passado. Desde então, o conjunto iniciou uma turnê nacional que chega agora ao Teatro RioMar Recife.

Pela primeira vez na história do grupo, um trabalho todo com convidados especiais, compositores que marcaram as seis décadas do MPB4. O disco “60 Anos de MPB” tem Chico Buarque, Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Dori Caymmi, Edu Lobo, Toquinho, Ivan Lins, Kleiton & Kledir, João Bosco, Alceu Valença, Francis Hime e Guinga cantando ao lado de Aquiles Reis, Dalmo Medeiros, Miltinho e Paulo Malaguti Pauleira. O repertório é de canções desses compositores, a grande maioria inédita nas vozes do MPB4.

A direção do show é de Hugo Sukman. No palco com o MPB4, a banda que os acompanha há mais de 30 anos: João Faria (baixo), Pedro Reis (guitarra e bandolim) e Marcos Feijão (bateria).

O MPB4 – Grupo vocal e instrumental formado em Niterói (RJ), o MPB4 apresenta ao longo de décadas um repertório marcado por composições de personalidades como Noel Rosa, Milton Nascimento, Chico Buarque, João Bosco, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Não apenas carrega no próprio nome a música que canta, a música de todo um país: ele vive essa música no dia a dia, nos palcos, nos bares, nas praças, estúdios, na carne e na voz. Seja revelando o compositor mais novo ou repaginando uma canção clássica, o MPB4 faz jus ao nome e, assim, nos serve de baliza: o que ele canta, o que seus quatro cantores escolhem para harmonizar com suas vozes nos indica o que seja a tal da grandiosa e muitas vezes indefinível MPB, a variada e rica música popular de um país musical. São mais de 30 LPs/CDs lançados e três DVDs. O MPB4 é composto por Aquiles na voz, Dalmo, na voz e viola caipira (que substituiu Ruy Faria em 2004), Paulo Malaguti Pauleira na voz e teclado (no lugar de Magro, após sua morte em 2012) e Miltinho na voz e violão.

SERVIÇO:

MPB4 no lançamento do álbum “60 anos de MPB”

Dia 4 de abril de 2025, às 21h

Teatro RioMar: RioMar Shopping – Av. República do Líbano, 251, Piso L4, Pina

Informações: www.teatroriomarrecife.com.br

Ingressos:

Plateia especial: R$ 300 e R$ 150 (meia)

Plateia: R$ 260 e R$ 130 (meia)

Balcão: R$ 220 e R$ 110 (meia)

À venda no site Uhuu.com e na bilheteria do teatro (terça a sábado, das 14h às 20h, exceto feriados).

Link: https://uhuu.com/evento/pe/recife/mpb4-60-anos-de-musica-14221

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Cultura

Corpo em movimento: espetáculo “A Menina e o Pássaro” transforma dança em narrativa

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A menina e o pássaro - Credito Sabrina Marthendal
A menina e o pássaro - Credito Sabrina Marthendal

A dança como narrativa está no centro do espetáculo “A Menina e o Pássaro”, que o Coletivo Emaranhado apresenta nos dias 10 e 11 de abril de 2025, na Casa da Música Sônia Cabral, em Vitória. A montagem infantojuvenil traduz em movimento uma história de amizade, memória e aventura. A entrada é gratuita.

A direção artística de Ricardo Reis aposta na linguagem corporal para contar a jornada da Menina e seu fiel Pássaro. “O corpo fala, sente e transmite emoções. Nossa proposta é permitir que a audiência embarque nessa história através da dança”, explica Maicom Souza, diretor de produção e bailarino.

Com incentivo do Instituto Cultural Vale, o espetáculo também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade, oferecendo intérpretes de Libras, audiodescrição e transporte gratuito para grupos de crianças, jovens e idosos. Escolas e instituições interessadas podem se inscrever no site do Coletivo Emaranhado.

O espetáculo também incentiva a participação de escolas, instituições de apoio às pessoas idosas e/ou com necessidades especiais, que poderão levar seus participantes ao teatro. A seleção dessas instituições será feita por ordem de solicitação, que deve ser realizada diretamente no site do Coletivo Emaranhado, pelo formulário online:
https://forms.gle/wn8TwLnbKQsLXhcG6

Desde 2013, o grupo capixaba explora a dança como expressão de identidade e ancestralidade. “A Menina e o Pássaro” reafirma essa visão, mostrando que o movimento pode contar histórias universais e atemporais.

Serviço
Espetáculo: “A Menina e o Pássaro”

Datas: 10 e 11 de abril de 2025 (quinta e sexta-feira)

Horários: 9h, 14h e 19h

Local: Casa da Música Sônia Cabral – Praça João Clímaco, s/n, Centro – Vitória (ES).

Entrada: Gratuita (ingressos no local)

Duração: 50 minutos

Classificação: Livre

 

Acompanhe o Coletivo Emaranhado

Site: www.coletivoemaranhado.com.br

Instagram: @coletivoemaranhado

YouTube: Coletivo Emaranhado

Facebook: Coletivo Emaranhado

Flickr: Galeria de Fotos

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Cultura

Alexia Annes participa do longa “Homens Mortos Não Contam Histórias”

Alexia Annes participa de longa metragem

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A atriz Alexia Annes participa do Longa-metragem com a personagem Stela, em um conto demoníaco com sutileza e sangue, o longa “Homens mortos não contam histórias” é um filme de longa-metragem dirigido pelo cineasta pernambucano Lula Magalhães com previsão de lançamento para 2027.

Na história Ione (Juliana Seabra) e Micheias (Danilo Morales) são dois assassinos em série que caçam nos mesmos locais, porém não se conhecem até que um dia o Demônio (Bruna Araújo) faz uma proposta a Ione para levar Micheias ao inferno. A produção está sendo feita inteiramente na guerrilha e de forma colaborativa entre todos os integrantes do filme.

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